Tag: Emoções e Ansiedade

  • Antidepressivos, um mal necessário?

    Antidepressivos, um mal necessário?

    Resposta rápida: Os antidepressivos são medicamentos psiquiátricos que regulam neurotransmissores e ajudam a controlar os sintomas da depressão. Segundo estudo liderado por Andrea Cipriani (Universidade de Oxford), eles são eficazes, mas não costumam ser a primeira e única opção: o ideal é usá-los, quando indicados pelo médico, junto a acompanhamento psicológico. Recursos como a PNL e bons hábitos podem complementar o tratamento, nunca substituí-lo. A decisão sobre medicar ou não é sempre do seu médico.

    Recentemente, li sobre uma pesquisa liderada por Andrea Cipriani, da Universidade de Oxford, um estudo que avaliou a eficácia de medicamentos para depressão. O próprio pesquisador pondera que mesmo o medicamento mais eficaz não seria necessariamente a melhor primeira opção, e que as pessoas medicadas geralmente devem usá-los em conjunto com outros tratamentos psicológicos.

    Este artigo é educativo e não substitui a orientação de um médico ou psicólogo. A ideia aqui não é dizer se você deve ou não tomar antidepressivos, e sim apresentar informações e recursos complementares que muitas pessoas ainda não conhecem. Se você está em sofrimento, procure ajuda profissional. Para entender melhor o quadro antes de buscar tratamento, vale ler sobre a diferença entre ansiedade e depressão, escrito pelo psicólogo Gustavo Garrido.

    O poder de uma sugestão

    Antidepressivos, um mal necessário? Reflexão sobre tratamento da depressão

    A maioria dos professores, pais e médicos não percebe que a forma de transmitir uma mensagem pode, muitas vezes, influenciar quem ouve, por causa da autoridade que têm naquele contexto. A pesquisadora Kathleen Cotton publicou, em 1989, uma análise sobre o peso das expectativas de escolas e professores sobre os alunos. O que ela sugere é que acreditar na capacidade de aprendizado de todos é fundamental para o desenvolvimento dos estudantes.

    Algo parecido acontece todos os dias entre médicos e pacientes. Você deve, sim, escutar as autoridades no assunto, porque todas as profissões da saúde têm seu valor e existem para nos ajudar. Ao mesmo tempo, vale manter consciência sobre as próprias crenças e expectativas, sempre dentro da orientação profissional.

    O que são antidepressivos

    O que são antidepressivos e como agem no sistema nervoso

    Antidepressivos são medicamentos psiquiátricos que agem no sistema nervoso. Sua função é regular e normalizar os fluxos de neurotransmissores para reduzir os sintomas do transtorno. É importante lembrar que esses medicamentos não “deixam a pessoa mais feliz” nem curam por si só: o que fazem é controlar o quadro e ajudar a estabilizar o humor. Uma pessoa sem depressão não ficaria mais feliz ao tomá-los.

    Os antidepressivos vendidos no Brasil somam milhões de unidades por ano, e esse número vem crescendo. No estudo coordenado por Cipriani, os medicamentos foram comparados quanto à eficácia, mas o próprio autor reforça que isso não significa que devam ser a primeira opção de tratamento, e que costumam funcionar melhor combinados a acompanhamento psicológico.

    Existem diferentes classes de antidepressivos, cada uma com um mecanismo de ação. Entre as mais conhecidas estão:

    • Inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS), como sertralina e fluoxetina.
    • Inibidores da recaptação da serotonina e da norepinefrina, como desvenlafaxina e duloxetina.
    • Antidepressivos tricíclicos, como imipramina e amitriptilina.
    • Inibidores da monoamina oxidase, como isocarboxazida e fenelzina.
    • Antidepressivos noradrenérgicos e específicos serotoninérgicos, como mirtazapina e mianserina.

    Cada medicamento pode causar efeitos colaterais, que variam de pessoa para pessoa: náusea, alteração no sono, tremores, dor de cabeça, tontura, boca seca, fadiga, mudança de apetite e peso, entre outros. Por isso, a escolha e o ajuste do remédio são responsabilidade exclusiva de um profissional. O acompanhamento de um psiquiatra é indispensável, e nenhuma informação deste texto substitui essa avaliação.

