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  • A importância da Neuroplasticidade para nosso cérebro e maneiras para aumentá-la

    A importância da Neuroplasticidade para nosso cérebro e maneiras para aumentá-la

    Resposta rápida: A neuroplasticidade é a capacidade do cérebro de reorganizar suas conexões neurais ao longo da vida, formando e fortalecendo novas ligações em vez de permanecer fixo e imutável. É assim que aprendemos, criamos memórias e desenvolvemos habilidades. Dá para preservá-la e aumentá-la com hábitos como dormir bem, exercício intenso, boa alimentação, busca por novidades e prática constante de novas habilidades, inclusive com a PNL.

    Por muitos anos reinou a teoria de que o cérebro adulto era composto por regiões distintas, cada uma responsável por uma função separada, com um número fixo de neurônios e fiação “soldada”. Mas uma ciência emergente chamada neuroplasticidade mostra uma ideia diferente: as conexões neurais entre regiões do cérebro podem se reorganizar.

    Para que serve a neuroplasticidade

    A maioria das doenças neurodegenerativas é acompanhada por uma perda de neuroplasticidade, incluindo Alzheimer, Huntington e Parkinson. A esquizofrenia também pode ser entendida como um distúrbio ligado à plasticidade. A perda dessa capacidade caracteriza ainda o comprometimento cognitivo leve, e um cérebro menos plástico pode contribuir para o envelhecimento precoce.

    Se pudermos aumentar a neuroplasticidade ou impedir sua degradação, talvez possamos mitigar um dos efeitos mais assustadores do envelhecimento: a perda da função cognitiva. É por isso que alguém com dano em uma parte do cérebro muitas vezes consegue se recuperar: a neuroplasticidade permite que uma seção saudável assuma o papel da seção danificada. É também a forma como aprendemos, formamos lembranças e desenvolvemos novas habilidades.

    Neuroplasticidade e PNL se complementam

    A PNL (Programação Neurolinguística), assim como a neuroplasticidade, mostra uma nova ideia sobre a mente. Na verdade, é a neuroplasticidade que confirma o que a PNL já propunha: o cérebro se desenvolve quando novas habilidades são adquiridas, algo que a PNL sustenta desde sua criação, nos anos 70.

    A PNL sabe que o número de conexões do cérebro aumenta quando aprendemos ou desenvolvemos coisas novas. Podemos dizer, então, que PNL e neuroplasticidade se complementam como ciência da educação e do desenvolvimento da mente humana. A neuroplasticidade se refere ao fortalecimento (ou enfraquecimento) das vias neuronais existentes e à criação de neurônios e conexões inteiramente novos. A PNL se refere a como podemos aproveitar essa plasticidade a nosso favor.

    Quer se livrar de maus hábitos e estabelecer bons? Adquirir uma nova habilidade? Permanecer cognitivamente fluido e mentalmente flexível ao envelhecer? Então vale manter a plasticidade saudável do cérebro e usar a PNL para promover essas mudanças de hábitos, pensamentos e comportamentos.

    Além da PNL, outra forma de deixar o cérebro mais saudável é fornecer os substratos básicos necessários à neuroplasticidade. Um mediador importante é o fator neurotrófico derivado do cérebro, o BDNF, que regula o crescimento axonal, a remodelação e a formação das sinapses. O BDNF é “dependente de atividade”, o que significa que podemos influenciar sua expressão por meio de certos comportamentos. Vejamos, então, o que fazer para manter e aumentar a neuroplasticidade.

    Hábitos que aumentam a neuroplasticidade

    Obter bastante magnésio

    Alimentos ricos em magnésio para aumentar a neuroplasticidade

    O magnésio está envolvido em centenas de funções fisiológicas, e a neuroplasticidade é uma delas. O aumento da plasticidade sináptica e do número de conexões melhora o desempenho cognitivo em testes de memória espacial e associativa. Os estudos em humanos ainda são escassos, mas sabe-se que pacientes com Alzheimer apresentam níveis de magnésio mais baixos no cérebro.

