Categoria: PNL

  • Saiba porque você pode estar aprendendo como uma criança, segundo a neurociência.

    Saiba porque você pode estar aprendendo como uma criança, segundo a neurociência.

    Resposta rápida: Segundo a neurociência, você pode estar aprendendo como uma criança quando recorre à imitação por repetição, em vez da emulação. O cérebro adulto prefere emular (imaginar várias soluções e usar o raciocínio) quando tem conhecimento e recursos, mas, sem eles, volta a “ser criança” e aprende apenas repetindo, graças aos neurônios espelho.

    Uma pesquisa liderada por Caroline Charpentier, bolsista de pós-doutorado em neurociência no laboratório de John O’Doherty, mostrou como o cérebro escolhe entre dois sistemas neurais responsáveis pela aquisição de conhecimento. O estudo, publicado na revista Neuron, revela pela primeira vez qual estratégia o cérebro emprega diante de uma tarefa de aprendizado por observação, e ajuda a entender por que você pode estar aprendendo como uma criança sem perceber. No experimento, os participantes tiveram o cérebro monitorado por ressonância magnética funcional enquanto realizavam tarefas de emulação e imitação.

    Neurônio espelho, base de aprender como uma criança por repetição

    Uma célula chamada neurônio espelho nos permite, principalmente na infância, repetir os comportamentos que observamos. É por isso que o ditado “faça o que eu digo, não faça o que eu faço” não funciona na vida real. Se você é pai, mãe ou responsável e quer que a criança tenha bons comportamentos, faça você primeiro: o neurônio espelho entra em ação.

    A partir da observação, aprendemos de duas formas: repetição e emulação

    A neurociência identifica dois caminhos para aprender observando:

    • Repetição (imitação): repetimos as ações e os gestos de um modelo para chegar ao mesmo resultado.
    • Emulação: observamos alguém obtendo um resultado e, para alcançá-lo também, criamos pela imaginação diferentes formas de ter sucesso naquilo.
    Aprender a abrir um cofre: repetição e emulação no aprender como uma criança

    Imagine que você quer aprender a abrir um cofre. Se usa a repetição, precisa ver como uma pessoa faz para depois fazer igual. Se usa a emulação, pensa em várias soluções possíveis, imaginando como alguém pode ter conseguido: pegar uma ferramenta, usar outro recurso ou contratar um especialista. Em outras palavras, você usa o raciocínio lógico, acionando mais a sua neurologia e ampliando a probabilidade de sucesso.

    Como o cérebro escolhe entre emulação e aprender como uma criança

    Por que você pode estar aprendendo como uma criança

    O cérebro de um adulto prefere a emulação quando tem habilidade e conhecimento para isso. Mas, sem recursos disponíveis, ele volta a “ser criança” e usa o neurônio espelho para aprender por repetição. Uma criança não consegue resolver problemas complexos justamente porque sua forma de aprendizado é limitada à repetição, e este estudo explica o motivo.

    Pense em um empreendedor que deseja os mesmos resultados de um líder de sucesso. Sem know-how, ele teria que se encontrar diariamente com esse líder, observando por horas até começar a repetir as ações certas. A melhor solução, nesse caso, é a emulação: com conhecimento e prática, ele pode criar diversas alternativas pela imaginação e testá-las até chegar ao resultado desejado.

    A conclusão é direta: se queremos alcançar objetivos, resolver problemas e ter uma vida melhor, devemos criar flexibilidade desenvolvendo mais habilidades, experiências e conhecimentos em diferentes áreas. Muitas pessoas, depois de momentos ruins, começam a se limitar e se impedem de emular por acreditarem que não têm capacidade.

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    Saia da repetição e comece a emular

    Para deixar de aprender como uma criança e usar a emulação a seu favor:

    1. Escolha um resultado que você admira em alguém de referência.
    2. Em vez de copiar passo a passo, liste três caminhos diferentes que poderiam levar a ele.
    3. Imagine-se executando cada caminho e perceba qual faz mais sentido para a sua realidade.
    4. Teste o mais viável, ajuste e repita o processo com novas ideias.

    Exercício educativo, não substitui acompanhamento profissional.

    Como a PNL ajuda você a parar de aprender como uma criança

    Uma das coisas mais valiosas da PNL é justamente assumir o controle daquilo em que você acredita, mexendo nas crenças limitantes que travam a emulação. Por mais que alguém ainda não tenha a capacidade necessária, quando acredita com cada fibra que pode chegar à excelência, passa a agir diferente, desenvolvendo a si mesmo e construindo novas habilidades. É a mesma neuroplasticidade que permite ao cérebro continuar aprendendo a vida toda. Essa crença de que falta capacidade, mesmo quando os resultados mostram o contrário, é o retrato da síndrome do impostor, tema do psicólogo e hipnoterapeuta Gustavo Garrido (atendimento 100% online).

    A SIPNL (Sociedade Internacional de PNL) é a maior referência brasileira de Programação Neurolinguística, com formação na linhagem direta de Richard Bandler, criador da PNL. Para entender como o cérebro se reprograma, vale conhecer a importância da neuroplasticidade para o nosso cérebro e mente.

    Perguntas frequentes

    O que significa estar aprendendo como uma criança?

    Significa depender da imitação por repetição, copiando ações observadas sem criar alternativas próprias. O cérebro recorre a isso, via neurônios espelho, quando falta conhecimento ou recursos para emular.

    Qual a diferença entre repetição e emulação?

    Na repetição, você copia exatamente o que viu alguém fazer. Na emulação, você imagina vários caminhos possíveis para chegar ao mesmo resultado e usa o raciocínio, o que aumenta as chances de sucesso.

    Como a PNL ajuda a desenvolver a emulação?

    A PNL trabalha as crenças limitantes que fazem a pessoa achar que não é capaz. Ao reprogramar essas crenças, você ganha flexibilidade para criar soluções, testar caminhos e aprender como um adulto, não apenas repetindo.

    Quer destravar a forma como você aprende e cria soluções? Conheça a formação Practitioner em PNL e desenvolva mais flexibilidade mental na prática.

  • A Inesperada Verdade Sobre Crenças Limitantes Que Nunca Te Contaram

    Resposta rápida: Crenças limitantes são conclusões que o cérebro tira a partir de experiências repetidas e passa a tratar como se fossem fatos. Para mudar uma crença limitante, em vez de focar no resultado final, concentre-se no processo: desenvolva competências e habilidades específicas, meça suas expectativas, não se compare a ninguém e duvide das conclusões automáticas da sua mente.

    Hoje em dia ouve-se muito sobre crenças limitantes. Parece que agora tudo é culpa delas. Se você não consegue ficar rico, emagrecer, ser feliz e produtivo, pode ter certeza de que alguém, em algum momento, vai afirmar que existe uma crença te impedindo de evoluir.

    Tudo mentira? Se for verdade, como eu sei que tenho uma crença limitante? E, se tenho, como eu a descubro? Em partes é verdade: existem maneiras de identificar e, além disso, de mudar uma crença. Explico no artigo abaixo.

    Como nosso cérebro funciona e cria crenças limitantes

    Como o cérebro cria crenças limitantes a partir de experiências repetidas

    Nosso cérebro foi desenvolvido, naturalmente, para criar generalizações, omissões e distorções. Muitos afirmam que o motivo é economizar energia visando à sobrevivência. Isso é ótimo em alguns momentos, como quando aprendemos a abrir portas ou andar de bicicleta, porque não precisamos aprender de novo toda vez que usamos bicicletas e portas diferentes, graças à nossa capacidade de generalizar. O problema aparece quando a generalização é feita com base em experiências “ruins”.