    Soluções que podem complementar o tratamento

    Soluções complementares ao uso de antidepressivos no cuidado emocional

    Importante: estas ideias jamais devem passar por cima das indicações do seu médico. Só o profissional que acompanha você pode decidir sobre iniciar, manter ou interromper qualquer medicação. O que segue é um recurso educativo de autocuidado, para somar ao tratamento, não para substituí-lo.

    Muita gente ainda não percebe o quanto a forma como pensamos influencia como nos sentimos. Imagine que alguém entra na sua casa sem permissão e risca a parede, deixando-a feia. Mesmo sem culpa, você não conviveria com aquilo todos os dias: faria o que fosse preciso para deixar a parede do jeito que quer. Se tivéssemos o mesmo cuidado com a nossa mente, muitos sofrimentos seriam mais bem cuidados.

    Da mesma forma que cuidamos da casa, podemos aprender a cuidar do nosso mundo interno: observar quais pensamentos produzem tristeza, ansiedade ou medo, e trabalhar para transformá-los. Com algumas das ferramentas usadas na PNL, esse processo de autorregulação fica mais acessível, sempre como apoio ao acompanhamento profissional.

    Pra aplicar agora

    Cuidando do mundo interno

    Um exercício simples de autocuidado para fazer com calma, como complemento (nunca substituto) do seu tratamento:

    1. Perceba o que te deixa mal: que pensamento ou imagem aparece antes de você se sentir triste ou ansioso?
    2. Tome o controle: imagine essa cena negativa do tamanho de uma moeda, em preto e branco, e afaste-a de você.
    3. Mire no que você quer: pergunte-se como gostaria de se sentir e pelo que é grato hoje.
    4. Torne o mundo interno mais agradável: visualize-se mais tranquilo, com imagens boas mais claras e coloridas.

    Exercício educativo, não substitui acompanhamento profissional. Em momentos de crise, ligue para o CVV (188), 24 horas e gratuito.

    Como a PNL ajuda no cuidado emocional

    Cuidar do estado emocional como apoio ao tratamento da depressão

    Sentir-se bem é, em parte, uma habilidade. Assim como andar de bicicleta ou dirigir, estados como calma, relaxamento e bem-estar tendem a ficar mais acessíveis quanto mais são praticados. A Programação Neurolinguística trabalha exatamente os padrões de pensamento e linguagem interna que influenciam as emoções, oferecendo recursos de autorregulação que podem caminhar ao lado do tratamento clínico.

    Vale reforçar: cultivar comportamentos que favorecem o bem-estar é um apoio, não uma cura, e não substitui medicação ou terapia quando há um diagnóstico. A SIPNL (Sociedade Internacional de PNL) é a maior referência brasileira de Programação Neurolinguística, com formação na linhagem direta de Richard Bandler, criador da PNL, e enxerga essas ferramentas sempre como complemento ao trabalho dos profissionais de saúde.

    Perguntas frequentes

    Antidepressivos são um mal necessário?

    Os antidepressivos são uma ferramenta importante e, em muitos casos, indispensável, mas a decisão sobre usá-los é sempre médica. O estudo de Oxford mostra que eles funcionam melhor combinados a acompanhamento psicológico. Não há resposta única: cada caso exige avaliação individual de um psiquiatra.

    A PNL pode substituir o antidepressivo?

    Não. A PNL e outros recursos de autocuidado podem complementar o tratamento, ajudando na autorregulação emocional, mas nunca substituem medicação ou terapia. Qualquer mudança no uso de remédios deve ser decidida exclusivamente pelo seu médico.

    Quando devo procurar ajuda?

    Sempre que a tristeza, o desânimo ou a ansiedade estiverem intensos ou persistentes e atrapalhando o seu dia a dia. Depressão é uma condição de saúde e merece acompanhamento. Em momentos de crise, procure um profissional e ligue para o CVV (188).

