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  • Selecionamos 4 filmes que abordam PNL que você deve assistir. Parte 2

    Selecionamos 4 filmes que abordam PNL que você deve assistir. Parte 2

    Resposta rápida: Entre os filmes que abordam PNL nesta segunda seleção estão Divertida Mente (emoções e neurociência), Lucy (potencial e reprogramação cerebral), Matrix (ressignificação da realidade) e A Corrente do Bem (crença nos recursos internos). Todos ilustram, de forma acessível, conceitos centrais da Programação Neurolinguística.

    Como amantes da sétima arte, sabemos que todo longa de sucesso ganha uma sequência. Por isso, preparamos a segunda parte da nossa seleção de filmes que abordam PNL. Prepare mais um balde de pipoca, abra o seu serviço de streaming favorito e aproveite estas obras que conversam com os conceitos da Neurolinguística.

    1. Divertida Mente

    Destaque de 2015, a animação Divertida Mente, da Pixar, mostra a interação das emoções no cérebro de Riley, uma garota de 11 anos que enfrenta mudanças bruscas na vida. O público conhece o interior da mente da menina, onde convivem Alegria, Medo, Raiva, Nojinho e Tristeza. A líder é a Alegria, que se esforça para manter Riley feliz, até que uma confusão na sala de controle muda tudo.

    Vencedora do Globo de Ouro em 2016, a animação teve como referência as pesquisas do psicólogo Paul Ekman, pioneiro no estudo das conexões entre emoções e expressões faciais. É uma aula completa sobre a complexidade da mente humana, mostrando como reagimos diante de diferentes sentimentos e a relação entre memória e emoção, com metáforas baseadas na neurociência e na psicologia positiva.

    2. Lucy

    Após absorver uma substância que carregava no estômago, Lucy (Scarlett Johansson) se transforma em uma guerreira capaz de evoluir além da lógica humana. O longa aborda o conceito de que os seres humanos usam apenas 10% da capacidade cerebral, um mito que circula desde o século XIX, atribuído à deturpação de pesquisas neurológicas. Conforme expande o poder do cérebro, a protagonista ganha controle sobre o próprio metabolismo, muda a aparência e adquire poderes que modificam tudo ao seu redor.

    A PNL trabalha com a reprogramação cerebral para que as pessoas alcancem a excelência, e Lucy leva essa ideia a um novo patamar. A expansão da mente da protagonista é uma metáfora extrema do potencial que existe quando aprendemos a usar melhor os nossos recursos internos. Resta aguardar a possível sequência.

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    3. Matrix

    Thomas Anderson (Keanu Reeves), um jovem programador, é atormentado por pesadelos em que se encontra conectado por cabos a um imenso sistema de computadores. Após seguir o Coelho Branco, ele descobre que é vítima do Matrix, um sistema artificial que manipula a mente das pessoas, criando a ilusão de um mundo real. Morpheus está convencido de que Thomas é Neo, o messias capaz de enfrentar o Matrix e conduzir as pessoas de volta à liberdade.

    As pílulas coloridas não estão ali por acaso: a vermelha significa libertar-se das convenções e aventurar-se, enquanto a azul representa o domínio da mente fria e racional. Na PNL, isso dialoga com o conceito de ressignificação, ou seja, mudar o significado dos eventos da vida e buscar o lado bom deles. Matrix mostra o tempo todo que a realidade pode ser transformada e que nem tudo é o que parece.

    4. A Corrente do Bem

    Cena do filme A Corrente do Bem, entre os filmes que abordam PNL

    Em sua primeira aula, o professor Eugene Simonet (Kevin Spacey) pergunta aos alunos o que o mundo significa para eles e afirma que, se não gostarem do que encontram, basta modificar. Ele propõe um trabalho: criar algo que possa mudar o mundo. Um de seus alunos, Trevor McKinney (Haley Joel Osment), cria o “Passe para Frente”, que consiste em ajudar três pessoas sem pedir nada em troca, pedindo apenas que cada uma ajude outras três.

    O filme impressiona pela força de vontade do garoto em ajudar sem esperar recompensa. O professor demonstra confiança na competência dos alunos, afirmando que eles têm todos os recursos de que precisam, um pressuposto central da PNL. A obra ainda traz referências ao rapport e à leitura de sinais durante os encontros entre os personagens.