    Por exemplo: imagine que você se relacionou algumas vezes e viveu traições. Provavelmente seu cérebro vai concluir que ninguém presta, que você nasceu para ficar sozinho ou que nunca será feliz em um relacionamento. Outro exemplo muito comum são as pessoas que não conseguem falar inglês ou que acreditam que inglês é difícil. Geralmente isso acontece porque a pessoa teve várias experiências que não atenderam às expectativas e, por isso, o cérebro concluiu que inglês não é para ela, culpando alguma coisa ou alguém.

    Sempre que começamos algo, tendemos a imaginar como será quando estiver finalizado. Quando essa expectativa não é alcançada, você conclui que a culpa foi de alguém ou de algo. O problema é que, quando isso se repete, gera uma certeza cada vez mais forte e mais real, como se fosse um fato.

    Foque no processo, não no resultado

    Se você idealiza um corpo, quer atingir uma meta profissional ou pessoal, pare de focar no resultado final. Devemos nos concentrar no processo. O que importa são as habilidades, comportamentos, pensamentos, sentimentos e pessoas que precisamos conhecer para realizar tal desejo. Sabe aquela frase “mirar na lua e alcançar as estrelas”? Ao desenvolvermos as competências e habilidades necessárias, mesmo que não realizemos exatamente os objetivos que definimos, chegaremos bem perto disso.

    Quando você foca na competência, consegue identificar especificamente o que aconteceu, em vez de entrar no processo do “e se”:

    • E se eu não sou bom o suficiente?
    • E se não for possível?
    • Será que eu nasci para isso?

    Ao acreditar que algo é verdade, você começa a perceber coisas para validar essa crença. O seu cérebro busca mais situações para fortalecer essa conclusão, o que faz com que você tenha mais experiências que reforçam ainda mais esses resultados.

    O medo de falar em público é talvez o mais comum entre as pessoas. Normalmente, na escola, por falta de preparo, ficamos inseguros em algumas apresentações de trabalho. Depois, uma ou duas experiências parecidas na faculdade e, de repente, surge a oportunidade de uma apresentação na empresa. Seu cérebro vai querer te convencer de que você não consegue, que vai errar, que vai esquecer o que é para falar. Ele vai ficar passando filmes na sua cabeça com tudo de ruim acontecendo. No momento da apresentação, sabe o que acontece? Exatamente o que seu cérebro disse: você erra, gagueja, dá branco e faz uma apresentação ruim.

    Como resolver uma crença limitante desenvolvendo competências e habilidades

    Ninguém nasce com uma crença, todos as construímos por meio de experiências. Para resolver uma crença limitante, desenvolva competências, meça suas expectativas, não se compare a ninguém e duvide das conclusões que o seu cérebro tira, pois não existem regras. Não é porque aconteceu muitas vezes que vai acontecer de novo. Claro, se você fizer do mesmo jeito, sim, mas se focar em desenvolver suas habilidades e competências, vai ter resultados diferentes.

    O que falta é uma estratégia funcional, competência e habilidade específica para você chegar ao seu resultado. Crença limitante é só uma conclusão. Não se apegue a esse assunto como a maioria das pessoas do ramo do desenvolvimento pessoal faz. Desenvolva suas competências, elabore uma estratégia eficiente e acompanhe métricas funcionais condizentes com o seu nível de competência. Foque no que realmente importa.

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    Teste de realidade da crença

    Quando perceber um pensamento do tipo “eu não consigo”, use estes passos para questioná-lo em vez de obedecê-lo:

    1. Escreva a crença em uma frase clara (ex.: “eu não levo jeito para falar em público”).
    2. Liste as experiências específicas que geraram essa conclusão, sem generalizar.
    3. Pergunte: qual competência ou habilidade específica faltou em cada uma delas?
    4. Defina um passo prático para treinar essa habilidade nesta semana e observe o resultado mudar.

    Exercício educativo, não substitui acompanhamento profissional.

    Como a PNL ajuda a mudar crenças limitantes

    A Programação Neurolinguística (PNL) estuda exatamente como a linguagem, as imagens mentais e os padrões de pensamento constroem as crenças que governam o seu comportamento. Com técnicas de ressignificação e modelagem, é possível examinar de onde veio uma crença limitante, questionar suas generalizações e instalar referências novas, focadas em competência e resultado. Em vez de tratar a crença como um fato imutável, você passa a tratá-la como uma conclusão que pode ser revista. Quando essa crença limitante toma a forma de “eu não sou bom o bastante” ou “vou ser descoberto”, vale entender mais sobre a síndrome do impostor com o psicólogo Gustavo Garrido, que atende 100% online.

    A SIPNL (Sociedade Internacional de PNL) é a maior referência brasileira de Programação Neurolinguística, com formação na linhagem direta de Richard Bandler, criador da PNL. Se você quer entender na prática como a mente cria e desfaz crenças, conheça a formação Practitioner em PNL.

    Perguntas frequentes

    O que são crenças limitantes?

    Crenças limitantes são conclusões que o cérebro forma a partir de experiências repetidas e passa a tratar como verdades absolutas, mesmo sem base real. Elas funcionam como regras invisíveis que limitam o que você acredita ser capaz de fazer.

    Como identificar uma crença limitante?

    Repare nos pensamentos automáticos do tipo “eu não consigo”, “isso não é para mim” ou “nunca vai dar certo”. Quando uma certeza se forma a partir de poucas experiências negativas e bloqueia a sua ação, provavelmente é uma crença limitante.

    É possível mudar uma crença limitante?

    Sim. Como ninguém nasce com crenças, todas são construídas e podem ser revistas. O caminho é desenvolver competências específicas, questionar as conclusões automáticas da mente e acumular novas experiências que provem o contrário.

    Quer parar de ser refém das conclusões automáticas da sua mente e desenvolver as competências que realmente mudam seus resultados? Conheça as formações em PNL da SIPNL e comece a treinar a forma como você pensa.

  • Técnicas de vendas de PNL que todo vendedor precisa conhecer

    Técnicas de vendas de PNL que todo vendedor precisa conhecer

    Resposta rápida: As técnicas de vendas de PNL que todo vendedor precisa conhecer começam pela mudança no próprio vendedor (reprogramar comportamentos, pensamentos e linguagem) e seguem para o relacionamento com o cliente, com rapport e perguntas abertas. A ideia central é parar de culpar o “cliente chato” ou o “produto ruim” e usar a comunicação para entender de verdade o que o cliente quer.

    A Programação Neurolinguística (PNL) é uma das tecnologias mais modernas para mudar hábitos e influenciar pessoas. Ao contrário de muitos modelos baseados em achismos e suposições, a PNL parte do que produz resultados rapidamente a respeito do comportamento, do pensamento e da linguagem humanos. Por isso, as técnicas de vendas de PNL são tão valorizadas por empresas que querem desenvolver práticas inovadoras com a equipe.

    A PNL busca traduzir essas descobertas em técnicas úteis no dia a dia. Confira a seguir algumas técnicas de vendas de PNL que todo vendedor precisa conhecer.

    A primeira mudança começa no próprio vendedor

    Técnicas de vendas de PNL começam pela mudança no próprio vendedor

    Na PNL existe um pressuposto afirmando que a responsabilidade da comunicação é do comunicador. Ou seja, a “culpa” é sempre nossa quando a venda ou o relacionamento deu errado.