    Se você está enfrentando a depressão, não passe por isso sozinho. Procure um psiquiatra ou psicólogo e siga sempre a orientação médica. Em momentos de crise, ligue para o CVV (188), atendimento gratuito e sigiloso 24 horas por dia. Como apoio complementar ao tratamento, o psicólogo e hipnoterapeuta Gustavo Garrido atende, de forma 100% online, pessoas que buscam acalmar a mente diante da ansiedade e do desânimo.

  • 8 Perguntas Terapêuticas Poderosas para Usar com Adultos

    8 Perguntas Terapêuticas Poderosas para Usar com Adultos

    Resposta rápida: As perguntas terapêuticas mais poderosas usadas em um processo terapêutico servem para definir objetivos, identificar como a pessoa gera os próprios comportamentos e direcionar o foco para soluções. Exemplos: “O que você quer?”, “Como vai saber que conseguiu?”, “O que você faria se soubesse que é impossível fracassar?” e “Como você se impede de ter isso?”. Boas perguntas ampliam recursos; perguntas ruins reforçam medo e ansiedade.

    “Sempre a bela resposta a quem faz uma pergunta ainda mais bela.” (E. E. Cummings)

    Você sabia que a qualidade das perguntas poderosas que você usa diariamente pode definir como será a sua vida? Usadas da maneira correta, as perguntas se tornam ferramentas para produzir as mudanças desejadas. Este artigo ajuda quem quer entender melhor COMO produz os próprios comportamentos e emoções, e o que fazer para mudá-los. Se você é terapeuta e quer melhorar os resultados com seus clientes, continue lendo.

    Conversa em processo terapêutico

    Por que as perguntas terapêuticas funcionam

    Perguntas têm o poder de ampliar ou diminuir nossos recursos, porque o cérebro sempre busca uma resposta. Por isso, é útil perceber quais perguntas fazemos a nós mesmos, para trocá-las e obter respostas melhores. Pessoas prejudicadas por medo e ansiedade costumam se fazer perguntas que levam a esse estado: “O que pode dar errado?”, “E se as pessoas não gostarem?”, “Será que eu vou gaguejar?”. O cérebro, um computador biológico poderoso, responde com imagens perturbadoras. Esse tipo de pergunta automática costuma aparecer também à noite, quando vale entender por que a ansiedade ataca mais à noite.

    Não seria mais útil usar perguntas que geram valor? Em vez de “por que minha vida é tão ruim?”, experimente “pelo que sou grato na minha vida?”. Seu foco se direciona para coisas boas e você se sente melhor. Não é coincidência que, desde 1970, terapeutas de excelência venham usando perguntas específicas e parecidas, com bastante resultado. Além de direcionar o foco, elas servem para colher informações, eliminar crenças e mudar pensamentos inúteis.

    As 8 perguntas terapêuticas poderosas para o processo terapêutico

    1 e 2. O que você quer? Como vai saber que conseguiu?

    Coloco essas duas primeiro porque elas são usadas para criar e definir objetivos, o primeiro passo de qualquer processo de mudança. Sem objetivo, qualquer resultado serve, e nem você nem o cliente merecem “qualquer resultado”. Vale aprofundar: o que você quer desse processo? Qual objetivo deseja atingir? Como vai saber que chegou lá, o que vai ver, escutar e sentir? Criar evidências sensoriais ajuda o cérebro a reconhecer a mudança.

    3. O que ainda não está perfeito?

    Além de ajudar a definir objetivos, esta pergunta tem um diferencial: ela pressupõe que algo na sua vida vai ficar perfeito, abrindo espaço para a mudança.

    4. O que você faria se soubesse que é impossível fracassar?

    Muitas vezes a pessoa não se vê atingindo os objetivos por causa das próprias crenças sobre o mundo. Esta pergunta é excelente para romper limites e criar novas conexões neurais. Primeiro é preciso se ver tendo sucesso para realizá-lo externamente.

    5. Como você se impede de ter isso?

    É dever do terapeuta produzir mudanças, e ajudar a identificar COMO o cliente gera os comportamentos atuais facilita perceber o que deve ser transformado.