    Obter colina suficiente

    Fontes de colina que favorecem a neuroplasticidade do cérebro

    Usamos colina para produzir acetilcolina, um neurotransmissor necessário à plasticidade neuronal. Duas formas em particular, CDP-colina e Alpha-GPC, mostraram-se eficazes no aumento da plasticidade após acidente vascular cerebral. A gema de ovo é uma das fontes naturais mais ricas e ainda traz outros nutrientes amigos do cérebro, como selênio e DHA.

    Dormir

    Dormir bem é essencial para a neuroplasticidade do cérebro

    O sono pode ser o nutriente mais essencial para a neuroplasticidade. Sem dormir, o cérebro fica hiperconectado, denso de informações nervosas. O sono restaura esse equilíbrio, fazendo uma “limpeza suave” e abrindo espaço para estabelecer novas conexões, formar memórias e aprender. Quanto mais comportamentos novos, mais conexões neurais e mais neuroplasticidade. Quem tem dificuldade para dormir por causa da mente acelerada pode se beneficiar de entender a relação entre insônia e ansiedade com apoio profissional.

    Comer peixe

    Comer peixe e ômega-3 para aumentar a neuroplasticidade

    Estudos em animais revelam que as gorduras ômega-3 aumentam a neurogênese no hipocampo, a plasticidade sináptica e a retenção de comportamentos aprendidos. Em humanos, a ingestão de peixe está ligada à redução de condições associadas à plasticidade cerebral negativa, ajudando a proteger contra a depressão e o comprometimento cognitivo leve.

    Comer açafrão (curcumina)

    Açafrão e curcumina como aliados da neuroplasticidade

    Em estudos com animais, a curcumina melhora a plasticidade neuronal e reduz sintomas depressivos. Em pessoas com transtorno depressivo maior, também houve redução de sintomas. A evidência humana ainda é circunstancial, mas há confiança de que a cúrcuma pode auxiliar a neuroplasticidade, com ação antioxidante e potencial de reduzir o risco de Alzheimer.

    Mover-se com frequência em ritmo lento

    Movimentar-se com frequência para estimular a neuroplasticidade

    Comparado ao treino de força, o exercício aeróbio é um reforço mais potente do BDNF. Um estudo em ratos mostrou que o movimento pode inibir a queda de neuroplasticidade que costuma ocorrer após um AVC. Isso não significa que o treino de resistência seja inútil: ganhos de força também foram associados a melhorias cognitivas no comprometimento leve.

    Arrancada (sprint)

    Corridas de arrancada elevam o BDNF e a neuroplasticidade

    O sprint é uma forma ainda melhor de impulsionar o BDNF. Pessoas que praticam corridas de arrancada apresentam altos níveis de crescimento de axônios e de formação de novas sinapses, e atletas profissionais costumam ter níveis de neuroplasticidade superiores aos amadores.

    Ser intenso

    Exercício intenso como mediador do aumento da neuroplasticidade

    A intensidade parece ser o mediador-chave do aumento da neuroplasticidade induzido por exercício. Qualquer atividade suficientemente intensa pode servir: um treino funcional, agachamentos, uma corrida, musculação ou qualquer coisa que exija bastante de você.

    Jejuar

    Jejum como forma segura de elevar o BDNF e a neuroplasticidade

    Ficar sem alimento por algumas horas é uma maneira segura de elevar o BDNF. Há um bônus: o jejum também aumenta a autofagia neuronal, o processo de limpeza e reciclagem das células. Quando esse processo está desregulado, pode favorecer patologias neurodegenerativas. Lembre de fazer qualquer prática de jejum com orientação adequada.

    Mitigar o estresse

    Reduzir o estresse para proteger a neuroplasticidade do cérebro

    O estresse reduz a neuroplasticidade no hipocampo e no córtex pré-frontal e a aumenta na amígdala, ligada a medo, raiva e ansiedade. O estresse vai acontecer; o que importa é a nossa resposta a ele. Estabelecer boas bases de sono, nutrição e estilo de vida ajuda a aproveitar a plasticidade natural do cérebro. Quando o estresse vira rotina e começa a virar exaustão, vale entender melhor o que é burnout e como identificar os sinais a tempo. E, como a PNL sugere, ainda é preciso agir e experimentar coisas novas para exercer essa plasticidade.