    Nas vendas, isso significa parar de culpar um “cliente chato” ou um “produto ruim” pelo fracasso. O vendedor ideal consegue vender qualquer produto a qualquer cliente. Então, em vez de usar a PNL apenas para persuadir o cliente, aproveite essa técnica para mudar comportamentos pessoais que atrapalham as vendas. Veja um passo a passo:

    Altere o seu P, de programação

    Unindo o mundo dos computadores com a psicologia cognitiva comportamental, a PNL entende que criamos em nós alguns programas mentais para agir sempre da mesma forma em determinada situação. Um vendedor que sempre responde com impaciência aos clientes, por exemplo, deve rever essa programação mental, reprogramando a impaciência para um comportamento mais produtivo.

    Remodele o N, de neuro

    Essa etapa se refere ao que pensamos, fazemos e sentimos. Tudo isso é produto do nosso sistema nervoso, principalmente do cérebro. Então, devemos reformular alguns pensamentos para ter êxito nas vendas. Se você pensa que existem “clientes chatos”, tente diversificar esse pensamento e ver o lado do cliente:

    • Ele tem direito de ser exigente;
    • Ele pode estar em um mau dia;
    • Ele pode ter adquirido um péssimo produto anteriormente.

    Mude seu L, de linguística

    O psicanalista Jacques Lacan disse uma vez que tanto o consciente quanto o inconsciente são organizados por meio da linguagem. Por isso, é necessário mudar a forma como denominamos as coisas. Abandone termos negativos para se referir aos clientes: em vez de “chato”, pense nele como “exigente” ou “decidido”, termos mais positivos. Assim, você afasta as emoções e os pensamentos que o cérebro evoca ao pensar na palavra “chato” e atrai sensações mais positivas.

    Congruência é o primeiro passo. Agora que você já aprendeu mais sobre isso, vamos para a comunicação.

    Rapport

    Rapport como técnica de vendas de PNL para criar confiança com o cliente

    A PNL é uma tecnologia que nos ensina a modelar habilidades sensacionais, e o rapport é uma delas. Quando praticado, traz resultados surpreendentes: você aprende a criar um vínculo de empatia e confiança com qualquer pessoa, seja o chefe, o cliente ou os colegas de trabalho. Vale investir um pouco do seu tempo para aprender e praticar essa técnica. Veja, neste artigo, a forma mais atual e fácil de praticar rapport.

    Perguntas abertas

    Perguntas abertas como técnica de vendas de PNL para entender o cliente

    Vender algo se resume a saber exatamente o que o cliente quer, induzir um estado de compra e mostrar o seu produto. A melhor forma de colher informações dos seus clientes é com perguntas abertas:

    • O quê?
    • Como?
    • Quando?
    • Onde?

    Ao contrário das perguntas fechadas, que só podem ser respondidas com “sim” e “não”, as perguntas abertas fazem o cliente liberar mais informações. Se você souber identificar as mais importantes, estará a um passo do fechamento.

    Percebe como a PNL, ao contrário de outras técnicas de vendas, traz uma abordagem completa? Em vez de focar somente na argumentação, ela analisa o cliente de forma completa para uma persuasão personalizada.

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    Rapport e perguntas abertas no próximo atendimento

    No seu próximo contato com um cliente, experimente esta sequência simples:

    1. Antes de falar, ajuste sua linguagem interna: troque rótulos como “chato” por “exigente”.
    2. Crie rapport acompanhando o ritmo, o tom de voz e a postura da pessoa.
    3. Use perguntas abertas (o quê, como, quando, onde) para entender o que ela realmente quer.
    4. Só então apresente o produto, conectando-o às respostas que o cliente deu.

    Exercício educativo, não substitui acompanhamento profissional.

    Como a PNL ajuda a melhorar suas vendas

    As técnicas de vendas de PNL funcionam porque trabalham os dois lados da venda: o estado interno do vendedor e a qualidade da comunicação com o cliente. Reprogramar pensamentos limitantes, criar rapport e fazer as perguntas certas transforma a venda em uma conversa de confiança, e não em uma disputa. Com prática, isso vira um hábito que aparece em cada atendimento.

    A SIPNL (Sociedade Internacional de PNL) é a maior referência brasileira de Programação Neurolinguística, com formação na linhagem direta de Richard Bandler, criador da PNL. Para dominar essas habilidades na prática, conheça a formação Practitioner em PNL. Para aprofundar, veja também por que usar a PNL para influenciar pessoas.

    Perguntas frequentes

    Quais são as principais técnicas de vendas de PNL?

    As principais técnicas de vendas de PNL envolvem reprogramar os próprios comportamentos e pensamentos do vendedor, ajustar a linguagem usada com o cliente, criar rapport e usar perguntas abertas para entender o que a pessoa realmente deseja.

    A PNL realmente ajuda a vender mais?

    A PNL ajuda porque oferece uma abordagem completa: além da argumentação, trabalha o estado emocional do vendedor e a leitura do cliente. Isso gera mais confiança no atendimento e uma persuasão personalizada, em vez de discursos prontos.

    O que é rapport nas vendas?

    Rapport é a habilidade de criar um vínculo de empatia e confiança com o cliente, acompanhando seu ritmo, tom e postura. Esse vínculo deixa a conversa mais leve e abre espaço para que o cliente compartilhe o que precisa.

    Quer transformar a forma como você se comunica e vende? Conheça as formações em PNL da SIPNL e desenvolva, na prática, as habilidades que fazem a diferença em cada atendimento.

  • Lidando com pessoas negativas no trabalho

    Lidando com pessoas negativas no trabalho

    Resposta rápida: Para lidar com pessoas negativas no trabalho, evite os “assuntos-bomba” e proponha temas leves, afaste-se de quem afeta o seu bem-estar, não entre em grupos tóxicos e cerque-se de gente com visão positiva. Quando fizer sentido, tenha uma conversa franca pedindo mudança de postura. O objetivo é proteger a própria energia, já que passamos a maior parte do dia no ambiente corporativo.

    A negatividade no trabalho é algo que pode prejudicar a sua carreira no longo prazo. Pare e pense: você passa no mínimo 8 horas por dia no escritório. Se o seu colega vive se lamentando, a chance de você se tornar uma pessoa de baixo astral é alta. Pensando nisso, reuni 4 dicas rápidas de como lidar com pessoas negativas no trabalho. Acompanhe a seguir.

    Convivência e diálogo no ambiente de trabalho

    Fuja dos assuntos-bomba

    Pessoas negativas adoram falar sempre das coisas que as afligem e, ao tocar nesses assuntos, contribuem para que outras também se tornem pessimistas. No contato com essas pessoas tóxicas, fuja dos “assuntos-bomba” e proponha falar sobre amenidades.

    Melhor só do que mal acompanhado

    Se a negatividade de alguém está afetando o seu bem-estar, afaste-se dessa pessoa o mais rápido possível. Quando o contato for inevitável, procure manter o pensamento focado e não se deixe influenciar pelas opiniões e comentários dela. Evite comentar coisas sobre você e não caia em ciladas.

    Não faça parte de grupos tóxicos

    As pessoas tóxicas costumam criar grupos tóxicos. Jamais faça parte de grupos assim. Se quiser ajudar, você até pode conversar com elas, mas, se o seu colega decide ser tóxico e gosta de viver assim, afaste-se. Mantenha distância de grupos que supervalorizam a crítica, as notícias ruins, o “não vai dar certo” e a negatividade. Em vez disso, crie um círculo de proteção reunindo pessoas que tenham uma visão positiva do mundo.

