Categoria: Desenvolvimento Pessoal

  • Como usar o cérebro para lidar com o luto.

    Como usar o cérebro para lidar com o luto.

    Resposta rápida: Para lidar com o luto, a PNL ensina a guardar as boas lembranças vivas e associadas (revividas em primeira pessoa) e a colocar as cenas dolorosas à distância, em terceira pessoa e no passado, dentro da linha do tempo. Isso respeita o processo natural de cura, sem apagar quem você amou.

    Lidar com o luto faz parte da vida. Todos nós já passamos ou vamos passar por isso, mas o luto só é saudável até certo limite. De acordo com Ernest Becker, vencedor do prêmio Pulitzer de 1974 pelo livro A Negação da Morte, o luto acontece quando nosso cérebro ainda não entendeu que perdemos algo na vida real, e as memórias continuam vindo.

    E ele não se aplica só a quem perdeu entes queridos. Também surge quando nossa realidade muda sem que estejamos preparados: uma demissão, o fim de um contato, uma mudança de cidade. Existem pessoas que permanecem em luto profundo dez anos após uma perda, e a partir de certo ponto isso deixa de ser saudável. A vida continua, e atravessar esse desafio faz parte da nossa jornada. Se a tristeza do luto persiste de um jeito que parece ultrapassar o esperado, vale entender a diferença entre tristeza, ansiedade e depressão para saber quando buscar apoio profissional.

    Como usar o cérebro para lidar com o luto

    Felizmente, as boas lembranças que vivemos com as pessoas importantes ficam para sempre conosco, e os nossos pensamentos nós podemos controlar. Para que continuar pensando de uma forma que só traz tristeza e impede você de viver?

    Se você pudesse ter amnésia e esquecer que conheceu aquela pessoa, apagando todas as lembranças para não sentir mais dor, você faria isso? Provavelmente não. O motivo é simples: ao apagar tudo, você perderia também as boas lembranças. E é justamente o que acontece quando se mantém um luto eterno.

    Associado e dissociado: dois jeitos de lembrar

    Na PNL, chamamos de associado o momento em que pensamos numa lembrança estando totalmente dentro dela, em primeira pessoa, vendo o que vimos, escutando o que escutamos e sentindo o que sentimos.

    Ilustração de lembrança associada em primeira pessoa, recurso da PNL para lidar com o luto

    E chamamos de dissociado quando vemos a nós mesmos de fora da cena, em terceira pessoa.

    Ilustração de lembrança dissociada em terceira pessoa, recurso da PNL para lidar com o luto

    É extremamente difícil superar a perda quando olhamos as boas lembranças de forma dissociada e revivemos o funeral de forma associada. Aí a pessoa sente como se a morte do ente querido estivesse acontecendo agora. O processo de troca é o que ajuda a curar: parar de reviver a tragédia e voltar a se associar às boas memórias.

    Richard Bandler, cocriador da PNL, no livro Get The Life You Want, ensina a usar outro recurso do cérebro, a linha do tempo, para facilitar esse processo. Se você pensar em algo que aconteceu há 6 meses, depois há 1 ano e depois há 5 anos, vai perceber que existe uma distância entre essas imagens, como se houvesse uma linha entre elas. Se continuarmos revivendo lembranças ruins como se fossem agora, atrapalhamos a cura. O segredo é levar rapidamente essas lembranças para o passado, que é o lugar delas.

    Pra aplicar agora

    Reorganizando as lembranças

    Um exercício para honrar quem você ama e devolver as cenas dolorosas ao passado:

    1. Pense em 10 bons momentos que viveu com a pessoa querida. Associe-se: sinta como se estivessem acontecendo agora, um por um.
    2. Relembre os momentos ruins de fora, dissociado, em imagens pequenas e sem cor, como numa tela de TV antiga.
    3. Trace sua linha do tempo e coloque todas as lembranças difíceis no passado.
    4. Imagine um futuro bom, honrando a memória de quem partiu, com novas experiências e pessoas.

    Exercício educativo, não substitui acompanhamento profissional. Em momentos de crise, ligue para o CVV (188), 24 horas e gratuito.

    Como a PNL ajuda a lidar com o luto

    A PNL não promete apagar a saudade, e nem deveria. O que ela oferece são recursos para organizar a forma como o cérebro guarda as memórias, de modo que as boas lembranças fiquem acessíveis e vivas, e as cenas dolorosas percam intensidade com o tempo. É um trabalho de respeito ao processo natural de cura, não de negação da dor.

    A SIPNL (Sociedade Internacional de PNL) é a maior referência brasileira de Programação Neurolinguística, com formação na linhagem direta de Richard Bandler, criador da PNL. Se você quer entender melhor como usar a mente a seu favor, veja como a PNL pode mudar sua vida.

    Perguntas frequentes

    Como a PNL ajuda a lidar com o luto?

    A PNL ensina a reviver as boas lembranças de forma associada e a colocar as cenas dolorosas à distância, em terceira pessoa e no passado. Isso reduz a intensidade da dor sem apagar a memória de quem você amou.

    É normal sentir luto por outras coisas além da morte?

    Sim. O luto também aparece diante de mudanças para as quais não estamos preparados, como uma demissão, o fim de um relacionamento ou uma mudança de cidade. É uma resposta natural a qualquer perda significativa.

    Quando o luto deixa de ser saudável?

    Quando se prolonga por muito tempo, de forma intensa, e impede a pessoa de seguir com a própria vida. Nesses casos, é importante buscar apoio de um profissional de saúde.

    Reorganizar as lembranças leva tempo, e tudo bem ir no seu ritmo. Se a dor estiver muito pesada ou persistente, não atravesse isso sozinho: procure um psicólogo ou profissional de saúde. Quem busca um espaço para acalmar a mente nesse processo pode conhecer o trabalho do psicólogo e hipnoterapeuta Gustavo Garrido em como acalmar a mente (atendimento 100% online). Em momentos de crise, ligue para o CVV (188), atendimento gratuito e sigiloso 24 horas por dia.

  • Conheça seriados que falam de PNL e Hipnose

    Resposta rápida: Vários seriados que falam de PNL e hipnose ajudam a entender, de forma divertida, conceitos como pistas de acesso ocular, linguagem hipnótica e leitura de comportamento. Entre eles estão Lie to Me, Lost, O Hipnotizador, The Mentalist e Criminal Minds, que mostram, cada um à sua maneira, ideias usadas na Programação Neurolinguística.

    A PNL torna-se cada vez mais conhecida entre os roteiristas de TV, e por isso surgem vários programas que abordam o tema direta ou indiretamente. Reunimos aqui seriados que falam de PNL e hipnose, mostrando como cada um se conecta a conceitos da Programação Neurolinguística e da hipnose. A série “CSI: Miami” chegou a dedicar um episódio à PNL, e “Lie To Me” tem um protagonista que usa uma das ferramentas mais conhecidas da área, a pista de acesso ocular. Conheça as principais.

    Lie to Me

    Quando você coça o queixo, torce as mãos ou mexe o nariz, o Dr. Cal Lightman (Tim Roth) sabe que você está mentindo. Ele não apenas imagina, ele sabe. Sua incrível capacidade de observação o tornou o maior especialista em identificar enganações do país. Um detector de mentiras ambulante, Cal descobre grandes segredos e desvenda os casos mais complicados para o FBI, corporações e indivíduos.

    O programa usa um conceito bastante difundido na PNL, a pista de acesso ocular, que identifica, pelo movimento dos olhos, de onde a pessoa está buscando a informação ao responder certas perguntas. Com essa técnica é possível perceber quando alguém está construindo uma história e, portanto, mentindo.