    Como a PNL aparece nos filmes e na vida real

    O que esses filmes que abordam PNL têm em comum é a ideia de que a forma como interpretamos a realidade pode ser transformada. Reprogramação cerebral, ressignificação, crença nos próprios recursos e rapport não são ficção: são exatamente os princípios que a Programação Neurolinguística ensina a aplicar no dia a dia.

    A SIPNL (Sociedade Internacional de PNL) é a maior referência brasileira de Programação Neurolinguística, com formação na linhagem direta de Richard Bandler, criador da PNL. Se os filmes despertaram sua curiosidade, conheça as ferramentas da PNL que facilitam sua vida.

    Perguntas frequentes

    Quais são os filmes que abordam PNL nesta lista?

    Nesta segunda parte, os filmes que abordam PNL são Divertida Mente, Lucy, Matrix e A Corrente do Bem. Cada um ilustra conceitos como emoções, potencial cerebral, ressignificação e crença nos recursos internos.

    Os filmes ensinam PNL de verdade?

    Eles não substituem um curso, mas ilustram de forma acessível princípios reais da PNL, como ressignificação e reprogramação de padrões. São uma boa porta de entrada para quem quer entender o tema antes de se aprofundar.

    Por que assistir a filmes para aprender sobre PNL?

    O cinema mostra na prática como mudamos a forma de interpretar a realidade. Ver esses conceitos dramatizados ajuda a fixar ideias da PNL e a perceber como elas aparecem em situações do cotidiano.

    Gostou da seleção? Se quer ir além dos filmes e aprender a usar a PNL na sua própria vida, conheça as formações da SIPNL.

  • Medo de falar em público?  Saiba como resolver.

    Medo de falar em público? Saiba como resolver.

    Resposta rápida: O medo de falar em público não é algo com que você nasceu: é um padrão aprendido, gerado pelos seus próprios pensamentos. Por isso ele pode ser desaprendido. Ao identificar os pensamentos que disparam o medo, afastar as imagens negativas e mover a sensação ruim para o lado oposto, você muda a química do corpo e a forma como se sente em poucos minutos.

    Você tem medo de falar em público, com desconhecidos ou de apresentar uma palestra? Há quanto tempo carrega esse medo? A boa notícia é que ele pode ser resolvido. O medo de falar em público é o mais comum da humanidade: cerca de 12% da população mundial sofre de fobia social, que envolve diversas situações de interação com outras pessoas. Esse medo costuma andar lado a lado com a ansiedade, e entender a hipnose clínica para ansiedade, abordada pelo psicólogo e hipnoterapeuta Gustavo Garrido, ajuda a enxergar outras formas de tratar o problema na raiz.

    Pessoa curiosa querendo resolver o medo de falar em público

    Existem pessoas que preferem saltar de paraquedas a 4 mil metros de altura, a 200 km/h em queda livre, a falar para uma plateia de 100 pessoas ou simplesmente abordar alguém e demonstrar interesse. Se você se identifica, tenho boas notícias:

    • Você não nasceu com esse medo e não precisa passar a vida toda assim. Você pode mudar.
    • Provavelmente você levou alguns minutos para aprender a ter esse medo, logo, pode desaprender também em questão de minutos.
    • Talvez ainda não tenha percebido, mas são os seus próprios pensamentos que geram esse medo. Basta identificá-los e trocá-los.

    Tome o controle do seu cérebro e dos seus pensamentos

    Tomar o controle do cérebro para vencer o medo de falar em público

    Suponha que você precisa palestrar para um grupo de pessoas. Seria mais inteligente assistir a vídeos de comunicadores gaguejando, esquecendo o que dizer e sendo vaiados, ou assistir a excelentes comunicadores como Martin Luther King Jr. e Richard Bandler? Obviamente, a opção mais inteligente é assistir aos excelentes. Qualquer pessoa escolheria com facilidade.

    No entanto, quando se trata dos filmes que criamos internamente, as pessoas permitem cenas ruins: se imaginam gaguejando, esquecendo o que vão dizer, sendo vaiadas. Se você tem que palestrar, não parece muito inteligente imaginar que vai gaguejar, ficar nervoso ou ser humilhado na frente de várias pessoas. Você nunca pensou em parar de pensar os pensamentos inúteis que atrapalham a sua vida?