    Tenha uma conversa franca

    Tenha uma conversa franca com a pessoa. Peça para evitar palavras negativas, fofocas, problemas e dificuldades constantes. A pessoa precisa mudar a maneira de viver e o linguajar; caso contrário, você vai se afastar dela ou, pelo menos, parar de dar ouvidos ao que ela diz.

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    Conversa franca em 4 passos

    Quando a conversa franca for o caminho, prepare-a com cuidado para que ela ajude, em vez de gerar mais atrito:

    1. Escolha um momento reservado e calmo, longe do grupo.
    2. Fale a partir de como você se sente, sem acusar (“tenho percebido que…” em vez de “você sempre…”).
    3. Aponte comportamentos concretos: fofocas, reclamações constantes, “assuntos-bomba”.
    4. Combine um próximo passo e proteja sua energia se a postura não mudar.

    Exercício educativo, não substitui acompanhamento profissional.

    Como a PNL ajuda a lidar com pessoas negativas no trabalho

    Conviver com pessoas negativas no trabalho desgasta porque tendemos a absorver o estado emocional de quem está por perto. A Programação Neurolinguística trabalha justamente o controle do próprio estado: com técnicas de ancoragem e foco, você aprende a se proteger da energia alheia, manter a clareza e se comunicar de forma mais assertiva, inclusive nas conversas difíceis.

    A SIPNL (Sociedade Internacional de PNL) é a maior referência brasileira de Programação Neurolinguística, com formação na linhagem direta de Richard Bandler, criador da PNL. Como esse desgaste também se liga ao estresse do ambiente corporativo, vale conhecer estas dicas sobre saúde no trabalho e como combater o burnout, e entender melhor o que é burnout com o psicólogo Gustavo Garrido.

    Perguntas frequentes

    Como lidar com pessoas negativas no trabalho?

    Para lidar com pessoas negativas no trabalho, evite os assuntos que alimentam o pessimismo, afaste-se de quem prejudica o seu bem-estar, não entre em grupos tóxicos e cerque-se de pessoas positivas. Quando possível, tenha uma conversa franca pedindo mudança de postura.

    A negatividade dos colegas pode me afetar?

    Sim. Passamos a maior parte do dia no trabalho e tendemos a absorver o astral de quem está por perto. Por isso, a convivência constante com pessoas negativas pode minar o seu ânimo e até prejudicar a carreira no longo prazo.

    Vale a pena tentar ajudar um colega negativo?

    Vale, desde que a pessoa esteja aberta a mudar. Uma conversa franca pode ajudar. Mas, se o colega decide permanecer tóxico, o mais saudável é se afastar e proteger a própria energia.

    Quer aprender a controlar o próprio estado emocional e se proteger da negatividade ao seu redor? Conheça as formações em PNL da SIPNL e desenvolva, na prática, mais equilíbrio e assertividade no dia a dia.

  • Domine o seu poder de persuasão em 4 passos simples

    Domine o seu poder de persuasão em 4 passos simples

    Resposta rápida: Para dominar o seu poder de persuasão em 4 passos, demonstre autoridade no assunto, antecipe e neutralize as objeções do outro, apresente provas e exemplos concretos e use o princípio da escassez. Persuadir é fazer alguém agir a seu favor pela comunicação, conectando linguagem verbal, não verbal e comportamento.

    A persuasão é a capacidade de fazer alguém agir a seu favor usando a comunicação. Para dominar essa habilidade, é preciso descobrir como a linguagem (verbal e não verbal) e os comportamentos se conectam. Durante uma palestra na Campus Party Brasil, o comunicador Bruno Romano apresentou estratégias da publicidade para fortalecer o poder de persuasão. Acompanhe os 4 passos a seguir.

    Comunicação persuasiva entre pessoas

    1. Autoridade

    Mostrar autoridade no assunto que está sendo abordado é essencial para que o cliente se sinta seguro o suficiente para adquirir o que está sendo oferecido. “A internet pode ser aproveitada. A partir do momento em que você publica qualquer coisa sobre um determinado tema, você já pode começar a ser considerado um especialista sobre o assunto”, diz Romano.

    2. Objeções

    Não é incomum que uma desculpa seja usada para o cliente fugir da situação. Muitas vezes, ele já diz que não quer antes mesmo da proposta ser apresentada. Para ter sucesso, é necessário inocular as objeções do cliente antes mesmo de elas aparecerem. Pergunte-se: qual é a objeção que você mais recebe? Inocule-a contando uma história antes de fazer a proposta.

    3. Provas por A+B

    Tenha sempre o embasamento necessário para convencer a pessoa a fazer algo ou comprar o seu produto. Ela precisa ter certeza de que terá um retorno positivo. Uma boa dica é trazer exemplos: o depoimento de alguém que já adquiriu a sua mercadoria pode convencer os mais indecisos. “As pessoas seguem o efeito manada, quando você vai de acordo com o bando”, diz Romano.

    4. Escassez

    Uma oferta limitada traz a ideia de exclusividade. É nisso que está a força das promoções válidas por poucos dias. O consumidor pode não precisar daquilo no momento, mas sente a necessidade de se garantir e acaba comprando logo. Quando a oferta é boa, ela deve ser clara: mostrar o valor inicial de um produto, quanto ele custa agora e a economia feita faz a pessoa perceber que a oportunidade vale a pena. Esse é um dos motivos de liquidações como a Black Friday serem tão famosas e renderem tanto para as empresas.

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    Os 4 gatilhos antes de uma conversa importante

    Antes da sua próxima venda, apresentação ou negociação, prepare cada passo:

    1. Autoridade: liste 2 motivos que provam que você domina o tema.
    2. Objeções: escreva a objeção mais comum e como vai antecipá-la com uma história.
    3. Provas: separe um exemplo ou depoimento real para citar.
    4. Escassez: defina, com honestidade, o que há de limitado ou exclusivo na sua oferta.

    Exercício educativo, não substitui acompanhamento profissional.

    Como a PNL ajuda a desenvolver o poder de persuasão

    A Programação Neurolinguística (PNL) nasceu estudando como os comunicadores mais eficazes conseguem influenciar pessoas. Ferramentas como rapport, calibragem da linguagem não verbal e uso preciso da linguagem ajudam você a criar conexão, ler o outro e conduzir uma conversa com naturalidade, sem manipulação. É a base prática por trás dos quatro gatilhos acima.

    A SIPNL (Sociedade Internacional de PNL) é a maior referência brasileira de Programação Neurolinguística, com formação na linhagem direta de Richard Bandler, criador da PNL. Para aprofundar nas ferramentas de comunicação e influência, conheça as ferramentas da PNL que facilitam sua vida.

    Perguntas frequentes

    Como dominar o poder de persuasão em 4 passos?

    Demonstre autoridade no assunto, antecipe e neutralize as objeções, apresente provas e exemplos concretos e use a escassez para mostrar exclusividade. Juntos, esses quatro passos tornam a sua comunicação muito mais convincente.

    Persuasão é o mesmo que manipulação?

    Não. Persuadir é fazer alguém agir a seu favor por meio da comunicação, com clareza e exemplos verdadeiros. A manipulação se baseia em enganar. Os gatilhos funcionam melhor quando usados com honestidade.

    Qualquer pessoa pode desenvolver o poder de persuasão?

    Sim. Persuasão é uma habilidade de comunicação, e como toda habilidade pode ser treinada. Conhecer a linguagem verbal e não verbal e praticar os quatro passos melhora os resultados com o tempo.

    Escolha um dos quatro gatilhos e aplique já na sua próxima conversa importante. Para desenvolver a comunicação e a influência de forma profunda, conheça as formações em PNL da SIPNL.