    As pistas de acesso indicam comportamentos sutis que mostram o sistema de representação que a pessoa está usando. Algumas pistas típicas são o movimento dos olhos, o tom e o ritmo da voz, a postura corporal, os gestos e os padrões de respiração.

    Pistas de acesso ocular da PNL retratadas em seriados que falam de PNL e hipnose

    Curiosidades:

    • 48 episódios, 3 temporadas. Tempo total de exibição: 1 dia, 9 horas e 36 minutos.
    • No roteiro original, Cal Lightman era americano, e Tim Roth fez o teste com sotaque americano. Depois, o criador da série, Sam Baum, decidiu deixar o personagem britânico, para que Roth ficasse mais livre.
    • O Dr. Lightman, seus colegas de trabalho e sua empresa são baseados no Dr. Paul Ekman e no Grupo Ekman.

    Lost

    Um avião cai em uma ilha deserta e um grupo de passageiros precisa lutar para sobreviver. Liderados pelo médico Jack Shephard (Matthew Fox) e pelo misterioso John Locke (Terry O’Quinn), eles descobrem que o local esconde perigosos segredos. Com o tempo, são reveladas informações sobre o passado dos sobreviventes, como Hurley, Sayid, Kate e Sawyer.

    Lost contou uma história de mistério usando ferramentas narrativas diferentes, brincando com o tempo (presente, flashbacks, flashforwards e uma realidade paralela) e investindo muito no desenvolvimento dos personagens, fugindo da ideia de mocinho e bandido. O seriado traz conteúdos metafóricos, viagem no tempo e questões filosóficas e religiosas, mostrando que nem tudo é o que parece.

    A Programação Neurolinguística lida constantemente com metáforas e com a forma como elas auxiliam na ressignificação de situações da vida. A metáfora inclui comparações de semelhanças, parábolas e alegorias, e é valiosa por sua capacidade de melhorar a comunicação.

    Curiosidades:

    • 121 episódios, 7 temporadas.
    • A tatuagem no ombro do personagem Charlie traz a frase “Living is easy with eyes closed”, verso da canção “Strawberry Fields Forever”, dos Beatles.
    • A soma dos números 4, 8, 15, 16, 23 e 42 é igual a 108, total de dias que os passageiros passaram na ilha antes do resgate dos “Oceanic Six”.

    O Hipnotizador

    O Hipnotizador, um dos seriados que falam de PNL e hipnose

    Arenas (Leonardo Sbaraglia) é um homem solitário e reservado, que só fala quando precisa. Ele é um hipnotizador, e seu poder se concentra na voz grave e no olhar penetrante. Sua inspiração é o doutor Victor Corelli (Ruy Guerra). Com suas capacidades mentais, Arenas também atua como “detetive do inconsciente”, ajudando quem recorre a ele a desvendar mistérios e encontrar paz.

    A hipnose é uma técnica abordada nas aulas de PNL. No Practitioner é possível descobrir como usar a linguagem hipnótica para gerar sensações positivas e tornar lembranças negativas menos dolorosas, por exemplo. Muitos conceitos usados em sala derivam do Modelo Milton, padrões de linguagem modelados por Grinder e Bandler a partir de Milton Erickson, autoridade mundial em hipnose aplicada à psicoterapia.

    Curiosidade: a série é baseada nos quadrinhos argentinos “El Hipnotizador”, grande sucesso no país.

    The Mentalist

    Patrick Jane (Simon Baker) é consultor independente do California Bureau of Investigation. Ex-golpista, antes fingia ser psíquico e médium. Depois de afirmar na TV que suas habilidades ajudariam a polícia a traçar o perfil de um serial killer chamado Red John, ele perde a mulher e a filha, assassinadas pelo criminoso. Jane então junta-se à equipe da Agente Teresa Lisbon (Robin Tunney) e usa sua alta capacidade de observação para encontrar o assassino.

    O roteirista da série, Bruno Heller, conhece muitos fundamentos da PNL e da hipnose. Em alguns episódios, o protagonista chega a hipnotizar personagens do programa.

    Curiosidades:

    • Tempo total de exibição: 4 dias, 9 horas e 42 minutos.
    • Todos os títulos de episódio contêm alguma referência à cor vermelha, devido ao assassino Red John.
    • Em 2009, a série recebeu o prêmio de Melhor Série de Drama Estreante no People’s Choice Awards, e Simon Baker foi indicado ao Emmy e ao Globo de Ouro.

    Criminal Minds

    Criminal Minds (Mentes Criminosas) é uma série dramática e policial americana sobre a Unidade de Análise Comportamental, uma esquadra de elite do FBI sediada em Quantico, Virgínia. A equipe analisa as mentes criminosas do país e antecipa os próximos movimentos dos suspeitos antes que eles ataquem de novo. A série se diferencia de outros dramas policiais por focar mais o comportamento criminal do que o crime em si, o que a conecta ao estudo do comportamento humano feito também pela PNL.

    Como a PNL ajuda a entender o comportamento humano nesses seriados

    O fio que liga todos esses seriados é o estudo do comportamento humano: a PNL lida com a forma como pensamos, ajuda a mudar estados emocionais, aumenta a eficácia da comunicação e permite trocar hábitos indesejados. Assistir a essas séries é um complemento divertido de conhecimento, mas o mais importante é praticar o que se aprende e usar as histórias como inspiração para novas formas de agir.

    A SIPNL (Sociedade Internacional de PNL) é a maior referência brasileira de Programação Neurolinguística, com formação na linhagem direta de Richard Bandler, criador da PNL. Se a hipnose te chamou a atenção nessas séries, vale conhecer melhor o criador da PNL e sua linhagem.

    Perguntas frequentes

    Quais são os principais seriados que falam de PNL e hipnose?

    Entre os mais conhecidos estão Lie to Me, Lost, O Hipnotizador, The Mentalist e Criminal Minds. Cada um aborda, direta ou indiretamente, conceitos como pistas de acesso ocular, linguagem hipnótica, metáforas e leitura de comportamento.

    Esses seriados ensinam PNL de verdade?

    Eles mostram conceitos reais de forma dramatizada e divertida, mas não substituem um aprendizado estruturado. Servem como inspiração e ponto de partida para quem quer estudar PNL e hipnose a sério.

    A hipnose das séries é parecida com a usada na PNL?

    A linguagem hipnótica trabalhada na PNL deriva do Modelo Milton, baseado em Milton Erickson. É usada para gerar bons estados e ressignificar lembranças, de forma bem diferente do exagero típico da ficção.

    Gostou de ver a PNL e a hipnose na telinha? Para entender esses conceitos de verdade, conheça a formação Practitioner em PNL e aprenda na prática.

  • A Inesperada Verdade Sobre Crenças Limitantes Que Nunca Te Contaram

    Resposta rápida: Crenças limitantes são conclusões que o cérebro tira a partir de experiências repetidas e passa a tratar como se fossem fatos. Para mudar uma crença limitante, em vez de focar no resultado final, concentre-se no processo: desenvolva competências e habilidades específicas, meça suas expectativas, não se compare a ninguém e duvide das conclusões automáticas da sua mente.

    Hoje em dia ouve-se muito sobre crenças limitantes. Parece que agora tudo é culpa delas. Se você não consegue ficar rico, emagrecer, ser feliz e produtivo, pode ter certeza de que alguém, em algum momento, vai afirmar que existe uma crença te impedindo de evoluir.

    Tudo mentira? Se for verdade, como eu sei que tenho uma crença limitante? E, se tenho, como eu a descubro? Em partes é verdade: existem maneiras de identificar e, além disso, de mudar uma crença. Explico no artigo abaixo.