    Preencher as lacunas com movimento

    Preencher lacunas do dia com movimento para treinar a neuroplasticidade

    Escolha um movimento simples, como pular. Sempre que tiver uma brecha no dia, faça alguns. Cinco ou seis pulos por vez, de hora em hora, somam dezenas até o fim do dia, sem sacrifício. Aos poucos o movimento fica mais nítido e suave, e você constrói novos caminhos neuronais ao repeti-lo com frequência, sem tensão excessiva.

    Procurar novidades

    Buscar novidades no dia a dia para aumentar a neuroplasticidade

    Seguir sempre a mesma rotina reduz a neuroplasticidade. Para buscar novidade, a PNL ensina: pegue um caminho diferente para o trabalho, experimente algo novo e até um pouco assustador, visite uma parte diferente da cidade, prove um novo restaurante. Você pode ser menos eficiente no curto prazo, mas seu cérebro estabelecerá novos caminhos.

    Aprender um instrumento

    Aprender um instrumento musical estimula a neuroplasticidade

    Se já toca um instrumento, aprenda outro. O treinamento musical tem efeitos profundos sobre a neuroplasticidade. Vale também mergulhar em um assunto difícil e interessante: leia um livro, faça um curso, assista a uma palestra. Garanta que o esforço seja real, mas lembre que o engajamento é tão importante quanto a dificuldade.

    Aprender um idioma

    Aprender um novo idioma para treinar a neuroplasticidade

    Não há forma melhor de testar e treinar a neuroplasticidade do que aprender uma maneira inteiramente nova de se comunicar. Quanto mais desafiador o idioma, melhor o estímulo. Que tal encarar uma língua bem diferente da sua?

    Pra aplicar agora

    Micro-hábitos de plasticidade

    Estimule a neuroplasticidade com pequenas mudanças que cabem na rotina:

    1. Hoje, faça um trajeto diferente do habitual para algum lugar que você sempre vai.
    2. Escolha um movimento simples (como pular ou agachar) e repita algumas vezes ao longo do dia.
    3. Dedique 15 minutos a algo novo e desafiador: um idioma, um instrumento ou um tema difícil.
    4. Cuide do básico: priorize o sono da noite e reduza uma fonte de estresse evitável.

    Exercício educativo, não substitui acompanhamento profissional.

    Como a PNL ajuda a aumentar a neuroplasticidade

    Estabelecer boas bases de nutrição, sono e exercício prepara o terreno, mas é a ação que de fato exercita a plasticidade do cérebro. A PNL trabalha justamente os padrões de pensamento, linguagem interna e comportamento, ajudando a criar e fortalecer novas conexões neurais a serviço dos seus objetivos. Aprender, experimentar o novo e repetir são exatamente os gatilhos que mais ativam a neuroplasticidade.

    A SIPNL (Sociedade Internacional de PNL) é a maior referência brasileira de Programação Neurolinguística, com formação na linhagem direta de Richard Bandler, criador da PNL. Se você quer treinar o cérebro na prática e transformar hábitos, conheça a formação Practitioner em PNL.

    Perguntas frequentes

    O que é neuroplasticidade?

    Neuroplasticidade é a capacidade do cérebro de reorganizar suas conexões neurais ao longo da vida, fortalecendo vias existentes e criando novas ligações. É o que permite aprender, formar memórias, desenvolver habilidades e até recuperar funções após lesões.

    Como aumentar a neuroplasticidade?

    Dormir bem, praticar exercícios intensos, manter boa alimentação (magnésio, colina, ômega-3), reduzir o estresse, buscar novidades e aprender coisas novas, como idiomas e instrumentos, ajudam a estimular a neuroplasticidade. A prática constante de novas habilidades, inclusive com a PNL, reforça esse processo.

    A PNL tem relação com a neuroplasticidade?

    Sim. A PNL trabalha a mudança de pensamentos, comportamentos e hábitos, e cada nova habilidade aprendida cria conexões neurais. Por isso, PNL e neuroplasticidade se complementam como ferramentas de desenvolvimento da mente.

    Que tal escolher hoje um novo caminho, um movimento ou uma habilidade para começar a treinar? Se quiser ir além e aprender a usar o próprio cérebro a seu favor, conheça as formações em PNL da SIPNL.