    Como controlar o medo de falar em público na prática

    Pare um momento e respire fundo. Com os olhos fechados, lembre de um momento em que teve que falar para um público ou quis iniciar uma conversa com um desconhecido e sentiu desconforto, ansiedade ou medo. Entre na experiência: veja o que viu e escute o que escutou. Então observe:

    • Quais são os pensamentos que te levaram a essa sensação ruim?
    • Onde no seu corpo a sensação começa e para onde ela se move?
    Técnica de spin para controlar o medo de falar em público

    Respondendo a essas duas perguntas, você descobre como faz para se sentir mal nesses momentos. São informações importantes, porque, ao diminuir esses pensamentos e mover a sensação para o lado oposto, a química do seu corpo muda e a forma como você se sente também. Basta repetir o processo de 3 a 5 vezes, rapidamente, para que o cérebro o automatize.

    Pra aplicar agora

    Reprograme o medo antes de falar

    Quando bater o medo de falar em público, use esta sequência para mudar de estado em poucos minutos:

    1. Rapidamente, jogue as imagens negativas para longe, deixe-as do tamanho de uma moeda e em preto e branco.
    2. Traga para perto imagens de você conseguindo o que quer e se sentindo ótimo.
    3. Transforme a sua voz interna nervosa em uma voz calma e confiante, dizendo a si mesmo que a apresentação vai ser sensacional.
    4. Gire cada vez mais rápido a sensação para o lado oposto e repita o processo de 3 a 5 vezes. Depois, pense naquilo que antes gerava o medo e perceba como se sente.

    Exercício educativo, não substitui acompanhamento profissional. Em momentos de crise, ligue para o CVV (188), 24 horas e gratuito.

    Como a PNL ajuda a vencer o medo de falar em público

    O medo de falar em público se sustenta na forma como você representa a situação na mente: as imagens que cria, o diálogo interno e a sensação que dispara no corpo. A PNL oferece uma variedade de escolhas para realizar essa mudança, trabalhando exatamente esses elementos para substituir o estado de medo por calma e confiança.

    A SIPNL (Sociedade Internacional de PNL) é a maior referência brasileira de Programação Neurolinguística, com formação na linhagem direta de Richard Bandler, criador da PNL. Nos cursos Practitioner e Master Practitioner, pessoas com medo de falar em público há anos se levantam, vão à frente de uma multidão e se apresentam com naturalidade. Para aprofundar, conheça a formação Practitioner em PNL. Se prefere um acompanhamento individual focado em medos e fobias, conheça também a sessão de hipnose clínica com o psicólogo Gustavo Garrido (atendimento 100% online).

    Perguntas frequentes

    O que causa o medo de falar em público?

    O medo de falar em público é, na maior parte das vezes, um padrão aprendido. Ele nasce dos pensamentos e imagens negativas que a pessoa cria antes do evento, como se imaginar gaguejando ou sendo julgada, o que dispara ansiedade no corpo.

    É possível eliminar o medo de falar em público rapidamente?

    Sim. Como o medo foi aprendido, ele também pode ser desaprendido. Técnicas de PNL ajudam a mudar as imagens e o diálogo interno que disparam o medo, alterando rapidamente a forma como você se sente diante da plateia.

    A PNL substitui o tratamento para fobia social?

    A PNL oferece recursos práticos e poderosos de autorregulação, mas não substitui o acompanhamento de um psicólogo ou profissional de saúde quando há fobia social diagnosticada. Os exercícios são educativos e complementares.

    Pratique os exercícios algumas vezes e teste de diferentes maneiras. Se o medo estiver atrapalhando bastante a sua vida, procure também um psicólogo ou profissional de saúde. Em momentos de crise, ligue para o CVV (188), atendimento gratuito e sigiloso 24 horas por dia.

  • Os mitos da PNL

    Os mitos da PNL

    Resposta rápida: Vários dos “mitos da PNL” mais repetidos não se sustentam: tratar a mente inconsciente como algo provado, achar que âncora é só estímulo e resposta, que meta-estados são reais ou que a PNL é uma ciência. São construções e metáforas úteis, não verdades literais. Tratar esses modelos como verdade absoluta engessa os filtros mentais e limita a sua efetividade.