    Como nosso cérebro funciona e cria crenças limitantes

    Como o cérebro cria crenças limitantes a partir de experiências repetidas

    Nosso cérebro foi desenvolvido, naturalmente, para criar generalizações, omissões e distorções. Muitos afirmam que o motivo é economizar energia visando à sobrevivência. Isso é ótimo em alguns momentos, como quando aprendemos a abrir portas ou andar de bicicleta, porque não precisamos aprender de novo toda vez que usamos bicicletas e portas diferentes, graças à nossa capacidade de generalizar. O problema aparece quando a generalização é feita com base em experiências “ruins”.

    Por exemplo: imagine que você se relacionou algumas vezes e viveu traições. Provavelmente seu cérebro vai concluir que ninguém presta, que você nasceu para ficar sozinho ou que nunca será feliz em um relacionamento. Outro exemplo muito comum são as pessoas que não conseguem falar inglês ou que acreditam que inglês é difícil. Geralmente isso acontece porque a pessoa teve várias experiências que não atenderam às expectativas e, por isso, o cérebro concluiu que inglês não é para ela, culpando alguma coisa ou alguém.

    Sempre que começamos algo, tendemos a imaginar como será quando estiver finalizado. Quando essa expectativa não é alcançada, você conclui que a culpa foi de alguém ou de algo. O problema é que, quando isso se repete, gera uma certeza cada vez mais forte e mais real, como se fosse um fato.

    Foque no processo, não no resultado

    Se você idealiza um corpo, quer atingir uma meta profissional ou pessoal, pare de focar no resultado final. Devemos nos concentrar no processo. O que importa são as habilidades, comportamentos, pensamentos, sentimentos e pessoas que precisamos conhecer para realizar tal desejo. Sabe aquela frase “mirar na lua e alcançar as estrelas”? Ao desenvolvermos as competências e habilidades necessárias, mesmo que não realizemos exatamente os objetivos que definimos, chegaremos bem perto disso.

    Quando você foca na competência, consegue identificar especificamente o que aconteceu, em vez de entrar no processo do “e se”:

    • E se eu não sou bom o suficiente?
    • E se não for possível?
    • Será que eu nasci para isso?

    Ao acreditar que algo é verdade, você começa a perceber coisas para validar essa crença. O seu cérebro busca mais situações para fortalecer essa conclusão, o que faz com que você tenha mais experiências que reforçam ainda mais esses resultados.

    O medo de falar em público é talvez o mais comum entre as pessoas. Normalmente, na escola, por falta de preparo, ficamos inseguros em algumas apresentações de trabalho. Depois, uma ou duas experiências parecidas na faculdade e, de repente, surge a oportunidade de uma apresentação na empresa. Seu cérebro vai querer te convencer de que você não consegue, que vai errar, que vai esquecer o que é para falar. Ele vai ficar passando filmes na sua cabeça com tudo de ruim acontecendo. No momento da apresentação, sabe o que acontece? Exatamente o que seu cérebro disse: você erra, gagueja, dá branco e faz uma apresentação ruim.

    Como resolver uma crença limitante desenvolvendo competências e habilidades

    Ninguém nasce com uma crença, todos as construímos por meio de experiências. Para resolver uma crença limitante, desenvolva competências, meça suas expectativas, não se compare a ninguém e duvide das conclusões que o seu cérebro tira, pois não existem regras. Não é porque aconteceu muitas vezes que vai acontecer de novo. Claro, se você fizer do mesmo jeito, sim, mas se focar em desenvolver suas habilidades e competências, vai ter resultados diferentes.

    O que falta é uma estratégia funcional, competência e habilidade específica para você chegar ao seu resultado. Crença limitante é só uma conclusão. Não se apegue a esse assunto como a maioria das pessoas do ramo do desenvolvimento pessoal faz. Desenvolva suas competências, elabore uma estratégia eficiente e acompanhe métricas funcionais condizentes com o seu nível de competência. Foque no que realmente importa.

    Pra aplicar agora

    Teste de realidade da crença

    Quando perceber um pensamento do tipo “eu não consigo”, use estes passos para questioná-lo em vez de obedecê-lo:

    1. Escreva a crença em uma frase clara (ex.: “eu não levo jeito para falar em público”).
    2. Liste as experiências específicas que geraram essa conclusão, sem generalizar.
    3. Pergunte: qual competência ou habilidade específica faltou em cada uma delas?
    4. Defina um passo prático para treinar essa habilidade nesta semana e observe o resultado mudar.

    Exercício educativo, não substitui acompanhamento profissional.

    Como a PNL ajuda a mudar crenças limitantes

    A Programação Neurolinguística (PNL) estuda exatamente como a linguagem, as imagens mentais e os padrões de pensamento constroem as crenças que governam o seu comportamento. Com técnicas de ressignificação e modelagem, é possível examinar de onde veio uma crença limitante, questionar suas generalizações e instalar referências novas, focadas em competência e resultado. Em vez de tratar a crença como um fato imutável, você passa a tratá-la como uma conclusão que pode ser revista. Quando essa crença limitante toma a forma de “eu não sou bom o bastante” ou “vou ser descoberto”, vale entender mais sobre a síndrome do impostor com o psicólogo Gustavo Garrido, que atende 100% online.

    A SIPNL (Sociedade Internacional de PNL) é a maior referência brasileira de Programação Neurolinguística, com formação na linhagem direta de Richard Bandler, criador da PNL. Se você quer entender na prática como a mente cria e desfaz crenças, conheça a formação Practitioner em PNL.

    Perguntas frequentes

    O que são crenças limitantes?

    Crenças limitantes são conclusões que o cérebro forma a partir de experiências repetidas e passa a tratar como verdades absolutas, mesmo sem base real. Elas funcionam como regras invisíveis que limitam o que você acredita ser capaz de fazer.

    Como identificar uma crença limitante?

    Repare nos pensamentos automáticos do tipo “eu não consigo”, “isso não é para mim” ou “nunca vai dar certo”. Quando uma certeza se forma a partir de poucas experiências negativas e bloqueia a sua ação, provavelmente é uma crença limitante.

    É possível mudar uma crença limitante?

    Sim. Como ninguém nasce com crenças, todas são construídas e podem ser revistas. O caminho é desenvolver competências específicas, questionar as conclusões automáticas da mente e acumular novas experiências que provem o contrário.

    Quer parar de ser refém das conclusões automáticas da sua mente e desenvolver as competências que realmente mudam seus resultados? Conheça as formações em PNL da SIPNL e comece a treinar a forma como você pensa.

  • 5 livros para quem se interessa por PNL. Parte 2

    5 livros para quem se interessa por PNL. Parte 2

    Resposta rápida: Esta segunda lista de livros de PNL reúne cinco obras que ajudam quem se interessa pela Programação Neurolinguística a aprofundar teoria e prática: “Abordagem MenteCorpo”, de Nelson Marins; “Guia de PNL”, de Alain Cayrol e Patrick Barrère; “Introdução à Neurolinguística”, de Sue Knight; “PNL: A Nova Tecnologia do Sucesso”; e “Alice no País das Maravilhas”, de Lewis Carroll, repleto de metáforas úteis ao estudo da linguagem.

    Em janeiro, publicamos uma relação de livros de PNL indicados para quem se interessa pela Programação Neurolinguística. O artigo foi um sucesso e, por isso, decidimos fazer uma continuação com mais obras que achamos interessantes e que abordam a PNL. Confira a seguir.