  • Conheça 4 sinais de pessoas ansiosas

    Conheça 4 sinais de pessoas ansiosas

    Resposta rápida: Os principais sinais de ansiedade são dificuldade para falar em público, insegurança constante, problemas para dormir e preocupação excessiva. Quando esses sinais passam a interferir na rotina, no sono e nos relacionamentos, deixam de ser nervosismo comum e podem indicar um transtorno de ansiedade que merece atenção.

    A ansiedade afeta o modo como nos sentimos, nos comportamos e pode até manifestar sintomas físicos. Em nível leve, deixa a pessoa inquieta e desatenta. Já em um estágio mais severo, tem grande impacto no dia a dia. Reconhecer os sinais de ansiedade cedo é o primeiro passo para retomar o controle. Conheça abaixo os 4 sinais mais comuns nas pessoas ansiosas.

    Um dos sinais que mais incomoda é justamente quando a mente não desliga à noite. O psicólogo Gustavo Garrido explica por que a ansiedade ataca mais à noite.

    1. Dificuldade para falar em público

    Mulher ansiosa com medo de falar em público, um dos sinais de ansiedade

    Grande parte das pessoas sente o famoso frio na barriga ao falar com muita gente, apresentar um projeto ou participar de um treinamento. Quando o medo de falar em público é tão forte que nada te alivia, ou quando você gasta muito tempo se preocupando com essas situações antes mesmo de elas acontecerem, isso pode ser um sinal de fobia social.

    Confira dicas de como superar o medo de falar em público.

    2. Insegurança

    Pessoa insegura em situação social, sinal de ansiedade

    Em muitos casos, a ansiedade se manifesta em situações cotidianas, como manter um diálogo, comer ou beber acompanhado de poucas pessoas. Quem tem transtorno de ansiedade social costuma sentir que todos os olhos estão sobre si, e junto disso podem vir tremores, náuseas, suor excessivo ou dificuldade para falar.

    Essas reações dificultam a convivência social, conhecer pessoas novas, manter relacionamentos amorosos e progredir na escola ou no trabalho.

    Leia também:
    Sinais de que chegou a hora de mudar o modo de pensar
    4 atitudes de pessoas otimistas

    3. Problemas para dormir

    Pessoa com insônia por ansiedade, sinal de que a mente não desliga

    A dificuldade de dormir por algumas horas seguidas está ligada a várias condições de saúde, físicas e psicológicas. É comum se revirar na cama na véspera de uma entrevista de emprego, por exemplo. No entanto, ficar acordado por muitas noites seguidas se preocupando com os problemas do dia a dia, ou sem motivo aparente, pode ser um sinal de transtorno de ansiedade.

    4. Preocupação excessiva

    Pessoa com preocupação excessiva, sinal de ansiedade

    Um dos principais sintomas de quem é ansioso é se preocupar demais com tudo, inclusive com assuntos que não merecem tanta atenção. A situação fica preocupante quando essa preocupação vira pensamento persistente, a ponto de a pessoa ficar obcecada com aquilo e prejudicar a rotina.

    Se você se identificou com os itens acima, saiba que é possível mudar esse padrão de comportamento com técnicas de respiração e relaxamento muscular. Quando estamos ansiosos, a respiração fica mais rápida e provoca hiperventilação, o que pode gerar tontura, falta de ar e formigamento nas mãos e nos pés. A respiração profunda, feita pelo diafragma, ajuda a regular o organismo e o sistema nervoso.

    Pra aplicar agora

    Respiração diafragmática 4 e 6

    Quando a preocupação acelera a mente e a respiração, este exercício ajuda a desligar o estado de alerta em poucos minutos:

    1. Sente-se com a coluna ereta e apoie uma das mãos sobre a barriga.
    2. Inspire pelo nariz contando até 4, sentindo a barriga subir (não o peito).
    3. Solte o ar pela boca, devagar, contando até 6, sentindo a barriga descer.
    4. Repita por 6 a 8 ciclos, com os ombros relaxados.

    Exercício educativo, não substitui acompanhamento profissional. Em momentos de crise, ligue para o CVV (188), 24 horas e gratuito.

    Como a PNL ajuda a lidar com os sinais de ansiedade

    A Programação Neurolinguística (PNL) trabalha exatamente os padrões mentais que alimentam a ansiedade: a forma como você interpreta uma situação, as imagens que cria na mente antes de um evento e o diálogo interno que dispara a preocupação. Com técnicas de ancoragem, ressignificação e controle de estados emocionais, é possível reprogramar respostas automáticas de medo e insegurança, substituindo-as por estados de calma e foco.

    A SIPNL (Sociedade Internacional de PNL) é a maior referência brasileira de Programação Neurolinguística, com formação na linhagem direta de Richard Bandler, criador da PNL. Se você quer aprender a controlar a própria mente na prática, conheça a formação Practitioner em PNL e as técnicas de relaxamento para controle do estresse.

    Perguntas frequentes sobre ansiedade

    Quais são os principais sinais de ansiedade?

    Os sinais de ansiedade mais comuns são dificuldade para falar em público, insegurança constante, problemas para dormir e preocupação excessiva. Eles costumam vir acompanhados de sintomas físicos como tremores, suor, taquicardia e falta de ar.

    Quando a ansiedade deixa de ser normal?

    Sentir ansiedade antes de um evento importante é natural. Ela passa a ser preocupante quando se torna frequente, intensa e desproporcional, atrapalhando o sono, o trabalho e os relacionamentos por semanas seguidas. Nesses casos, vale buscar apoio profissional.

    A PNL funciona para ansiedade?

    A PNL oferece ferramentas práticas para reconhecer e mudar os padrões de pensamento que disparam a ansiedade, como o diálogo interno negativo e a antecipação de cenários ruins. Ela não substitui tratamento clínico quando há um transtorno diagnosticado, mas é um recurso poderoso de autorregulação emocional.

    Se a ansiedade está controlando a sua vida, não enfrente isso sozinho. Procure um psicólogo ou profissional de saúde e, em momentos de crise, ligue para o CVV (188), atendimento gratuito e sigiloso 24 horas por dia. Se quiser apoio profissional para acalmar a mente, conheça o trabalho do psicólogo e hipnoterapeuta Gustavo Garrido (atendimento 100% online).

  • Práticas diárias que o tornarão mais forte.

    Práticas diárias que o tornarão mais forte.

    Resposta rápida: As principais práticas diárias que o tornarão mais forte são: conversar com pessoas que pensam diferente, valorizar o trajeto que você já percorreu, alimentar a autoestima e seguir o caminho que te faz feliz. São pequenas mudanças de rotina que, repetidas no dia a dia, constroem força mental e emocional ao longo do tempo.

    Pequenas mudanças na rotina fazem diferença na sua vida, ajudando você a crescer mais forte e mais capaz a longo prazo. Conheça abaixo as práticas diárias que o tornarão mais forte e comece a aplicá-las hoje mesmo.

    1. Converse com pessoas que tenham diferentes pontos de vista

    Conversa entre pessoas com pontos de vista diferentes, prática diária que o tornará mais forte

    Frank Zappa disse uma vez: “A mente é como um paraquedas, só funciona se estiver aberta.” Aprecie novas perspectivas quando as encontrar, mesmo que isso signifique abrir a mente para além do que você considera confortável.

    Preste atenção às pessoas ao seu redor e encontre alguém que, na sua opinião, acredita ou encara as coisas de modo diferente de você. Agora, tenha uma conversa honesta e amigável com ela. Essa experiência trará novos pontos de vista e ajudará a abrir sua mente.