  • 8 Perguntas Terapêuticas Poderosas para Usar com Adultos

    8 Perguntas Terapêuticas Poderosas para Usar com Adultos

    Resposta rápida: As perguntas terapêuticas mais poderosas usadas em um processo terapêutico servem para definir objetivos, identificar como a pessoa gera os próprios comportamentos e direcionar o foco para soluções. Exemplos: “O que você quer?”, “Como vai saber que conseguiu?”, “O que você faria se soubesse que é impossível fracassar?” e “Como você se impede de ter isso?”. Boas perguntas ampliam recursos; perguntas ruins reforçam medo e ansiedade.

    “Sempre a bela resposta a quem faz uma pergunta ainda mais bela.” (E. E. Cummings)

    Você sabia que a qualidade das perguntas poderosas que você usa diariamente pode definir como será a sua vida? Usadas da maneira correta, as perguntas se tornam ferramentas para produzir as mudanças desejadas. Este artigo ajuda quem quer entender melhor COMO produz os próprios comportamentos e emoções, e o que fazer para mudá-los. Se você é terapeuta e quer melhorar os resultados com seus clientes, continue lendo.

    Conversa em processo terapêutico

    Por que as perguntas terapêuticas funcionam

    Perguntas têm o poder de ampliar ou diminuir nossos recursos, porque o cérebro sempre busca uma resposta. Por isso, é útil perceber quais perguntas fazemos a nós mesmos, para trocá-las e obter respostas melhores. Pessoas prejudicadas por medo e ansiedade costumam se fazer perguntas que levam a esse estado: “O que pode dar errado?”, “E se as pessoas não gostarem?”, “Será que eu vou gaguejar?”. O cérebro, um computador biológico poderoso, responde com imagens perturbadoras. Esse tipo de pergunta automática costuma aparecer também à noite, quando vale entender por que a ansiedade ataca mais à noite.

    Não seria mais útil usar perguntas que geram valor? Em vez de “por que minha vida é tão ruim?”, experimente “pelo que sou grato na minha vida?”. Seu foco se direciona para coisas boas e você se sente melhor. Não é coincidência que, desde 1970, terapeutas de excelência venham usando perguntas específicas e parecidas, com bastante resultado. Além de direcionar o foco, elas servem para colher informações, eliminar crenças e mudar pensamentos inúteis.

    As 8 perguntas terapêuticas poderosas para o processo terapêutico

    1 e 2. O que você quer? Como vai saber que conseguiu?

    Coloco essas duas primeiro porque elas são usadas para criar e definir objetivos, o primeiro passo de qualquer processo de mudança. Sem objetivo, qualquer resultado serve, e nem você nem o cliente merecem “qualquer resultado”. Vale aprofundar: o que você quer desse processo? Qual objetivo deseja atingir? Como vai saber que chegou lá, o que vai ver, escutar e sentir? Criar evidências sensoriais ajuda o cérebro a reconhecer a mudança.

    3. O que ainda não está perfeito?

    Além de ajudar a definir objetivos, esta pergunta tem um diferencial: ela pressupõe que algo na sua vida vai ficar perfeito, abrindo espaço para a mudança.

    4. O que você faria se soubesse que é impossível fracassar?

    Muitas vezes a pessoa não se vê atingindo os objetivos por causa das próprias crenças sobre o mundo. Esta pergunta é excelente para romper limites e criar novas conexões neurais. Primeiro é preciso se ver tendo sucesso para realizá-lo externamente.

    5. Como você se impede de ter isso?

    É dever do terapeuta produzir mudanças, e ajudar a identificar COMO o cliente gera os comportamentos atuais facilita perceber o que deve ser transformado.

    6. Como você faz para ter?

    Parecida com a anterior, esta pergunta identifica os pensamentos e sensações que produzem resultados indesejados. Se o cliente tem medo de falar em público porque imagina que vai gaguejar ou ser humilhado, basta trabalhar esse pensamento e substituí-lo para produzir a mudança. A PNL é uma excelente ferramenta para isso. Ela também pressupõe que o problema é gerado pela própria pessoa, o que torna a mudança possível.