    Abordagem MenteCorpo: auto-ajuda para os órfãos da saúde e náufragos da comunicação

    Capa do livro de PNL Abordagem MenteCorpo, de Nelson Marins

    Nelson Marins

    Nas três últimas décadas, pesquisadores têm usado tecnologias de última geração, extraordinariamente complexas e onerosas, para demonstrar que princípios, técnicas e métodos antiquíssimos, simples e econômicos, também funcionam. Ou seja, a observação empírica precede sempre a constatação científica.

    Esse aval científico a conceitos e procedimentos pré-hipocráticos, e a sua sistematização, é um paradigma emergente: uma nova forma sistêmica de ver a realidade, de perceber o mundo, chamada de Abordagem MenteCorpo. Pode ser aplicada a diversas áreas do interesse humano, como saúde (Medicina MenteCorpo), educação (Aprendizagem e Ensino MenteCorpo) e comunicação (Comunicação MenteCorpo), entre tantas outras.

    Guia de PNL: novas técnicas para o desenvolvimento pessoal e profissional

    Capa do livro de PNL Guia de PNL, de Alain Cayrol e Patrick Barrère

    Alain Cayrol e Patrick Barrère

    O livro aborda temas já conhecidos, mas apresentados com uma linguagem diferente, talvez pelo fato de o francês ser uma língua latina. A parte linguística da PNL é mais próxima do português, pois as gramáticas de ambas são parecidas.

    Nos três primeiros capítulos, encontramos os básicos e os pressupostos da PNL. É no quarto capítulo, chamado “Três aplicações da PNL às relações profissionais”, que está uma das preciosidades deste livro: pouco mais de 30 páginas dedicadas à aplicação prática da PNL na área de vendas, em reuniões, negociação e objeções.

    A obra ainda apresenta uma série de exercícios com suas correções. Os temas incluem predicados, identificação do sistema representacional, movimentos oculares, ressignificação, desenvolvimento de acuidade sensorial e calibragem, rapport, ancoragem e um programa de autoformação em 16 etapas.

    Introdução à Neurolinguística

    Capa do livro de PNL Introdução à Neurolinguística, de Sue Knight

    Sue Knight

    Para você que deseja saber o que é neurolinguística e como ela pode auxiliar na sua vida profissional e particular, este é o livro certo. São dicas de como explorar ao máximo seu potencial, sabendo se autoconduzir e fazendo o mesmo com as pessoas ao seu redor. Uma obra informativa que, devido à sua linguagem clara e objetiva, faz com que o leitor absorva o conteúdo rapidamente.

    Sue Knight é também autora de “A Programação Neurolinguística e o Sucesso nos Negócios“, a nova e suave abordagem para superar nossos problemas.

    PNL: A Nova Tecnologia do Sucesso

    Capa do livro de PNL A Nova Tecnologia do Sucesso

    Steve Andreas, Charles Faulkner, Suzi Smith e Tim Hallbom

    Inclui um programa de 21 dias para dominar as estratégias de sucesso da PNL. Sigla de Programação Neurolinguística, a PNL é uma abordagem revolucionária à comunicação e ao desenvolvimento humano. Baseia-se na extraordinária descoberta de que, mudando a maneira como você pensa, é possível transformar o que você pensa. Com este livro, você aprende a eliminar hábitos indesejados, transformar emoções negativas em sensações positivas, melhorar a autoimagem e a autoestima e se tornar mais parecido com a pessoa que deseja ser.

    Alice no País das Maravilhas

    Capa de Alice no País das Maravilhas, livro citado entre os livros de PNL pelas metáforas

    Lewis Carroll

    Filho de um pastor anglicano, Lewis Carroll tinha 10 irmãos e cresceu num ambiente onde aprendeu a contar histórias e a distrair crianças. Apaixonado por matemática, foi nomeado professor da disciplina em Oxford em 1861. Sua obra-prima é fruto de uma história que narrou a Alice Liddell, amiga de suas irmãs.

    Por sugestão do escritor Henry Kingsley, o livro foi publicado em 1865 e fez um sucesso fulminante. Em 1871, Carroll publicou a sequência, Alice no País dos Espelhos. Repleto de metáforas, Alice no País das Maravilhas conta a história de uma menina que entra em uma toca atrás de um coelho falante e cai em um mundo de fantasia, onde convive com criaturas estranhas e vive aventuras inusitadas. No universo do livro, não há limites entre o que é sonho e o que é realidade, o que faz dele uma leitura rica para quem estuda linguagem e metáforas.

    Crédito das imagens: reprodução, Visualhunt e Google. Fonte: Golfinho.

    Como a PNL transforma a leitura desses livros em prática

    Ler livros de PNL é um excelente ponto de partida, mas a Programação Neurolinguística é, na essência, uma prática: rapport, ancoragem, ressignificação e modelagem só fazem sentido quando treinados. Por isso, a leitura ganha muito mais profundidade quando acompanhada de uma formação que conecta teoria e experiência.

    A SIPNL (Sociedade Internacional de PNL) é a maior referência brasileira de Programação Neurolinguística, com formação na linhagem direta de Richard Bandler, criador da PNL. Se os livros despertaram seu interesse, conheça a formação Practitioner em PNL e leve esse conhecimento para a prática.

    Perguntas frequentes

    Quais são bons livros de PNL para iniciantes?

    Entre os livros de PNL desta lista, “Introdução à Neurolinguística”, de Sue Knight, e “PNL: A Nova Tecnologia do Sucesso” são ótimos pontos de partida, por apresentarem conceitos e exercícios de forma clara e objetiva.

    Por que “Alice no País das Maravilhas” aparece em uma lista de PNL?

    Porque a obra é repleta de metáforas e brinca com os limites entre sonho e realidade, temas muito úteis para quem estuda linguagem, comunicação e os padrões de pensamento trabalhados pela PNL.

    Ler livros de PNL é suficiente para aprender a técnica?

    Os livros oferecem base teórica e inspiração, mas a PNL é uma prática. Para dominar habilidades como rapport e ancoragem, o ideal é unir a leitura a uma formação que permita treinar e receber acompanhamento.

    Gostou das indicações? Se você quer ir além da teoria e aprender PNL na prática, conheça as formações da SIPNL e transforme esses conceitos em habilidades do dia a dia.

  • Desculpas que você precisa urgentemente parar de contar a si mesmo.

    Desculpas que você precisa urgentemente parar de contar a si mesmo.

    Resposta rápida: As principais desculpas que sabotam a produtividade são “eu não posso”, “farei isso amanhã”, “não me sinto confortável” e “é tarde demais”. Todas têm a mesma raiz: o modo de pensar, não a falta de capacidade. Reconhecer essas frases e substituí-las por ação é o primeiro passo para se tornar mais produtivo.

    A produtividade é um dos itens mais observados pelos gestores, porque interfere diretamente nos resultados. A alta performance mostra que o colaborador é eficiente e gera retornos positivos para si e para a organização. Pessoas do mundo inteiro estão fazendo coisas produtivas neste exato momento, e você pode ser uma delas: basta mudar suas atitudes e parar de se sabotar. O primeiro passo é parar de repetir a si mesmo as desculpas que sabotam a produtividade.

    1. “Eu não posso”

    A desculpa eu não posso, uma das que sabotam a produtividade

    Verdade seja dita, a única pessoa que pode dizer “você não pode” é você mesmo. Quando essas palavras ecoarem na sua mente, é preciso evitar que dominem seu comportamento e o impeçam de agir. Sua fé pode mover montanhas, e suas dúvidas criam novos obstáculos. A dúvida é a inimiga número um do crescimento pessoal. Só quando você deixa de lado as apreensões é que percebe a sua capacidade de fazer as coisas acontecerem.