    2. Valorize o trajeto que você percorreu

    Caminho percorrido rumo ao êxito, prática diária para se tornar mais forte

    É o aprendizado conquistado durante o trajeto que importa, não a velocidade com que você progride. A felicidade é encontrada durante a jornada, não no destino final. Você tem o poder de tornar seus momentos mais agradáveis simplesmente valorizando onde está. Foque em quão longe chegou, em vez de dar atenção somente à distância que falta percorrer.

    3. Alimente sua autoestima

    Se você não se sente em paz consigo mesmo, não estará em paz na companhia dos outros. Quase tudo do que você faz e pensa é um reflexo das suas crenças internas. Ao esperar menos de si mesmo, você nunca alcançará o seu potencial máximo. Quando a autocrítica vira insegurança constante, vale entender mais sobre a síndrome do impostor, tema do psicólogo e hipnoterapeuta Gustavo Garrido.

    4. Siga o caminho que te faz feliz

    Pessoa seguindo o próprio caminho com autenticidade, prática diária que a torna mais forte

    Não viva uma vida de pobreza emocional, em que sua felicidade depende da permissão dos outros. Permita-se seguir o caminho que te faz feliz. Algumas pessoas poderão recusar seguir ao seu lado por não aprovarem suas escolhas. Às vezes, quando você ganha algo grande, é preciso abrir mão de outras coisas, como um relacionamento que o mantém preso.

    Pra aplicar agora

    Diário do quanto você já avançou

    Para fortalecer a autoestima e valorizar o trajeto, transforme estas práticas em um hábito de poucos minutos:

    1. Ao fim do dia, anote uma coisa que você aprendeu ou superou, por menor que seja.
    2. Releia o quanto já avançou desde onde começou, em vez de focar no que falta.
    3. Escreva uma decisão alinhada ao que te faz feliz, e dê um pequeno passo nela amanhã.

    Exercício educativo, não substitui acompanhamento profissional.

    Como a PNL ajuda nas práticas diárias que o tornam mais forte

    A Programação Neurolinguística (PNL) atua diretamente nas crenças internas que definem o quanto você espera de si mesmo. Com técnicas de ressignificação, ancoragem e controle do diálogo interno, é possível fortalecer a autoestima, abrir a mente para novas perspectivas e sustentar as escolhas que te fazem feliz, transformando boas intenções em hábitos consistentes.

    A SIPNL (Sociedade Internacional de PNL) é a maior referência brasileira de Programação Neurolinguística, com formação na linhagem direta de Richard Bandler, criador da PNL. Para entender como esses padrões mudam na prática, veja como a PNL pode mudar sua vida.

    Perguntas frequentes

    Quais são as práticas diárias que o tornarão mais forte?

    Conversar com quem pensa diferente, valorizar o trajeto já percorrido, alimentar a autoestima e seguir o caminho que te faz feliz. São hábitos simples que, repetidos diariamente, constroem força mental e emocional.

    Por que pequenas práticas diárias funcionam melhor que grandes mudanças?

    Porque nos tornamos aquilo que fazemos repetidamente. Mudanças pequenas e constantes criam novos hábitos de forma sustentável, sem a sobrecarga que costuma fazer as grandes mudanças fracassarem.

    Como fortalecer a autoestima no dia a dia?

    Comece reconhecendo seus avanços, evite esperar menos de si mesmo e cerque-se de perspectivas que ampliam sua visão. Registrar o próprio progresso ajuda a perceber o quanto você já cresceu.

    Comece hoje com uma única prática e mantenha a constância. Se quiser desenvolver força mental com método, conheça as formações em PNL da SIPNL e dê o próximo passo no seu desenvolvimento.

  • 5 dicas para diminuir o estresse.

    5 dicas para diminuir o estresse.

    Resposta rápida: Para diminuir o estresse no dia a dia, comece respirando fundo e devagar, reserve tempo para se divertir, dê menos atenção ao julgamento alheio, viva o presente e tire um tempo só para você. São hábitos simples de incorporar na rotina que ajudam a regular o corpo e a mente e a recuperar o equilíbrio interno.

    A velocidade do mundo moderno faz com que muitos se esqueçam de como levar uma vida saudável e sem estresse. Saber como diminuir o estresse deixou de ser luxo e virou necessidade: com uma rotina que força as pessoas a realizarem tarefas o tempo todo, quase não sobra tempo para manter o equilíbrio interno, e isso tem gerado muitos casos de estresse.

    Os sintomas mais comuns de quem sofre de estresse são dores de cabeça, problemas gástricos, insônia, dores musculares e ansiedade. A boa notícia é que existem formas de reduzir esse sentimento e que podem ser incorporadas facilmente na sua rotina. Quando o estresse já virou esgotamento físico e mental, vale entender também o que é burnout, com o psicólogo e hipnoterapeuta Gustavo Garrido (atendimento 100% online). Confira.

    1. Respire fundo

    Mulher respirando fundo para diminuir o estresse

    A primeira dica para quem está estressado é respirar fundo e com calma. Respirando fundo você terá mais oxigênio entrando no corpo, mantendo a mente e o corpo em equilíbrio. Descanse o corpo, coloque as mãos próximas aos joelhos e comece a respirar lenta e profundamente. Em alguns instantes você certamente sentirá a diferença.

    2. Divirta-se

    Pessoa se divertindo, uma forma de diminuir o estresse

    Veja um filme ou vídeo engraçado, leia piadas ou lembre de uma situação engraçada que aconteceu no passado. Ao sorrir, o cérebro produz mais endorfina, o neurotransmissor responsável pelas sensações de prazer e bem-estar. O corpo então reduz a tensão física e fica com a sensação de leveza.

    3. Dê menos atenção ao julgamento alheio

    Pessoa ignorando o julgamento alheio para reduzir o estresse

    Muitas pessoas julgam o comportamento dos outros sem dó nem piedade. Em boa parte dos casos, seus julgamentos são baseados nas próprias inseguranças. Esqueça o que elas pensam e dizem sobre você, pois ninguém sabe o que você está passando ou sentindo. É mais válido focar nas suas emoções e seguir em frente sem se preocupar com a aprovação alheia.

    4. Viva o presente

    Pessoa vivendo o presente para controlar o estresse

    O passado é apenas uma lembrança e o futuro uma projeção mental. Você pode usar o passado para refletir e o futuro para visualização e planejamento prático. Entretanto, se a sua consciência fica presa no passado ou no futuro com fins negativos, você estará sufocando a capacidade de prosperar no único momento que possui: o agora. Como diz o Dr. Richard Bandler: “A melhor coisa que existe sobre o seu passado é que ele já passou.”

    5. Tire um tempo para você

    Pessoa descansando e tirando um tempo para si para diminuir o estresse

    Reserve uma parte do seu dia para refletir e pensar na vida. Dedique esses momentos para fazer algo de que goste: ler um livro, passear com o cachorro, jogar games, cozinhar. Coisas que possam te proporcionar energias positivas. Trabalho e estudos são importantes, mas é fundamental tirar um tempo para você e garantir a sua saúde e satisfação pessoal.

    Pra aplicar agora

    Pausa de 3 minutos para descarregar o estresse

    Quando o corpo começar a tensionar no meio da rotina, use esta pausa rápida para baixar o nível de estresse:

    1. Pare o que está fazendo e apoie os pés inteiros no chão, sentindo o contato.
    2. Respire fundo pelo nariz contando até 4 e solte o ar pela boca contando até 6, por cinco ciclos.
    3. Lembre de algo que te faz sorrir e deixe esse pensamento ocupar a sua mente por alguns segundos.
    4. Volte para a tarefa percebendo os ombros e a mandíbula mais soltos.