    7. Como você sabe?

    O cérebro generaliza, omite e distorce informações, um processo útil que economiza energia. O problema aparece quando uma má interpretação vira um “não posso”, “não consigo” ou “não mereço”. É aí que esta pergunta entra. Exemplo: o cliente diz “eu não consigo emagrecer”; o terapeuta pergunta “como você sabe disso?”; o cliente responde “tentei várias vezes”; e o terapeuta provoca: “existe algo que você tentou várias vezes sem conseguir, mas depois achou uma solução?”.

    8. Quanto prazer você consegue suportar?

    Responder perguntas define onde vamos focar. Se as perguntas que você usa fazem você se sentir mal, que tal melhorar a qualidade delas? Gosto desta porque, para respondê-la, você precisa se sentir muito bem.

    Perguntas poderosas criam respostas poderosas

    Para fechar, deixo algumas perguntas simples e poderosas para se fazer diariamente. Pense em pelo menos duas respostas para cada uma; a finalidade é construir o hábito de se sentir bem:

    1. Quem ou o que na minha vida me faz sentir mais feliz?
    2. Como posso ter mais prazer na minha vida?
    3. Quem ou o que me faz sentir mais amado?
    4. O que me dá maior sensação de satisfação?
    5. O que traz significado à minha vida?
    6. Por quem ou pelo que sou mais grato?

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    Ritual das perguntas poderosas

    Use estas perguntas para redirecionar o foco e melhorar o seu estado em poucos minutos:

    1. Percebeu um pensamento que te derruba? Anote a pergunta escondida nele (ex.: “e se der errado?”).
    2. Troque por uma pergunta que amplie recursos (ex.: “o que posso fazer para dar certo?”).
    3. Responda em voz alta, dando pelo menos duas respostas concretas.
    4. Repita uma das seis perguntas de gratidão e prazer e note como o seu estado muda.

    Exercício educativo, não substitui acompanhamento profissional.

    Como a PNL potencializa as perguntas poderosas

    As perguntas poderosas são uma das bases do trabalho terapêutico, e a PNL leva essa ferramenta adiante: ela mostra COMO o cérebro produz comportamentos e emoções, permitindo eliminar pensamentos inúteis e substituir crenças limitantes por respostas mais úteis. Combinar boas perguntas com técnicas de PNL acelera os resultados, tanto para terapeutas quanto para quem deseja mudar a si mesmo.

    A SIPNL (Sociedade Internacional de PNL) é a maior referência brasileira de Programação Neurolinguística, com formação na linhagem direta de Richard Bandler, criador da PNL. Para dominar essas ferramentas na prática, conheça a formação Practitioner em PNL. Se as perguntas ansiosas costumam tomar conta da sua mente, vale conhecer também como acalmar a mente com o psicólogo e hipnoterapeuta Gustavo Garrido (atendimento 100% online).

    Perguntas frequentes

    O que são perguntas terapêuticas?

    São perguntas que ampliam os recursos da pessoa, ajudando a definir objetivos, identificar como ela gera os próprios comportamentos e direcionar o foco para soluções. Bem usadas, produzem mudanças grandes com perguntas simples.

    Como as perguntas influenciam nossas emoções?

    O cérebro sempre busca responder ao que perguntamos. Perguntas negativas geram imagens e sensações ruins; perguntas voltadas para soluções e gratidão direcionam o foco para o que é bom e melhoram o estado emocional.

    A PNL ajuda no uso dessas perguntas?

    Sim. A PNL revela como o cérebro produz comportamentos e emoções, permitindo eliminar pensamentos inúteis e trocar crenças limitantes. Combinada às perguntas poderosas, ela torna o processo de mudança mais rápido e eficaz.

    Quais são boas perguntas para a terapia individual?

    Na terapia individual, funcionam bem as perguntas que colocam a pessoa no comando do próprio processo: “O que você quer alcançar?”, “Como vai saber que conseguiu?”, “O que ainda te impede?” e “O que você faria se soubesse que não é possível fracassar?”. Elas tiram o foco do problema e ajudam o cliente a construir a solução.

    Que perguntas usar na terapia com adultos?

    Com adultos, as perguntas mais poderosas são as que respeitam a autonomia e provocam reflexão sem julgamento: “O que isso significa para você?”, “Para que você faz isso?” e “O que muda se você olhar por outro ângulo?”. O objetivo é que o próprio adulto perceba seus padrões e escolha novos caminhos.