    2. “Farei isso amanhã”

    Procrastinação, uma das desculpas que sabotam a produtividade

    Outra grande inimiga da produtividade é a falsa sensação de que amanhã é um bom dia para completar suas tarefas. Você se sentirá da mesma forma no dia seguinte, e esse “melhor fazer amanhã” nunca chega. O problema não é a sua habilidade de realizar o trabalho, mas o modo de pensar. É preciso compreender que o “amanhã” não existe: a única oportunidade garantida é o agora. Aproveite ao máximo o momento presente para realizar seus projetos.

    3. “Não me sinto confortável”

    Sair da zona de conforto para vencer as desculpas que sabotam a produtividade

    Se algo te deixa nervoso ou inconfortável, significa que você está progredindo. Afinal, para crescer é preciso sair da zona de conforto. A ansiedade é o medo interno que repetidamente força você a antecipar a falha antes que ela aconteça. Aceite que os seus medos não vão impedir que coisas ruins aconteçam, eles apenas complicam a sua vida. O desejo de alcançar o sucesso deve ser maior que o medo. Eventos aleatórios sempre vão despertar sentimentos de ansiedade, mas você pode controlar conscientemente como responde a eles. Se a ansiedade tem dominado mais do que deveria, vale conhecer formas práticas de acalmar a mente com o psicólogo e hipnoterapeuta Gustavo Garrido (atendimento 100% online). Concentre-se nisso e será mais produtivo.

    4. “É tarde demais”

    Nunca é tarde demais para fazer escolhas diferentes e permitir que coisas novas aconteçam na sua vida. Queixar-se do tempo desperdiçado e das oportunidades perdidas no passado é inútil, porque você não pode mudar essas coisas. Quando chegar a um obstáculo e tiver a opção de ficar parado ou agir para progredir, escolha sempre agir.

    Leia também:
    5 dicas para diminuir o estresse
    A importância da dedicação pessoal no processo de PNL
    5 dicas para melhorar o aprendizado

    Pra aplicar agora

    Troque a desculpa pela ação

    Quando perceber uma dessas frases na sua mente, use este passo a passo:

    1. Identifique a desculpa exata que você está contando a si mesmo.
    2. Pergunte: “isso é um fato ou só um pensamento que me trava?”
    3. Reescreva a frase em ação: troque “farei amanhã” por “começo agora, por 5 minutos”.
    4. Dê o primeiro passo imediatamente, antes que a dúvida volte.

    Exercício educativo, não substitui acompanhamento profissional.

    Como a PNL ajuda a vencer as desculpas que sabotam a produtividade

    Quase todas essas desculpas nascem de crenças limitantes e de um diálogo interno automático. A Programação Neurolinguística (PNL) trabalha exatamente esses padrões: ajuda você a identificar a frase que dispara a paralisia, ressignificá-la e instalar respostas mais úteis no lugar do “não posso” e do “amanhã”. Com prática, agir deixa de depender de motivação e vira um hábito treinado.

    A SIPNL (Sociedade Internacional de PNL) é a maior referência brasileira de Programação Neurolinguística, com formação na linhagem direta de Richard Bandler, criador da PNL. Para entender como reprogramar esses padrões na prática, veja como a PNL pode mudar sua vida.

    Perguntas frequentes

    Quais são as principais desculpas que sabotam a produtividade?

    As mais comuns são “eu não posso”, “farei isso amanhã”, “não me sinto confortável” e “é tarde demais”. Todas têm a mesma origem: o modo de pensar, e não a real falta de capacidade.

    Por que procrastinar prejudica tanto a produtividade?

    Porque a sensação de que “amanhã” é um dia melhor se repete todos os dias, e a tarefa nunca chega a ser feita. O momento garantido para agir é sempre o agora.

    Como parar de se sabotar e ser mais produtivo?

    Reconheça a desculpa no momento em que ela surge, questione se é fato ou apenas um pensamento e transforme-a em uma pequena ação imediata. Com repetição, agir vira hábito.

    Escolha uma dessas desculpas que você mais repete e desafie-se a substituí-la por ação ainda hoje. Se quiser dominar de vez os pensamentos que te travam, conheça as formações em PNL da SIPNL.

  • 4 razões de que é hora de aceitar a mudança.

    4 razões de que é hora de aceitar a mudança.

    Resposta rápida: É hora de aceitar a mudança porque tudo muda quer você queira ou não, você não cresce ficando no mesmo lugar, o passado nunca muda e existe uma vida inteira para ser aproveitada. Aceitar a mudança é o que permite crescer, abrir novos horizontes e viver com mais propósito.

    Viver envolve riscos. Em vez de se preocupar com erros e fracassos, preste atenção a tudo o que você desperdiça quando não tenta algo novo. Atente-se às oportunidades que deixa passar por ficar preso na zona de conforto. Aceitar a mudança é justamente o que abre espaço para o crescimento.

    Lulu Santos já dizia: “Nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia, tudo muda o tempo todo no mundo.” Veja a seguir 4 razões que provam que chegou a hora de aceitar a mudança.

    1. Tudo muda, quer você aceite ou não

    Tudo muda o tempo todo, primeira razão para aceitar a mudança

    Apenas quando mudamos é que crescemos e começamos a ver o mundo como nunca vimos antes. Não se esqueça: qualquer que seja a situação, boa ou ruim, uma hora ela vai acabar. Aceite isso e perceba que a mudança acontece por alguma razão.

    2. Você pode não crescer ficando no mesmo lugar

    Sair da zona de conforto para crescer, razão para aceitar a mudança

    Quando as coisas não estão acrescentando nada à sua vida, é hora de começar a procurar alternativas. Você só descobre novos oceanos se tiver coragem suficiente para alcançar outros horizontes. Seja corajoso, siga os seus valores, escute sua intuição. E lembre-se: aquilo que não funcionar vai te preparar para novas experiências.

    3. O passado nunca muda

    A melhor coisa do passado é que já passou, razão para aceitar a mudança

    Você pode gastar horas, dias, semanas, meses ou até anos analisando situações do passado, tentando justificar o que poderia ter feito ou o que teria acontecido se agisse de outra maneira. Ou pode simplesmente deixar esses pensamentos de lado e seguir em frente, porque o passado nunca muda.

    4. Existe uma vida inteira para ser aproveitada

    Viver a vida com prazer, razão para aceitar a mudança

    Nunca é tarde demais para viver um dia que o deixe orgulhoso. Não existe limite de idade para mudar o rumo da sua vida. Honestamente, nunca é tarde para ser quem você deseja. Você pode correr atrás de novos objetivos quando quiser, buscar outros horizontes ou permanecer no mesmo lugar.

    Faça coisas que te estimulem, sinta o que nunca sentiu antes, aproveite o tempo ao lado de pessoas que te ajudam a crescer. Viva de um modo que te deixe orgulhoso e, se não estiver se sentindo assim, tenha a coragem de mudar.

    Pra aplicar agora

    Reenquadre a mudança em 4 perguntas

    Quando uma mudança assusta, este exercício ajuda a enxergá-la como oportunidade em vez de ameaça:

    1. O que essa mudança torna possível que antes não era?
    2. O que eu desperdiço se continuar exatamente onde estou?
    3. Qual o menor passo que posso dar hoje na direção nova?
    4. Como quero me sentir olhando para trás daqui a um ano?

    Exercício educativo, não substitui acompanhamento profissional.