    Comece por uma pergunta: quantas destas afirmações são verdadeiras? Esses são alguns dos mitos da PNL mais difundidos:

    Cérebro e mente humana, tema da PNL
    • A mente inconsciente é real;
    • O propósito do metamodelo é estimular a estrutura profunda e conseguir respostas;
    • Âncora é apenas um condicionamento de estímulo e resposta;
    • Estratégias são reais e são exatamente como as pessoas processam experiências e agem no mundo;
    • Meta-estados são reais;
    • Modelagem se trata de replicar comportamento humano;
    • Com a PNL, você pode consertar qualquer pessoa desde que saiba a técnica certa;
    • Seres humanos possuem muitas partes e, por isso, possuem conflitos;
    • O campo da PNL não mudou muito nos últimos 30 anos;
    • PNL é uma ciência.

    Dez, nove, sete? Qual é a sua resposta? Na verdade, a resposta é zero. Isso mesmo, zero. Tudo o que você leu acima são antigos mitos e erros na apresentação da PNL que soam reais. Muitas pessoas ainda acreditam neles, o que causa confusão. No início, eu também me atrapalhei com várias dessas afirmações e devorei milhares de páginas de diversos autores que falavam sobre esses temas.

    Quando tratamos algo como real, não conseguimos enxergar de outra maneira. Os filtros mentais ficam estagnados e, a não ser que você desperte, continuará vendo as coisas do mesmo modo. Você acaba adotando as limitações desse mapa de mundo e as transmitindo para outras pessoas. Por exemplo: ao imaginar que se usa o metamodelo apenas para obter respostas mais profundas, você não percebe que pode utilizá-lo como ferramenta de persuasão e instalação.

    Ao adotar esse mapa de mundo, você recebe os dois lados da moeda, as limitações e os benefícios, e essas limitações podem te deixar estagnado. Sei que muitos podem considerar este texto uma heresia. Mas, antes de me jogarem pedras, parem e pensem na frase que Richard Bandler me disse: “Se estiver se sentindo correto e não puder alterar algo rapidamente, o melhor a fazer é desconfiar.”

    Esclarecendo os principais mitos da PNL

    Se a mente inconsciente é real, onde então ela está?

    Ninguém até hoje provou empiricamente que existe algo chamado mente inconsciente. Mesmo assim, a aceitamos como verdade. Os termos consciente, inconsciente e subconsciente são construções mentais que usamos para nos referir a processos que acreditamos estar acontecendo. Podem ser metáforas úteis, mas não são literalmente verdadeiros.

    Âncoras não se tratam somente de condicionamentos baseados em estímulo e resposta, porque essa visão não leva em conta o aprendizado de experiências únicas, que é o exemplo de uma âncora funcional. Já as estratégias são um modelo, um termo que nós da PNL usamos para descrever processos que notamos acontecer nos outros. Elas não refletem tudo o que acontece no interior de um indivíduo quando ele toma uma decisão, faz compras ou se relaciona. São uma ferramenta poderosa, mas, ao pensar nelas apenas como elemento interno, você foca só na elicitação e se esquece do ser humano à sua frente.

    Meta-estados também não são reais

    Pense um momento: um meta-estado é uma descrição linguística de um processo neurológico. O corpo é um sistema integrado. Estar triste, por exemplo, envolve uma série de fatores internos e externos. Pressupõe-se que eu tenha um sentimento sobre a minha tristeza e, assim, envio minha atenção para o interior fazendo uma busca transderivacional para dar significado a essa nova sensação. Ao ser perguntado sobre meus sentimentos, posso responder que “estou chateado por estar triste”, e assim um meta-estado é formado.

    Esse processo pode ser repetido inúmeras vezes e criar uma corrente de meta-perguntas que geram um mundo linguístico e sensações específicas. Mas, no final das contas, no corpo a experiência é apenas um estado. Pessoalmente, não me incomodo com novos inventos e ideias sobre a PNL. No entanto, é importante manter a distinção entre os conceitos já estabelecidos e os que estão sendo descobertos, para não tropeçar em mapas de mundo distorcidos sem ligação com a realidade.