    Se você é terapeuta ou quer aprender a usar a própria mente a seu favor, comece praticando essas perguntas no dia a dia e considere se aprofundar nas formações em PNL da SIPNL.

  • A surpreendente verdade que nunca te contaram sobre o Rapport.

    A surpreendente verdade que nunca te contaram sobre o Rapport.

    Resposta rápida: O rapport é a técnica de PNL que cria conexão de confiança e empatia entre as pessoas. A forma mais atual de aplicá-lo não é espelhar gestos e respiração, mas fazer a si mesmo duas perguntas diante de alguém: “O que tenho de igual a essa pessoa?” e “O que admiro nela?”. Isso muda seu estado interno e o rapport acontece naturalmente.

    E se, fazendo apenas duas perguntas simples, você pudesse fazer as pessoas gostarem mais de você, conquistar amigos com facilidade e fechar mais vendas? Rapport é uma palavra de origem francesa (rapporter) que significa “trazer de volta” ou “criar uma relação”. Ensinado nos cursos de PNL como ferramenta para criar empatia e confiança, quando bem aplicado gera resultados surpreendentes. Com o desenvolvimento da PNL ao longo dos anos, alcançar esses resultados ficou ainda mais simples, mas só quem se manteve em atualização constante sabe o que há de novo.

    Curiosidade sobre a verdade do rapport na PNL

    Vendedores de sucesso, políticos e influenciadores usam rapport para criar uma conexão de confiança e sentimentos positivos com qualquer pessoa. Se você já fez algum curso ou workshop de Coaching, PNL ou Hipnose, provavelmente já ouviu essa palavra. Se ainda não conhece, tudo bem: vai aprender aqui o modo mais fácil, atual e igualmente poderoso de praticar.

    Como qualquer tecnologia humana, a PNL continuou progredindo graças à constante evolução de Richard Bandler (co-criador da PNL), o que fez muitas técnicas, ou a forma como são praticadas, ficarem obsoletas. Abaixo, mostro a maneira ultrapassada de praticar rapport, ainda ensinada nos cursos que não se atualizaram, e depois o modo atual.

    A prática ultrapassada de rapport: o espelhamento

    Espelhamento corporal, a forma antiga de praticar rapport

    Esse processo consiste em espelhar os comportamentos da outra pessoa (respiração, gestos, voz) por alguns minutos e depois mudar o seu próprio comportamento. Se a pessoa muda também e te acompanha, o rapport foi bem estabelecido, resultando em um vínculo de confiança e empatia.

    Se você aprendeu assim, pratica e vê resultados, é porque aprendeu certo: a técnica sempre funcionou e continua funcionando. Mas se você, como eu, prefere o modo mais simples e fácil de alcançar o objetivo, veja abaixo como apenas duas perguntas a si mesmo trazem os mesmos resultados de um rapport bem aplicado.

    O modo atual de praticar rapport: o poder das perguntas

    “Aquele que faz perguntas não pode evitar as respostas.” Provérbio da República dos Camarões

    Pense nas pessoas com quem você tem maior afinidade natural. O que você tem de igual a elas?

    • Moram na mesma cidade, bairro ou casa?
    • Têm idade similar?
    • Compartilham gostos?
    • Estão em situação financeira parecida?
    • Têm amigos em comum?

    Agora pense nelas de novo. O que você mais admira nessas pessoas? Os resultados, o carisma, como você se sente quando está perto delas? Aposto que você tem bastante admiração e várias coisas em comum com elas. Em um processo natural, vocês se deram muito bem por diversos fatores.

    O mais empolgante é que esse processo pode ser repetido, e até otimizado, com qualquer outra pessoa e em qualquer situação. Como? Usando as mesmas duas perguntas:

    • “O que tenho de igual a essa pessoa?”
    • “O que admiro nessa pessoa?”

    As respostas podem ser as mais simples possíveis. Não importa qual seja, desde que seja algo em comum e que você admire. Além de mais fácil que o modo ultrapassado, é mais útil, porque a finalidade do rapport é criar um vínculo de confiança e empatia, e não influenciar a respiração ou os gestos do outro. Essas perguntas mudam seus pensamentos, que mudam o seu estado emocional, e então, como a correnteza de um rio, o rapport acontece naturalmente.