    6. Como você faz para ter?

    Parecida com a anterior, esta pergunta identifica os pensamentos e sensações que produzem resultados indesejados. Se o cliente tem medo de falar em público porque imagina que vai gaguejar ou ser humilhado, basta trabalhar esse pensamento e substituí-lo para produzir a mudança. A PNL é uma excelente ferramenta para isso. Ela também pressupõe que o problema é gerado pela própria pessoa, o que torna a mudança possível.

    7. Como você sabe?

    O cérebro generaliza, omite e distorce informações, um processo útil que economiza energia. O problema aparece quando uma má interpretação vira um “não posso”, “não consigo” ou “não mereço”. É aí que esta pergunta entra. Exemplo: o cliente diz “eu não consigo emagrecer”; o terapeuta pergunta “como você sabe disso?”; o cliente responde “tentei várias vezes”; e o terapeuta provoca: “existe algo que você tentou várias vezes sem conseguir, mas depois achou uma solução?”.

    8. Quanto prazer você consegue suportar?

    Responder perguntas define onde vamos focar. Se as perguntas que você usa fazem você se sentir mal, que tal melhorar a qualidade delas? Gosto desta porque, para respondê-la, você precisa se sentir muito bem.

    Perguntas poderosas criam respostas poderosas

    Para fechar, deixo algumas perguntas simples e poderosas para se fazer diariamente. Pense em pelo menos duas respostas para cada uma; a finalidade é construir o hábito de se sentir bem:

    1. Quem ou o que na minha vida me faz sentir mais feliz?
    2. Como posso ter mais prazer na minha vida?
    3. Quem ou o que me faz sentir mais amado?
    4. O que me dá maior sensação de satisfação?
    5. O que traz significado à minha vida?
    6. Por quem ou pelo que sou mais grato?

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    Ritual das perguntas poderosas

    Use estas perguntas para redirecionar o foco e melhorar o seu estado em poucos minutos:

    1. Percebeu um pensamento que te derruba? Anote a pergunta escondida nele (ex.: “e se der errado?”).
    2. Troque por uma pergunta que amplie recursos (ex.: “o que posso fazer para dar certo?”).
    3. Responda em voz alta, dando pelo menos duas respostas concretas.
    4. Repita uma das seis perguntas de gratidão e prazer e note como o seu estado muda.

    Exercício educativo, não substitui acompanhamento profissional.

    Como a PNL potencializa as perguntas poderosas

    As perguntas poderosas são uma das bases do trabalho terapêutico, e a PNL leva essa ferramenta adiante: ela mostra COMO o cérebro produz comportamentos e emoções, permitindo eliminar pensamentos inúteis e substituir crenças limitantes por respostas mais úteis. Combinar boas perguntas com técnicas de PNL acelera os resultados, tanto para terapeutas quanto para quem deseja mudar a si mesmo.

    A SIPNL (Sociedade Internacional de PNL) é a maior referência brasileira de Programação Neurolinguística, com formação na linhagem direta de Richard Bandler, criador da PNL. Para dominar essas ferramentas na prática, conheça a formação Practitioner em PNL. Se as perguntas ansiosas costumam tomar conta da sua mente, vale conhecer também como acalmar a mente com o psicólogo e hipnoterapeuta Gustavo Garrido (atendimento 100% online).

    Perguntas frequentes

    O que são perguntas terapêuticas?

    São perguntas que ampliam os recursos da pessoa, ajudando a definir objetivos, identificar como ela gera os próprios comportamentos e direcionar o foco para soluções. Bem usadas, produzem mudanças grandes com perguntas simples.

    Como as perguntas influenciam nossas emoções?

    O cérebro sempre busca responder ao que perguntamos. Perguntas negativas geram imagens e sensações ruins; perguntas voltadas para soluções e gratidão direcionam o foco para o que é bom e melhoram o estado emocional.

    A PNL ajuda no uso dessas perguntas?

    Sim. A PNL revela como o cérebro produz comportamentos e emoções, permitindo eliminar pensamentos inúteis e trocar crenças limitantes. Combinada às perguntas poderosas, ela torna o processo de mudança mais rápido e eficaz.