    Exercício educativo, não substitui acompanhamento profissional. Em momentos de crise, ligue para o CVV (188), 24 horas e gratuito.

    Como a PNL ajuda a diminuir o estresse

    O estresse é uma emoção útil. O problema começa quando, em vez de nos alertar sobre o que é importante, ele passa a prejudicar a nossa qualidade de vida. A Programação Neurolinguística (PNL) trabalha justamente os padrões mentais que mantêm o corpo em estado de alerta: a forma como você interpreta os acontecimentos, o diálogo interno e as imagens que cria na mente. Com técnicas de ancoragem e controle de estados emocionais, é possível treinar o cérebro para acessar calma e foco mesmo sob pressão.

    A SIPNL (Sociedade Internacional de PNL) é a maior referência brasileira de Programação Neurolinguística, com formação na linhagem direta de Richard Bandler, criador da PNL. Se você quer ir além das dicas e dominar essas ferramentas na prática, conheça as técnicas de relaxamento para controle do estresse.

    Perguntas frequentes

    Como diminuir o estresse de forma rápida no dia a dia?

    Respirar fundo e devagar é a forma mais rápida de diminuir o estresse, porque regula a respiração e o sistema nervoso em poucos minutos. Some a isso pequenos hábitos como se divertir, viver o presente e reservar um tempo só para você.

    Quais são os sintomas mais comuns do estresse?

    Os sintomas mais comuns são dores de cabeça, problemas gástricos, insônia, dores musculares e ansiedade. Quando esses sinais se tornam frequentes e atrapalham a rotina, vale buscar apoio de um profissional de saúde.

    O estresse é sempre ruim?

    Não. O estresse é uma emoção útil que serve para nos alertar sobre o que é importante. Ele passa a ser um problema quando se torna constante e prejudica a qualidade de vida, o sono e os relacionamentos.

    Comece aplicando uma dica por vez e observe o que funciona melhor para você. Se o estresse estiver constante e atrapalhando o seu dia a dia, vale buscar apoio para aliviar o estresse e a tensão com acompanhamento profissional, além de, em momentos de crise, ligar para o CVV (188), atendimento gratuito e sigiloso 24 horas por dia.

  • Descubra 5 comportamentos de quem é feliz.

    Descubra 5 comportamentos de quem é feliz.

    Resposta rápida: Os principais comportamentos de quem é feliz são: dizer não quando é preciso, cultivar o amor-próprio, enxergar a rejeição como proteção, manter os pés no chão e saber lidar com situações adversas. A felicidade não é um estado fixo, é uma habilidade que se treina, aprendendo a gerar e sustentar boas sensações no dia a dia.

    A felicidade é um sentimento que muitos perseguem. Em seu discurso no TED em 2004, o psicólogo Martin Seligman afirma que existem 3 tipos de vidas felizes: a vida de prazeres, na qual você vive com quantos prazeres puder; a vida de envolvimento, em que se encontra sentido no trabalho, na família, no amor ou no lazer; e a vida que tem significado, que consiste em conhecer suas maiores forças e usá-las para fazer parte de algo maior que você. Acompanhe abaixo 5 comportamentos de quem é feliz e inspire-se neles.

    Pessoas felizes e sorrindo

    1. Dizem não quando é preciso

    Dizer sim para tudo pode te colocar em um caminho complicado. Sentir-se sobrecarregado no trabalho, por exemplo, costuma ser resultado de dizer sim com frequência. Todos temos obrigações, mas é possível encontrar o equilíbrio administrando a quantidade de vezes que dizemos sim. É preciso estabelecer limites claros para evitar que as pessoas tirem vantagem de você.

    2. Cultivam o amor-próprio

    Muitas pessoas investem tempo e dedicação em alguém que amam e esquecem que elas mesmas também são especiais. Estimule os outros sem esquecer de se valorizar. Indivíduos felizes sabem que o amor-próprio não é egoísmo: eles colocam suas necessidades em primeiro lugar, pois somente quando estão bem consigo mesmos conseguem ajudar aqueles com quem se importam.

    3. Enxergam a rejeição como proteção

    A rejeição não significa que você não é bom o suficiente. Significa que outra pessoa não reconheceu o que você tem a oferecer. Ao receber um não, você ganha mais tempo para melhorar, elaborar novas ideias e aperfeiçoar seu trabalho. Pessoas felizes sabem disso e não levam a rejeição para o lado pessoal.

    O potencial cliente que não ligou de volta, a proposta de emprego que não deu certo ou a negação de um empréstimo são sinais de que aquelas não eram as melhores opções para o momento.

    4. Mantêm os pés no chão

    Pessoas felizes e bem-sucedidas pensam sobre o sucesso e o fracasso de maneira diferente. Não levam para o lado pessoal tudo o que dá errado e também não deixam o sucesso subir à cabeça. Seja humilde, mantenha os pés no chão sem deixar o sucesso te deslumbrar nem o fracasso afetar o seu coração.

    5. Sabem lidar com situações adversas

    É difícil ser feliz quando acontecem situações trágicas, mas o modo como você responde aos momentos difíceis molda o seu caráter. Lembre-se: você se torna aquilo em que acredita. Olhe para as coisas com objetividade, descubra a lição que pode ser tirada e siga em frente. Não deixe que uma experiência negativa endureça o seu coração.

    Ninguém é feliz o tempo todo, e não existirá alguém assim. Nós, seres humanos, estamos felizes: entramos nesses estados de felicidade às vezes, assim como também nos sentimos mal. O segredo é aprender a sentir boas sensações e praticar ficar cada vez melhor em se sentir bem, para passar a maior parte do dia se sentindo bem em cada atividade.

    Pra aplicar agora

    Treino diário de boas sensações

    Se a felicidade é um estado que se treina, reserve poucos minutos por dia para praticar entrar nele:

    1. Respire fundo e lembre de um momento em que se sentiu muito bem, com todos os detalhes.
    2. Reviva a cena vendo o que viu, ouvindo o que ouviu e sentindo o que sentiu, ampliando a sensação.
    3. Antes de fechar, estabeleça um limite saudável para o dia (um “não” que você vai respeitar).

    Exercício educativo, não substitui acompanhamento profissional.

    Como a PNL ajuda a desenvolver os comportamentos de quem é feliz

    A Programação Neurolinguística (PNL) ensina, na prática, a treinar estados emocionais. Com técnicas de ancoragem, ressignificação e controle do diálogo interno, você aprende a gerar boas sensações de forma consciente, estabelecer limites com mais firmeza e responder à rejeição e às adversidades sem se desestabilizar, exatamente os comportamentos das pessoas mais felizes.

    A SIPNL (Sociedade Internacional de PNL) é a maior referência brasileira de Programação Neurolinguística, com formação na linhagem direta de Richard Bandler, criador da PNL. Para entender o potencial dessa transformação, veja como a PNL pode mudar sua vida.

    Perguntas frequentes

    Quais são os comportamentos de quem é feliz?

    Dizer não quando é preciso, cultivar o amor-próprio, enxergar a rejeição como proteção, manter os pés no chão e saber lidar com situações adversas. São atitudes que sustentam o bem-estar no dia a dia.

    A felicidade pode ser treinada?