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    As duas perguntas do rapport

    Faça este teste antes da sua próxima conversa importante:

    1. Pense em alguém com quem você ainda não tem muita afinidade.
    2. Pergunte a si mesmo: “O que tenho de igual a essa pessoa?” e busque algo real em comum.
    3. Pergunte: “O que admiro nessa pessoa?” e deixe a resposta vir, por mais simples que seja.
    4. Repare em como o seu estado emocional muda. Ao se aproximar, em poucos minutos a conversa, a postura e até a respiração de vocês vão ficar mais parecidas.

    Exercício educativo, não substitui acompanhamento profissional.

    Como a PNL transforma o rapport em resultado

    O rapport é uma das ferramentas mais poderosas da PNL justamente porque parte de dentro: ao mudar seus pensamentos e o seu estado emocional, você muda a forma como se comunica e como o outro reage a você. Os relacionamentos melhoram, você vende mais, faz mais amigos e as pessoas sentem vontade de ficar por perto. Simples? Claro. Eficaz? Com toda certeza.

    A SIPNL (Sociedade Internacional de PNL) é a maior referência brasileira de Programação Neurolinguística, com formação na linhagem direta de Richard Bandler, criador da PNL. Se você quer dominar o rapport e outras ferramentas práticas de comunicação, conheça as ferramentas da PNL que facilitam sua vida.

    Perguntas frequentes

    O que é rapport?

    Rapport é a técnica de PNL que cria um vínculo de confiança e empatia entre as pessoas. O termo vem do francês rapporter, que significa “trazer de volta” ou “criar uma relação”, e é muito usado em vendas, liderança e comunicação.

    Qual é a forma mais fácil de fazer rapport?

    A forma mais atual é fazer a si mesmo duas perguntas diante da outra pessoa: “O que tenho de igual a ela?” e “O que admiro nela?”. Isso muda o seu estado interno e o rapport acontece de modo natural, sem precisar espelhar gestos.

    O espelhamento ainda funciona?

    Sim. Espelhar respiração, voz e gestos continua funcionando para quem aprendeu e pratica assim. A abordagem por perguntas é apenas um caminho mais simples e direto para o mesmo objetivo.

    Faça o teste hoje mesmo com alguém com quem queira melhorar a relação. Se quiser aprender a PNL na prática, com método e profundidade, conheça as formações da SIPNL.

  • Fortaleça seu cérebro agora mesmo e seja mais inteligente

    Fortaleça seu cérebro agora mesmo e seja mais inteligente

    Resposta rápida: Para fortalecer o cérebro e ficar mais inteligente, aposte em atividades que ativam várias áreas cerebrais ao mesmo tempo: jogar videogame de ação, ler, dançar e aprender a tocar um instrumento. Inteligência é uma habilidade, ou seja, pode ser praticada e melhorada com estímulo constante.

    Você sabia que o seu cérebro possui mais de 160 mil quilômetros de vasos sanguíneos, que é possível manipular sonhos e que o QI mais alto do mundo registrado é de 210? Cada vez mais a ciência confirma a importância de exercitar a mente para desenvolver ao máximo capacidades como memória, coordenação e inteligência. Não se trata, é claro, de um trabalho muscular, até porque o cérebro não é um músculo. Mas atividades simples como ler, dançar, desenhar e jogar xadrez estimulam os neurônios e ajudam a fortalecer o cérebro. Veja a seguir uma seleção de atividades que tornam você mais inteligente.

    Jogue videogame para fortalecer o cérebro

    Jogar videogame de ação para fortalecer o cérebro

    Um estudo (ncbi.nlm.nih.gov/pubmed) realizado em 2002 pelo Centro Médico Beth Israel, em Nova York, fez 33 cirurgiões jogarem videogame nos intervalos das laparoscopias, uma cirurgia de abdômen operada remotamente com um mouse. Os resultados mostraram que os 9 médicos com o costume de jogar pelo menos 3 horas por dia cometiam 37% menos erros do que os colegas que não jogavam.

    Foi comprovado cientificamente que games de ação podem ajudar no desenvolvimento do cerebelo, do córtex pré-frontal e do hipocampo direito, áreas envolvidas em atividades complexas como memória espacial, navegação e a coordenação entre o movimento das mãos e a visão. No vídeo da pesquisadora Daphne Bavelier, ela mostra como os videogames tornam as pessoas mais focadas e com mais facilidade para aprender novos conceitos: Your brain on video games (TED).