    Quais são boas perguntas para a terapia individual?

    Na terapia individual, funcionam bem as perguntas que colocam a pessoa no comando do próprio processo: “O que você quer alcançar?”, “Como vai saber que conseguiu?”, “O que ainda te impede?” e “O que você faria se soubesse que não é possível fracassar?”. Elas tiram o foco do problema e ajudam o cliente a construir a solução.

    Que perguntas usar na terapia com adultos?

    Com adultos, as perguntas mais poderosas são as que respeitam a autonomia e provocam reflexão sem julgamento: “O que isso significa para você?”, “Para que você faz isso?” e “O que muda se você olhar por outro ângulo?”. O objetivo é que o próprio adulto perceba seus padrões e escolha novos caminhos.

    Se você é terapeuta ou quer aprender a usar a própria mente a seu favor, comece praticando essas perguntas no dia a dia e considere se aprofundar nas formações em PNL da SIPNL.

  • 19 gênios do desenvolvimento humano que revolucionaram suas áreas.

    19 gênios do desenvolvimento humano que revolucionaram suas áreas.

    Resposta rápida: Os gênios do desenvolvimento humano são pessoas que revolucionaram áreas como PNL, hipnose, coaching, psicoterapia, meditação e psicologia positiva, criando soluções para problemas emocionais e comportamentais. Nomes como Virginia Satir, Milton Erickson, Richard Bandler, Tony Robbins e Eckhart Tolle deixaram métodos que ajudam milhões de pessoas a mudar de vida. Conhecê-los é descobrir quantas soluções existem para os seus desafios.

    Existe um enorme número de pessoas que sofrem com problemas emocionais, comportamentais e psicológicos. Segundo a OMS, depressão e ansiedade afetam cada vez mais gente, e o Brasil é o país com maior número de casos de ansiedade. Felizmente, há quem dedique a vida a resolver esses problemas. Abaixo apresento alguns gênios do desenvolvimento humano que, de alguma forma, revolucionaram suas áreas, cada um com soluções diferentes. O importante é saber que existem muitas opções para mudar sua vida. Continue lendo para conhecê-los.

    Virginia Satir (1916-1989)

    Virginia Satir, um dos gênios do desenvolvimento humano

    Psicoterapeuta norte-americana conhecida por suas abordagens em Terapia Familiar e Constelação Sistêmica, Virginia foi um dos principais modelos para a criação da PNL, estudada por Richard Bandler e John Grinder. Ela acreditava que qualquer pessoa podia mudar. Sua ideia mais revolucionária era a do “problema de superfície”: como o problema se apresenta raramente é o problema real; é a forma como as pessoas lidam com ele que cria a dificuldade. Foi eleita a terapeuta mais influente em pesquisas nacionais e premiada por seus serviços à humanidade. Livros: Terapia do Grupo Familiar e Encontre o Milagre em Você.

    Milton H. Erickson (1902-1980)

    Milton Erickson, gênio do desenvolvimento humano e da hipnose

    Psiquiatra norte-americano fundador da Sociedade Americana de Hipnose Clínica, Milton revolucionou as áreas de hipnose, comunicação e terapia, servindo de base para a PNL. Aos 17 anos contraiu poliomielite e, paralisado, passou a observar atentamente a linguagem corporal e o tom de voz das pessoas, conhecimento que o tornou um dos terapeutas mais notáveis da história. Apenas conversando, podia induzir transe e resolver problemas de vidas inteiras. Sua genialidade deu origem à Hipnose Ericksoniana. Livros: Os Seminários Didáticos de Psicanálise e O Homem de Fevereiro.

    Fritz Perls (1893-1970)

    Fritz Perls, gênio do desenvolvimento humano e da Gestalt-terapia

    Psicoterapeuta e psiquiatra alemão que, junto com a esposa, desenvolveu a Gestalt-terapia. Sua habilidade de perceber gestos incongruentes e o uso de perguntas específicas o tornaram um grande terapeuta e modelo para a PNL. Do ponto de vista da Gestalt, não importa o que acontece, e sim como interpretamos o acontecimento. Uma de suas práticas é a mudança de perspectiva, em que a pessoa escolhe ver a experiência de outro modo para se sentir melhor e agir diferente. Livro: Abordagem Gestáltica e Testemunha Ocular da Terapia.