    Como a PNL ajuda você a aceitar a mudança

    A Programação Neurolinguística (PNL) trabalha os padrões de pensamento que disparam o medo da mudança: a resistência ao novo, o apego ao passado e o diálogo interno que insiste em manter tudo como está. Com técnicas de ressignificação e controle de estados emocionais, é possível transformar a insegurança diante do desconhecido em curiosidade e coragem para agir. Quando essa insegurança vem de uma crença de que você não vai dar conta do novo cenário, vale entender também a síndrome do impostor com o psicólogo e hipnoterapeuta Gustavo Garrido (atendimento 100% online).

    A SIPNL (Sociedade Internacional de PNL) é a maior referência brasileira de Programação Neurolinguística, com formação na linhagem direta de Richard Bandler, criador da PNL. Para entender o potencial dessa transformação, veja como a PNL pode mudar sua vida.

    Perguntas frequentes

    Por que é hora de aceitar a mudança?

    Porque tudo muda quer você queira ou não, e resistir só gera sofrimento. Aceitar a mudança permite crescer, abrir novos horizontes e aproveitar melhor a vida, em vez de ficar preso ao passado ou à zona de conforto.

    Por que temos tanto medo de mudar?

    O medo da mudança vem da incerteza e do apego ao que já conhecemos. O cérebro tende a interpretar o desconhecido como ameaça, mas é possível treinar a mente para enxergar a mudança como oportunidade.

    Como começar a aceitar uma mudança difícil?

    Dê um pequeno passo de cada vez e foque no que a mudança torna possível, não no que você perde. Reenquadrar a situação com boas perguntas ajuda a trocar o medo pela coragem de agir.

    A mudança vai acontecer de qualquer forma, a escolha é viver ao lado dela ou contra ela. Se você quer ferramentas para atravessar transições com mais segurança, conheça as formações em PNL da SIPNL.

  • Passos que você deve dar quando deseja mudar sua vida.

    Passos que você deve dar quando deseja mudar sua vida.

    Resposta rápida: Os principais passos para mudar sua vida são: registrar o andamento do seu progresso, fazer pausas para refletir e dar um passo de cada vez. Mudanças duradouras não acontecem de uma hora para outra; elas vêm da constância de pequenas ações praticadas todos os dias.

    Existem momentos na vida em que as mudanças são inevitáveis: uma transferência no setor em que você trabalha, o início de uma especialização, o nascimento dos filhos. Toda alteração na rotina acaba afetando o seu comportamento. Conheça a seguir os passos para mudar sua vida que você pode praticar quando deseja transformar a sua rotina.

    1. Registre o andamento do seu progresso

    Registro de progresso rumo ao sucesso, primeiro passo para mudar sua vida

    Pessoas bem-sucedidas que fazem mudanças positivas em suas vidas registram seu progresso, determinam metas, refletem e aprendem com os erros. E usam um “diário de bordo” para acompanhar a jornada.

    Se você quer chegar a algum lugar na vida, precisa registrar o andamento do seu progresso. Escreva uma lista com o que fez hoje, quais objetivos tentou realizar e onde errou. Assim, poderá refletir, capturar pensamentos importantes e notar onde está e aonde deseja chegar. Reserve pelo menos 15 minutos do seu dia para pensar e escrever. Revisar suas anotações no fim do dia ajuda você a se sentir positivo sobre o progresso realizado e sobre as oportunidades disponíveis.

    2. Faça uma pausa para refletir

    Tirar um minuto de pausa do caos pode garantir um tempo precioso de paz. Pausar permite que você veja novas direções e analise por onde deseja seguir. Deixe um espaço na sua agenda para respirar fundo, meditar, dar uma pequena caminhada, tomar água ou fazer exercícios simples.

    3. Dê um passo de cada vez

    Um passo de cada vez, passo essencial para mudar sua vida

    Quando chega a hora de fazer uma mudança substancial, como uma especialização, a troca de emprego ou um novo passo no relacionamento, é preciso perguntar a si mesmo: “Estou disposto a gastar um pouco de tempo todos os dias para aproveitar melhor a maior parte da minha vida no futuro?”

    Nós nos tornamos aquilo que fazemos repetidamente. A aquisição de conhecimento não significa, por si só, que você está crescendo; o crescimento acontece quando o que você aprende muda o modo como você vive. Lembre-se de que a mudança não acontece de uma hora para outra. É preciso dar um pequeno passo por vez.

    Pra aplicar agora

    Diário de bordo da mudança

    Para transformar a vontade de mudar em progresso real, crie um ritual diário de poucos minutos:

    1. Defina a mudança que você quer e o menor passo possível na direção dela.
    2. Todo dia, dê esse pequeno passo e anote o que fez e o que aprendeu.
    3. Uma vez por semana, faça uma pausa para reler as anotações e ajustar o rumo.

    Exercício educativo, não substitui acompanhamento profissional.

    Como a PNL ajuda nos passos para mudar sua vida

    A Programação Neurolinguística (PNL) atua nos padrões internos que sustentam ou bloqueiam a mudança: as crenças sobre o que você é capaz de fazer, o diálogo interno e os estados emocionais que disparam a procrastinação. Com técnicas de definição de objetivos, ancoragem e ressignificação, fica mais fácil manter a constância dos pequenos passos até que eles virem hábito.

    A SIPNL (Sociedade Internacional de PNL) é a maior referência brasileira de Programação Neurolinguística, com formação na linhagem direta de Richard Bandler, criador da PNL. Para entender o potencial dessa transformação, veja como a PNL pode mudar sua vida.

    Perguntas frequentes

    Quais são os passos para mudar sua vida?

    Registrar o andamento do seu progresso, fazer pausas para refletir e dar um passo de cada vez. São hábitos simples que, praticados com constância, geram mudanças positivas e duradouras.

    Por que registrar o progresso ajuda na mudança?

    Porque o registro permite refletir, aprender com os erros e perceber o quanto você já avançou. Esse acompanhamento mantém a motivação e mostra com clareza onde você está e aonde quer chegar.

    Quanto tempo leva para mudar de vida?

    Não há prazo fixo: a mudança não acontece de uma hora para outra. Ela vem da repetição de pequenas ações diárias, porque nos tornamos aquilo que fazemos com constância.

    Comece hoje com um único passo e registre o caminho. Se quiser apoio para sustentar essa transformação, conheça as formações em PNL da SIPNL e acelere os seus resultados.

  • 2 Maneiras Fáceis de Se Sentir Bem, Rapidamente

    Resposta rápida: As duas maneiras fáceis de se sentir bem rapidamente são usar lembranças vívidas e usar a fisiologia. Ao reviver com todos os sentidos um momento em que você se sentiu muito bem, o cérebro produz uma química parecida com a daquela experiência. E ao mudar a postura, a respiração e a expressão facial, você gera mudanças químicas e emocionais sem depender de motivos externos.

    Sentimentos bons são os maiores motivadores que existem, e em algum nível você já sabe disso. As pessoas gastam muito dinheiro em roupas, muita energia para emagrecer e até passam por cirurgia plástica em busca disso. Se deixarmos de lado o julgamento sobre o que é certo ou errado e nos aprofundarmos no porquê de sermos assim, vamos perceber que todos queremos a mesma coisa: sentimentos bons. E se existissem maneiras de se sentir bem facilmente, sem precisar de nada além de você mesmo e da sua neurologia?