    Leia para criar novos circuitos neurais

    Mulher lendo para fortalecer o cérebro e exercitar a memória

    Quando lemos, o cérebro precisa criar novos circuitos, e para se manterem em forma eles precisam ser exercitados. Mesmo que a história não tenha acontecido de verdade, ela pode ter sido ambientada em locais reais ou em um determinado contexto histórico, o que significa que, mesmo de forma indireta, aprendemos coisas novas sobre eventos importantes, personagens relevantes e lugares interessantes. Além disso, a leitura é um dos hábitos mais presentes em pessoas de sucesso.

    Dance e estimule equilíbrio e ritmo

    Pessoas dançando para fortalecer o cérebro

    Já demos essa dica antes, em Turbine sua memória em cinco passos, e nunca é tarde para relembrar: dançar é benéfico ao cérebro. Repare em quantas coisas você faz ao mesmo tempo enquanto dança, manter o equilíbrio, o ritmo, não pisar no pé de ninguém e acertar o passo. Dançar envolve reconhecimento de padrões e consciência espacial, o que promove a conexão de vias neurais do hipocampo e do córtex cerebral.

    Aprenda a tocar um instrumento musical

    Aprender a tocar violão para fortalecer o cérebro

    Tocar um instrumento faz vários processos mentais acontecerem ao mesmo tempo. É como colocar o cérebro inteiro para se exercitar, já que ativa diferentes áreas cerebrais, especialmente o córtex motor, o auditivo e o visual. Além disso, o aprendizado se apoia na disciplina e na prática frequente, uma rotina ideal para fortalecer a atividade cerebral.

    Pra aplicar agora

    Rotina semanal para fortalecer o cérebro

    Combine estímulos diferentes ao longo da semana para ativar várias áreas cerebrais:

    1. Reserve de 20 a 30 minutos por dia para ler algo que exija atenção.
    2. Inclua uma atividade que una corpo e coordenação, como dançar, duas vezes por semana.
    3. Dedique um momento ao aprendizado de uma habilidade nova, como um instrumento ou um jogo de estratégia.
    4. Varie os estímulos: aprender coisas novas e sair da rotina é o que mais exercita os neurônios.

    Exercício educativo, não substitui acompanhamento profissional.

    Como a PNL ajuda a fortalecer o cérebro e a mente

    Inteligência é uma habilidade, portanto pode ser praticada e melhorada. Assim como essas atividades ampliam suas conexões neurais, a Programação Neurolinguística trabalha a flexibilidade mental, o foco e a forma como você aprende, aproveitando a capacidade do cérebro de se reorganizar diante de novos estímulos. Aprender coisas novas e ver o mundo de outro jeito é, literalmente, treinar o cérebro.

    A SIPNL (Sociedade Internacional de PNL) é a maior referência brasileira de Programação Neurolinguística, com formação na linhagem direta de Richard Bandler, criador da PNL. Para entender a base científica disso, veja a importância da neuroplasticidade para o nosso cérebro e a mente.

    Perguntas frequentes

    Quais atividades ajudam a fortalecer o cérebro?

    Para fortalecer o cérebro, aposte em jogar videogame de ação, ler, dançar e aprender a tocar um instrumento. Essas atividades ativam várias áreas cerebrais ao mesmo tempo e estimulam memória, coordenação e raciocínio.

    É possível ficar mais inteligente?

    Sim. Inteligência é uma habilidade que pode ser praticada e melhorada. Com estímulos constantes e novos aprendizados, o cérebro cria e fortalece conexões neurais ao longo de toda a vida.

    Jogar videogame faz bem ao cérebro?

    Games de ação, em uso equilibrado, podem desenvolver áreas ligadas à memória espacial, à navegação e à coordenação entre mãos e visão, além de melhorar foco e velocidade de aprendizado, como mostram estudos citados no artigo.

    Aprenda coisas novas, veja o mundo de forma diferente e divirta-se. E se quiser treinar a sua mente de maneira ainda mais profunda, conheça como a PNL pode ajudar você a aprender melhor e usar o cérebro a seu favor.