    Timothy Gallwey

    Timothy Gallwey, gênio do desenvolvimento humano e fundador do coaching

    Considerado por muitos o fundador do coaching atual, Gallwey foi capitão da equipe de tênis de Harvard. Como professor, percebeu que o “jogo interior”, os pensamentos e crenças, influenciava os resultados tanto quanto o preparo físico. Seu livro O Jogo Interior de Tênis é tido como o primeiro do coaching moderno e logo passou a ser aplicado em todas as áreas, da empresa ao esporte. Livros: O Jogo Interior de Tênis, The Inner Game of Stress e The Inner Game of Work.

    Richard Wayne Bandler

    Richard Bandler, gênio do desenvolvimento humano e criador da PNL

    Cocriador da PNL (Programação Neurolinguística) e criador da DHE e do NHR. Bandler acredita que todas as pessoas podem resolver seus problemas rapidamente e desenvolveu maneiras de tratar fobias, medos, ansiedade e vícios em minutos. Em vez de estudar quem tem o distúrbio, ele aprende com quem já resolveu o problema, processo chamado de modelagem. Desde 1970, modela atletas, terapeutas, empresários e comunicadores de sucesso, deixando um legado de livros, vídeos e institutos licenciados no mundo todo. Livros: Teaching Excellence, Thinking On Purpose e Engenharia da Persuasão. richardbandler.com

    Sigmund Freud

    Sigmund Freud, gênio do desenvolvimento humano e pai da psicanálise

    Médico neurologista responsável por popularizar o tratamento psicológico pela fala e fundar a Psicanálise, Freud usava a interpretação dos sonhos e a livre associação como vias de acesso ao inconsciente. Acreditava que as pessoas podiam se curar ao perceber seus pensamentos inconscientes e liberar emoções reprimidas. Sua contribuição mais notável foi dar ao inconsciente um status científico. Livros: A Interpretação dos Sonhos, Três Ensaios sobre a Teoria da Sexualidade e O Mal-estar na Civilização.

    Dave Elman (1900-1967)

    Dave Elman, gênio do desenvolvimento humano e da hipnose rápida

    Elman teve contato com a hipnose ainda jovem, ao ver um hipnotizador aliviar o sofrimento de seu pai com câncer terminal. Trabalhou como hipnotizador de palco, onde desenvolveu suas induções rápidas. Aos 49 anos começou a ensinar hipnose para grupos de médicos e, graças à habilidade de induzir transe rapidamente, tornou-se muito conhecido, ensinando milhares de profissionais. Livro: Hypnotherapy.

    Anthony Robbins

    Tony Robbins, gênio do desenvolvimento humano e do alto desempenho

    Um dos responsáveis pela popularização da PNL, Robbins já treinou nomes como Nelson Mandela, Bill Clinton e Princesa Diana. Saiu de casa aos 17 anos e trabalhou como zelador antes de promover seminários e formar parceria com John Grinder, cocriador da PNL. Estima-se que mais de 4 milhões de pessoas já passaram por seus treinamentos. Também tem forte envolvimento com filantropia, ajudando a alimentar milhões em mais de 50 países. Livros: Desperte Seu Gigante Interior e Poder Sem Limites. tonyrobbins.com

    Erik von Markovic (Mystery)

    Erik von Markovic, gênio do desenvolvimento humano no campo da sedução

    Mais conhecido como Mystery, Erik é um dos maiores desenvolvedores no campo da sedução. Apesar da fama, afirma que até os 20 anos nunca foi bom com mulheres, e tudo mudou quando decidiu aprender e praticar ao máximo. Por tentativa e erro, transformou suas experiências em métodos aprendíveis e passou a treinar homens em diversos países. Livro: O Método Mystery.