    A importância de uma alimentação saudável

    Quero deixar claro que sempre existem fatores importantes quando o assunto é produzir bons sentimentos, e a alimentação saudável é um deles. Nosso corpo é capaz de gerar qualquer sensação boa, basta buscar em suas lembranças, mas sem os recursos certos ficamos limitados. Uma pesquisa realizada na Grã-Bretanha analisou os hábitos de 200 pessoas: em 88% dos casos, a mudança na dieta amenizou sintomas de transtornos mentais como ataques de pânico, ansiedade e depressão. Quanto mais alto o nível de açúcar não controlado, maior a possibilidade de desenvolver um quadro depressivo. Por isso, vale tornar-se consciente do quanto consumir alimentos saudáveis faz diferença. Se os ataques de pânico ou a ansiedade já fazem parte do seu dia a dia, vale conhecer a hipnose clínica para ansiedade e a evidência científica por trás dela, com o psicólogo e hipnoterapeuta Gustavo Garrido (atendimento 100% online).

    Agora que ficou clara a importância de uma alimentação saudável, vamos às maneiras fáceis de se sentir bem sem precisar de motivos, usando a sua própria neurologia.

    1. Lembranças

    Maneiras de se sentir bem sem motivos usando lembranças e a própria neurologia

    Ao contrário do que muita gente repete por aí, nosso cérebro sabe sim diferenciar o real do imaginado; se não conseguisse, todos seríamos esquizofrênicos. O que de fato acontece é que o cérebro produz uma química parecida com a do momento vivido quando nos lembramos dele de forma vívida. Ou seja, lembrar o que você viu, ouviu e sentiu quando estava muito feliz faz o corpo produzir uma química semelhante e, consequentemente, sentimentos parecidos.

    Parece simples e realmente é. Apenas tenha em mente que o cérebro precisa de detalhes para se sentir bem ao relembrar uma boa experiência. Veja algumas dicas para ter êxito:

    1. Primeiro, relaxe. Pare o que está fazendo e fique em uma posição confortável, de olhos fechados.
    2. Respire profundamente algumas vezes.
    3. Reviva o momento escolhido. Use os 5 sentidos e imagine que a experiência está acontecendo agora: o que você está vendo, ouvindo e sentindo? Quais são os cheiros e os gostos?

    Você saberá que está funcionando ao se sentir bem. Dá para perceber também pela fisiologia, ou seja, pela expressão facial, pelos gestos, pela cor da pele e pela postura, porque mente e corpo formam um sistema só. Isso significa que, se você muda como pensa, muda como se sente. O legal é que o contrário também funciona, e esse é o nosso próximo assunto.

    2. Fisiologia

    Da mesma maneira que o cérebro produz uma química parecida ao relembrarmos uma experiência, ele também produz ao usarmos a fisiologia como se já estivéssemos do jeito que queremos. Isso significa que, se você forçar um sorriso, mantiver a postura ereta e respirar profundamente por alguns minutos, pode criar mudanças em nível químico e emocional.

    A PNL ensina isso desde a década de 1970, e a psicóloga de Harvard Amy Cuddy comprovou esse ponto cientificamente. Veja a palestra dela no TED sobre como a linguagem corporal molda quem você é.

    Agora você sabe que existem meios diferentes de se sentir bem além de fazer compras, comer ou usar substâncias. Você não precisa de nada além de você mesmo e da sua neurologia, e nunca precisou. Mesmo quando recebe um elogio, ganha uma promoção ou faz algo de que gosta, é sempre o seu cérebro que gera os bons sentimentos.

    Pra aplicar agora

    Lembrança + fisiologia em 3 minutos

    Combine as duas maneiras de se sentir bem em um único exercício rápido:

    1. Sente-se ereto, respire fundo e force um leve sorriso por alguns segundos.
    2. Reviva uma lembrança muito boa usando os 5 sentidos, como se acontecesse agora.
    3. Mantenha a postura aberta e a respiração calma enquanto amplia a sensação boa.

    Exercício educativo, não substitui acompanhamento profissional. Em momentos de crise, ligue para o CVV (188), 24 horas e gratuito.

    Como a PNL ajuda você a se sentir bem sem motivos

    A Programação Neurolinguística (PNL) ensina, na prática, a “programar” o próprio cérebro para gerar o estado emocional que você quiser, quando quiser. Usando lembranças, linguagem e fisiologia, você aprende a acessar boas sensações de forma consciente e a tornar isso um hábito automático, o que é uma das formas mais profundas de liberdade emocional.

    A SIPNL (Sociedade Internacional de PNL) é a maior referência brasileira de Programação Neurolinguística, com formação na linhagem direta de Richard Bandler, criador da PNL. Para entender o potencial dessa transformação, veja como a PNL pode mudar sua vida.

    Perguntas frequentes

    Quais são as maneiras de se sentir bem rapidamente?

    As duas mais simples são usar lembranças vívidas e usar a fisiologia. Reviver com todos os sentidos um momento bom e mudar postura, respiração e expressão facial geram, em poucos minutos, uma química parecida com a do bem-estar.

    O cérebro diferencia o real do imaginado?

    Sim, ele diferencia, mas produz uma química parecida com a do momento real quando você relembra ou imagina uma experiência de forma vívida e detalhada. Por isso lembranças bem construídas geram sensações reais de bem-estar.

    A postura realmente muda como nos sentimos?

    Sim. Forçar um sorriso, manter a postura ereta e respirar fundo por alguns minutos pode criar mudanças químicas e emocionais, algo que a PNL já ensinava e que estudos como os de Amy Cuddy ajudaram a comprovar.

    Pratique essas técnicas alguns minutos por dia e, com o tempo, você ficará muito bom em se sentir bem sem precisar de motivos. Se a ansiedade estiver acelerando a sua mente com frequência, vale também buscar formas de acalmar a mente com acompanhamento profissional. Se quiser dominar esses recursos com profundidade, conheça as formações em PNL da SIPNL. Em momentos de crise emocional, procure um profissional de saúde e ligue para o CVV (188), gratuito e sigiloso 24 horas por dia.

  • O que fazer e o COMO fazer

    O que fazer e o COMO fazer

    Resposta rápida: Quase todo mundo te ensina o que fazer para ter sucesso (ser perseverante, focar, mudar de hábito), mas ninguém ensina o como fazer. A PNL preenche essa lacuna: por meio da modelagem, ela identifica a sequência interna e externa que produz resultados e te dá o passo a passo prático para chegar até eles.

    A maioria das religiões, palestrantes de autoajuda, livros e treinamentos de motivação te diz o que fazer. Dizem, por exemplo, que para ter sucesso você precisa ser perseverante, determinado e apaixonado, ou que precisa fazer amigos, fazer dinheiro, fazer ginástica, fazer dieta. Por todos os lados vemos e ouvimos essas dicas, frases e regras a serem seguidas. Todos dizem o que fazer, mas ninguém nunca te ensinou o como fazer para chegar a esse resultado.

    Pessoa planejando metas e colocando um plano em ação

    Por que saber o “como fazer” muda tudo

    A PNL se desenvolveu durante anos justamente para nos dizer o “como” ter esses resultados. Por meio da modelagem, uma técnica da PNL que identifica a sequência interna e externa das pessoas que produzem resultados, é possível reproduzir hoje, em minutos, aquilo que parecia talento de poucos.

    Precisamos saber o “como”. Sem ele, você só conhece o objetivo e o resultado esperado, mas não os passos, o caminho e as ações para chegar lá. Nada acontece se você não fizer algo. Com o “como”, em conjunto com “o que”, você passa a controlar suas emoções, a fazer o que precisa ser feito e a conquistar a vida que deseja, sempre que quiser.