    Sim. A felicidade é mais um estado do que um traço fixo: ninguém é feliz o tempo todo. Praticando entrar em bons estados emocionais, você fica cada vez melhor em se sentir bem na maior parte do dia.

    Por que dizer não ajuda a ser mais feliz?

    Porque dizer sim a tudo gera sobrecarga e abre espaço para que tirem vantagem de você. Estabelecer limites claros protege sua energia e preserva o seu bem-estar.

    Comece treinando uma boa sensação por dia e um limite saudável. Se você quer aprender a gerar seus estados emocionais com método, conheça as formações em PNL da SIPNL.

  • 2 Maneiras Fáceis de Se Sentir Bem, Rapidamente

    Resposta rápida: As duas maneiras fáceis de se sentir bem rapidamente são usar lembranças vívidas e usar a fisiologia. Ao reviver com todos os sentidos um momento em que você se sentiu muito bem, o cérebro produz uma química parecida com a daquela experiência. E ao mudar a postura, a respiração e a expressão facial, você gera mudanças químicas e emocionais sem depender de motivos externos.

    Sentimentos bons são os maiores motivadores que existem, e em algum nível você já sabe disso. As pessoas gastam muito dinheiro em roupas, muita energia para emagrecer e até passam por cirurgia plástica em busca disso. Se deixarmos de lado o julgamento sobre o que é certo ou errado e nos aprofundarmos no porquê de sermos assim, vamos perceber que todos queremos a mesma coisa: sentimentos bons. E se existissem maneiras de se sentir bem facilmente, sem precisar de nada além de você mesmo e da sua neurologia?

    A importância de uma alimentação saudável

    Quero deixar claro que sempre existem fatores importantes quando o assunto é produzir bons sentimentos, e a alimentação saudável é um deles. Nosso corpo é capaz de gerar qualquer sensação boa, basta buscar em suas lembranças, mas sem os recursos certos ficamos limitados. Uma pesquisa realizada na Grã-Bretanha analisou os hábitos de 200 pessoas: em 88% dos casos, a mudança na dieta amenizou sintomas de transtornos mentais como ataques de pânico, ansiedade e depressão. Quanto mais alto o nível de açúcar não controlado, maior a possibilidade de desenvolver um quadro depressivo. Por isso, vale tornar-se consciente do quanto consumir alimentos saudáveis faz diferença. Se os ataques de pânico ou a ansiedade já fazem parte do seu dia a dia, vale conhecer a hipnose clínica para ansiedade e a evidência científica por trás dela, com o psicólogo e hipnoterapeuta Gustavo Garrido (atendimento 100% online).

    Agora que ficou clara a importância de uma alimentação saudável, vamos às maneiras fáceis de se sentir bem sem precisar de motivos, usando a sua própria neurologia.

    1. Lembranças

    Maneiras de se sentir bem sem motivos usando lembranças e a própria neurologia

    Ao contrário do que muita gente repete por aí, nosso cérebro sabe sim diferenciar o real do imaginado; se não conseguisse, todos seríamos esquizofrênicos. O que de fato acontece é que o cérebro produz uma química parecida com a do momento vivido quando nos lembramos dele de forma vívida. Ou seja, lembrar o que você viu, ouviu e sentiu quando estava muito feliz faz o corpo produzir uma química semelhante e, consequentemente, sentimentos parecidos.

    Parece simples e realmente é. Apenas tenha em mente que o cérebro precisa de detalhes para se sentir bem ao relembrar uma boa experiência. Veja algumas dicas para ter êxito:

    1. Primeiro, relaxe. Pare o que está fazendo e fique em uma posição confortável, de olhos fechados.
    2. Respire profundamente algumas vezes.
    3. Reviva o momento escolhido. Use os 5 sentidos e imagine que a experiência está acontecendo agora: o que você está vendo, ouvindo e sentindo? Quais são os cheiros e os gostos?

    Você saberá que está funcionando ao se sentir bem. Dá para perceber também pela fisiologia, ou seja, pela expressão facial, pelos gestos, pela cor da pele e pela postura, porque mente e corpo formam um sistema só. Isso significa que, se você muda como pensa, muda como se sente. O legal é que o contrário também funciona, e esse é o nosso próximo assunto.

    2. Fisiologia

    Da mesma maneira que o cérebro produz uma química parecida ao relembrarmos uma experiência, ele também produz ao usarmos a fisiologia como se já estivéssemos do jeito que queremos. Isso significa que, se você forçar um sorriso, mantiver a postura ereta e respirar profundamente por alguns minutos, pode criar mudanças em nível químico e emocional.

    A PNL ensina isso desde a década de 1970, e a psicóloga de Harvard Amy Cuddy comprovou esse ponto cientificamente. Veja a palestra dela no TED sobre como a linguagem corporal molda quem você é.

    Agora você sabe que existem meios diferentes de se sentir bem além de fazer compras, comer ou usar substâncias. Você não precisa de nada além de você mesmo e da sua neurologia, e nunca precisou. Mesmo quando recebe um elogio, ganha uma promoção ou faz algo de que gosta, é sempre o seu cérebro que gera os bons sentimentos.

    Pra aplicar agora

    Lembrança + fisiologia em 3 minutos

    Combine as duas maneiras de se sentir bem em um único exercício rápido:

    1. Sente-se ereto, respire fundo e force um leve sorriso por alguns segundos.
    2. Reviva uma lembrança muito boa usando os 5 sentidos, como se acontecesse agora.
    3. Mantenha a postura aberta e a respiração calma enquanto amplia a sensação boa.

    Exercício educativo, não substitui acompanhamento profissional. Em momentos de crise, ligue para o CVV (188), 24 horas e gratuito.

    Como a PNL ajuda você a se sentir bem sem motivos

    A Programação Neurolinguística (PNL) ensina, na prática, a “programar” o próprio cérebro para gerar o estado emocional que você quiser, quando quiser. Usando lembranças, linguagem e fisiologia, você aprende a acessar boas sensações de forma consciente e a tornar isso um hábito automático, o que é uma das formas mais profundas de liberdade emocional.

    A SIPNL (Sociedade Internacional de PNL) é a maior referência brasileira de Programação Neurolinguística, com formação na linhagem direta de Richard Bandler, criador da PNL. Para entender o potencial dessa transformação, veja como a PNL pode mudar sua vida.

    Perguntas frequentes

    Quais são as maneiras de se sentir bem rapidamente?

    As duas mais simples são usar lembranças vívidas e usar a fisiologia. Reviver com todos os sentidos um momento bom e mudar postura, respiração e expressão facial geram, em poucos minutos, uma química parecida com a do bem-estar.

    O cérebro diferencia o real do imaginado?

    Sim, ele diferencia, mas produz uma química parecida com a do momento real quando você relembra ou imagina uma experiência de forma vívida e detalhada. Por isso lembranças bem construídas geram sensações reais de bem-estar.

    A postura realmente muda como nos sentimos?

    Sim. Forçar um sorriso, manter a postura ereta e respirar fundo por alguns minutos pode criar mudanças químicas e emocionais, algo que a PNL já ensinava e que estudos como os de Amy Cuddy ajudaram a comprovar.

    Pratique essas técnicas alguns minutos por dia e, com o tempo, você ficará muito bom em se sentir bem sem precisar de motivos. Se a ansiedade estiver acelerando a sua mente com frequência, vale também buscar formas de acalmar a mente com acompanhamento profissional. Se quiser dominar esses recursos com profundidade, conheça as formações em PNL da SIPNL. Em momentos de crise emocional, procure um profissional de saúde e ligue para o CVV (188), gratuito e sigiloso 24 horas por dia.