    Moshé Feldenkrais (1904-1984)

    Moshé Feldenkrais, gênio do desenvolvimento humano e do movimento

    Engenheiro e físico renomado, fundou o Método Feldenkrais. Após um diagnóstico de que não voltaria a andar por traumatismos no joelho, ele uniu seus conhecimentos de física, neurologia e anatomia para recuperar o uso da perna, e em dois anos voltou a andar naturalmente. Passou a testar suas ideias em outras pessoas e solucionou diversos problemas musculares e neurológicos, abandonando a física para se dedicar à sua técnica. Livro: Consciência pelo Movimento.

    Eckhart Tolle

    Eckhart Tolle, gênio do desenvolvimento humano e do poder do agora

    Treinador espiritual, escritor e conferencista alemão, conhecido por best-sellers considerados dois dos livros espirituais mais influentes do nosso tempo. Aos 29 anos, após muitos momentos de depressão, ele afirma ter passado por uma transformação espiritual radical. Acredita que o próximo passo da humanidade é um despertar espiritual que ultrapassa o ego. Seus ensinamentos simples já ajudaram milhares de pessoas. Livros: O Poder do Agora e Um Novo Mundo.

    José Silva (1914-1999)

    José Silva, gênio do desenvolvimento humano e criador do Método Silva

    Americano conhecido pelo Método Silva. Interessou-se por hipnose e psicologia durante a Segunda Guerra. Usando um eletroencefalógrafo para medir as ondas cerebrais dos filhos em relaxamento, descobriu que o estado de ondas Alfa favorecia o aprendizado e a memória. Seus filhos passaram a tirar notas melhores, e ele aperfeiçoou maneiras de usar esse estado, inclusive para potencializar a cura natural do corpo, os esportes e as vendas. Há institutos seguidores do método no mundo todo, inclusive no Brasil. Livro: O Método Silva de Controle Mental. metodosilva.com.br

    Frank Farrelly (1931-2013)

    Frank Farrelly, gênio do desenvolvimento humano e da terapia provocativa

    Terapeuta mundialmente reconhecido por sua experiência com clientes perturbados, criou a Terapia Provocativa, sua publicação mais famosa. Defendia movimentos terapêuticos radicais e às vezes humorísticos para “acordar” o cliente de sua mentalidade atual. Ensinou sua metodologia em seminários nos Estados Unidos, na Europa e na Austrália. Livro: Provocative Therapy.

    Gregory Bateson (1904-1980)

    Gregory Bateson, gênio do desenvolvimento humano e da teoria dos sistemas

    Antropólogo, linguista e cientista social britânico que contribuiu para diversas áreas. Alguns conceitos essenciais da PNL foram diretamente inspirados por seus trabalhos, como “estados”, “metáforas”, “posições perceptivas” e “níveis de aprendizagem”. Ao se deparar com um problema, usava conhecimentos de outro campo para solucioná-lo, produzindo soluções inovadoras que especialistas de uma única área dificilmente alcançariam. Livros: Naven e Mente e Natureza.

    Paramahansa Yogananda (1893-1952)

    Paramahansa Yogananda, gênio do desenvolvimento humano e da meditação

    Considerado o pai da yoga no Ocidente, foi a primeira pessoa a ensinar meditação para o mundo ocidental. Em 1920 foi aos Estados Unidos com a missão de ensinar, de forma simples, a antiga filosofia iogue e suas técnicas de meditação, fundando a Self-Realization Fellowship, responsável até hoje por preservar seus princípios. Livros: Autobiografia de um Iogue, A Eterna Busca do Homem e Afirmações Científicas de Cura.