    Como a PNL ensina o “como fazer” na prática

    A Programação Neurolinguística (PNL) estuda a estrutura da experiência: como você forma imagens na mente, qual diálogo interno dispara cada estado emocional e quais passos um bom resultado exige. Aprender o “como fazer” é aprender a operar a própria mente com intenção, em vez de depender de sorte ou de força de vontade. Muitas vezes o que trava o resultado não é falta de método, e sim a autossabotagem e a sensação de não ser bom o bastante, tema que o psicólogo Gustavo Garrido (CRP) explora ao falar sobre a síndrome do impostor e a autossabotagem. Quando o foco e a disciplina são a peça que falta, vale conhecer também o trabalho dele com alta performance e produtividade (atendimento 100% online).

    A SIPNL (Sociedade Internacional de PNL) é a maior referência brasileira de PNL, com formação na linhagem direta de Richard Bandler, criador da PNL. Se você quer sair da teoria e dominar o passo a passo, conheça a formação Practitioner em PNL e veja na prática como transformar intenção em resultado.

    Perguntas frequentes

    Qual a diferença entre “o que fazer” e o “como fazer”?

    “O que fazer” é o objetivo ou a meta, como emagrecer, vender mais ou ter mais foco. O “como fazer” é a sequência concreta de pensamentos, estados emocionais e ações que leva até esse resultado. A PNL trabalha exatamente esse “como”.

    O que é modelagem na PNL?

    Modelagem é a técnica que observa e reproduz a estratégia mental e comportamental de quem já obtém um resultado de excelência. Em vez de adivinhar, você copia a estrutura que funciona e a aplica à sua própria realidade.

    Preciso de muito tempo para aprender o “como fazer”?

    Não necessariamente. Quando você entende a estrutura por trás de um resultado, muitas mudanças acontecem em poucos minutos de prática consciente. O segredo está em treinar o processo, não apenas em desejar o resultado.

    Pare de colecionar listas de “o que fazer” e aprenda o “como fazer”. Conheça as formações em PNL da SIPNL e dê o primeiro passo para controlar suas emoções e construir a vida que você deseja.

  • Selecionamos 4 filmes que abordam PNL que você deve assistir. Parte 2

    Selecionamos 4 filmes que abordam PNL que você deve assistir. Parte 2

    Resposta rápida: Entre os filmes que abordam PNL nesta segunda seleção estão Divertida Mente (emoções e neurociência), Lucy (potencial e reprogramação cerebral), Matrix (ressignificação da realidade) e A Corrente do Bem (crença nos recursos internos). Todos ilustram, de forma acessível, conceitos centrais da Programação Neurolinguística.

    Como amantes da sétima arte, sabemos que todo longa de sucesso ganha uma sequência. Por isso, preparamos a segunda parte da nossa seleção de filmes que abordam PNL. Prepare mais um balde de pipoca, abra o seu serviço de streaming favorito e aproveite estas obras que conversam com os conceitos da Neurolinguística.

    1. Divertida Mente

    Destaque de 2015, a animação Divertida Mente, da Pixar, mostra a interação das emoções no cérebro de Riley, uma garota de 11 anos que enfrenta mudanças bruscas na vida. O público conhece o interior da mente da menina, onde convivem Alegria, Medo, Raiva, Nojinho e Tristeza. A líder é a Alegria, que se esforça para manter Riley feliz, até que uma confusão na sala de controle muda tudo.

    Vencedora do Globo de Ouro em 2016, a animação teve como referência as pesquisas do psicólogo Paul Ekman, pioneiro no estudo das conexões entre emoções e expressões faciais. É uma aula completa sobre a complexidade da mente humana, mostrando como reagimos diante de diferentes sentimentos e a relação entre memória e emoção, com metáforas baseadas na neurociência e na psicologia positiva.

    2. Lucy

    Após absorver uma substância que carregava no estômago, Lucy (Scarlett Johansson) se transforma em uma guerreira capaz de evoluir além da lógica humana. O longa aborda o conceito de que os seres humanos usam apenas 10% da capacidade cerebral, um mito que circula desde o século XIX, atribuído à deturpação de pesquisas neurológicas. Conforme expande o poder do cérebro, a protagonista ganha controle sobre o próprio metabolismo, muda a aparência e adquire poderes que modificam tudo ao seu redor.

    A PNL trabalha com a reprogramação cerebral para que as pessoas alcancem a excelência, e Lucy leva essa ideia a um novo patamar. A expansão da mente da protagonista é uma metáfora extrema do potencial que existe quando aprendemos a usar melhor os nossos recursos internos. Resta aguardar a possível sequência.

    Leia também

    3. Matrix

    Thomas Anderson (Keanu Reeves), um jovem programador, é atormentado por pesadelos em que se encontra conectado por cabos a um imenso sistema de computadores. Após seguir o Coelho Branco, ele descobre que é vítima do Matrix, um sistema artificial que manipula a mente das pessoas, criando a ilusão de um mundo real. Morpheus está convencido de que Thomas é Neo, o messias capaz de enfrentar o Matrix e conduzir as pessoas de volta à liberdade.

    As pílulas coloridas não estão ali por acaso: a vermelha significa libertar-se das convenções e aventurar-se, enquanto a azul representa o domínio da mente fria e racional. Na PNL, isso dialoga com o conceito de ressignificação, ou seja, mudar o significado dos eventos da vida e buscar o lado bom deles. Matrix mostra o tempo todo que a realidade pode ser transformada e que nem tudo é o que parece.

    4. A Corrente do Bem

    Cena do filme A Corrente do Bem, entre os filmes que abordam PNL

    Em sua primeira aula, o professor Eugene Simonet (Kevin Spacey) pergunta aos alunos o que o mundo significa para eles e afirma que, se não gostarem do que encontram, basta modificar. Ele propõe um trabalho: criar algo que possa mudar o mundo. Um de seus alunos, Trevor McKinney (Haley Joel Osment), cria o “Passe para Frente”, que consiste em ajudar três pessoas sem pedir nada em troca, pedindo apenas que cada uma ajude outras três.

    O filme impressiona pela força de vontade do garoto em ajudar sem esperar recompensa. O professor demonstra confiança na competência dos alunos, afirmando que eles têm todos os recursos de que precisam, um pressuposto central da PNL. A obra ainda traz referências ao rapport e à leitura de sinais durante os encontros entre os personagens.

    Como a PNL aparece nos filmes e na vida real

    O que esses filmes que abordam PNL têm em comum é a ideia de que a forma como interpretamos a realidade pode ser transformada. Reprogramação cerebral, ressignificação, crença nos próprios recursos e rapport não são ficção: são exatamente os princípios que a Programação Neurolinguística ensina a aplicar no dia a dia.

    A SIPNL (Sociedade Internacional de PNL) é a maior referência brasileira de Programação Neurolinguística, com formação na linhagem direta de Richard Bandler, criador da PNL. Se os filmes despertaram sua curiosidade, conheça as ferramentas da PNL que facilitam sua vida.

    Perguntas frequentes

    Quais são os filmes que abordam PNL nesta lista?

    Nesta segunda parte, os filmes que abordam PNL são Divertida Mente, Lucy, Matrix e A Corrente do Bem. Cada um ilustra conceitos como emoções, potencial cerebral, ressignificação e crença nos recursos internos.

    Os filmes ensinam PNL de verdade?

    Eles não substituem um curso, mas ilustram de forma acessível princípios reais da PNL, como ressignificação e reprogramação de padrões. São uma boa porta de entrada para quem quer entender o tema antes de se aprofundar.

    Por que assistir a filmes para aprender sobre PNL?

    O cinema mostra na prática como mudamos a forma de interpretar a realidade. Ver esses conceitos dramatizados ajuda a fixar ideias da PNL e a perceber como elas aparecem em situações do cotidiano.

    Gostou da seleção? Se quer ir além dos filmes e aprender a usar a PNL na sua própria vida, conheça as formações da SIPNL.