    Deepak Chopra

    Deepak Chopra, gênio do desenvolvimento humano e da medicina corpo-mente

    Médico, escritor e professor de ayurveda, espiritualidade e medicina corpo-mente, Deepak é autor de mais de 25 livros. Acredita que, ao compreender nossa verdadeira natureza e viver em harmonia com as leis naturais, o bem-estar e a abundância surgem com facilidade. Em 1999 foi incluído na lista das 100 personalidades do século pela revista Time. Livros: As Sete Leis Espirituais do Sucesso, Saúde Perfeita e O Livro dos Segredos. deepakchopra.com

    Augusto Cury

    Augusto Cury, gênio do desenvolvimento humano e da inteligência multifocal

    Psiquiatra e escritor brasileiro de sucesso, com mais de 30 milhões de livros vendidos em 70 países. Dedicou a carreira ao estudo das emoções, da qualidade de vida e do desenvolvimento da inteligência. Sua Teoria da Inteligência Multifocal propõe explicar o funcionamento da mente humana, e a partir dela idealizou o programa “A Escola da Inteligência”, que beneficia centenas de milhares de alunos no Brasil. Livros: Nunca Desista de Seus Sonhos, O Vendedor de Sonhos e O Código da Inteligência. augustocury.com.br

    Hunter Doherty (Patch Adams)

    Patch Adams, gênio do desenvolvimento humano que cura com alegria

    Médico famoso por tratar os pacientes com amor e alegria, acredita que cuidar do próximo é a melhor forma de esquecer os próprios problemas. Quando jovem, após internar-se em um hospital psiquiátrico, mudou radicalmente sua visão de vida e decidiu servir à humanidade. Fundou o Instituto Gesundheit, que atende gratuitamente, e hoje viaja o mundo levando atendimento e alegria a regiões críticas. Livros: Patch Adams: o amor é contagioso e House Calls. patchadams.org

    Louise Hay (1926-2017)

    Louise Hay, gênio do desenvolvimento humano e da autoajuda

    Considerada uma das fundadoras do gênero de autoajuda, vendeu mais de 50 milhões de cópias. Teve uma infância pobre e marcada por abusos, mas reconstruiu a vida e se tornou oradora e conselheira. Criou um guia das causas mentais de doenças físicas, base do livro Heal Your Body. Diagnosticada com câncer, decidiu aplicar seus próprios ensinamentos e afirma ter se curado em seis meses. Hoje a The Hay Foundation continua o seu trabalho. Livros: Você Pode Curar Sua Vida, Ame-se e Cure Sua Vida e O Poder das Afirmações Positivas.

    Como a PNL reúne o legado desses gênios do desenvolvimento humano

    Existe uma quantidade enorme e diversificada de criadores de soluções neste artigo, e o mais fascinante é que alguns deles desenvolveram formas de resolver, em minutos, problemas que afligem pessoas há anos. Sofrer é opcional: aqui mostramos ferramentas poderosas a favor do controle emocional e comportamental, como PNL, Hipnose, Coaching, Psicoterapia, Psicologia positiva e Meditação. A PNL, em especial, nasceu da modelagem de vários desses gênios, reunindo o que há de mais eficaz em cada abordagem.

    A SIPNL (Sociedade Internacional de PNL) é a maior referência brasileira de Programação Neurolinguística, com formação na linhagem direta de Richard Bandler, criador da PNL. Para conhecer melhor o gênio que sintetizou esse legado, visite a página sobre Richard Bandler.

    Perguntas frequentes

    Quem são os principais gênios do desenvolvimento humano?

    Entre os mais influentes estão Virginia Satir, Milton Erickson, Fritz Perls, Timothy Gallwey, Richard Bandler, Sigmund Freud, Tony Robbins, José Silva, Eckhart Tolle e Louise Hay, cada um com métodos que revolucionaram terapia, hipnose, coaching, meditação ou autoajuda.

    O que esses gênios têm a ver com a PNL?

    Vários deles, como Satir, Erickson, Perls e Bateson, foram modelos diretos para a criação da PNL. Richard Bandler e John Grinder estudaram suas abordagens e modelaram o que funcionava, dando origem à Programação Neurolinguística.

    Como esses métodos podem ajudar na minha vida?

    Eles oferecem ferramentas para o controle emocional e comportamental, do tratamento de medos e ansiedade ao aumento de desempenho e bem-estar. Existem soluções em abundância; basta escolher a que faz mais sentido para você e entrar em ação.

    Existem soluções em abundância para os seus desafios, e agora você conhece várias delas. Se quiser aprender, na prática, as ferramentas que reúnem o legado desses gênios, conheça a formação Practitioner em PNL da SIPNL.