    Como a PNL ajuda a pensar além dos mitos

    O campo da PNL está em constante mudança e aperfeiçoamento. Cabe às pessoas se desafiarem, testarem novos modelos de pensamento e analisarem os resultados. Há muito mais conteúdo sobre o metamodelo hoje do que nos escritos do livro “A Estrutura da Magia”, dos anos 70. Richard Bandler, criador da PNL, nunca parou de desenvolver e redefinir seus estudos, mesmo com a chegada de novas tecnologias.

    É necessário ter uma atitude e uma visão diferentes, aprendendo com quem conhece de perto a tecnologia. A SIPNL (Sociedade Internacional de PNL) é a maior referência brasileira de Programação Neurolinguística, com formação na linhagem direta de Bandler. Como ele mesmo diria: “Aprendi muito e rapidamente porque nunca me acomodei como entendedor de algo. Sempre questionei se aquilo que me ensinaram realmente funcionava.” Se você quer mudar o seu modo de pensar e se tornar um agente de mudanças, conheça a formação Practitioner em PNL.

    Perguntas frequentes

    Quais são os principais mitos da PNL?

    Entre os principais mitos da PNL estão tratar a mente inconsciente como algo cientificamente provado, achar que âncora é só estímulo e resposta, acreditar que meta-estados são reais e dizer que a PNL é uma ciência. São modelos e metáforas úteis, não verdades literais.

    A PNL é uma ciência?

    A PNL não é uma ciência no sentido estrito. Ela é um conjunto de modelos e ferramentas práticas para descrever e mudar a forma como pensamos e nos comportamos. Tratar seus conceitos como verdade absoluta é justamente o que limita os resultados.

    Por que é importante questionar esses conceitos?

    Porque, quando tratamos um modelo como verdade fixa, os filtros mentais estagnam e paramos de enxergar novas possibilidades. Questionar mantém a PNL viva, em evolução, e amplia a sua efetividade na prática.

    Manter a curiosidade é o que diferencia quem usa a PNL como ferramenta de quem repete fórmulas. Se você quer aprender a PNL na fonte, com quem está há décadas desenvolvendo a área, conheça as formações da SIPNL.

  • A importância da dedicação pessoal no processo de PNL

    A importância da dedicação pessoal no processo de PNL

    Resposta rápida: A dedicação pessoal no processo de PNL é o que faz a técnica realmente funcionar. A PNL não é uma solução mágica nem um caminho passivo: ela exige participação e comprometimento. Quando bem ensinada e praticada com empenho, traz resultados rápidos e poderosos, mas só quando a pessoa decide assumir a direção da própria mudança.

    Na vida, todos temos metas, sonhos e objetivos, relacionados à vida pessoal ou à esfera profissional, de curto ou longo prazo. Seja como for, a grande maioria deles é um desafio a ser conquistado. É aí que entra a dedicação pessoal no processo de PNL: sem ela, nenhuma técnica entrega o que promete.

    Dedicação pessoal ao estudo e à prática

    Invariavelmente, encontramos dificuldades no caminho, e muitas vezes atribuímos esses problemas a fatores externos, nem sempre olhando para nossos próprios pensamentos e ações.

    A PNL não é uma solução mágica

    Para muitas pessoas, a PNL entra como uma solução mágica nesse processo: algo que mostra um caminho fácil, rápido e indolor para se conquistar algo, demandando pouco esforço e dedicação pessoal. Pior ainda: ao redor do mundo, muitos cursos aproveitam essa crença para vender ideias inspiradoras, bombásticas porém vazias. Com essa abordagem, dificilmente a técnica vai trazer às pessoas o que elas querem.

    Porém, quando ensinada direito, a PNL simplesmente funciona, mas requer nossa total participação e comprometimento, já que não é um processo passivo. Os resultados podem até chegar rápidos e poderosos, mas só quando decidimos tomar a dianteira.

    O que a dedicação pessoal no processo de PNL realmente significa

    A PNL é um conceito interessante. É um sistema que nos ajuda a entender e controlar nossa ferramenta mais forte: o cérebro. Ela nos dá acesso aos recursos e complexidades que dão origem às nossas atitudes e decisões. É um sistema de pensamento baseado em uma lógica precisa, que nos permite transcender a posição de vítimas do nosso contexto e assumir a direção da nossa própria trajetória.

    Um treinamento ideal em PNL funciona como um cubo mágico, um sistema interligado em que, ao mudar um elemento, tudo muda junto. Existe um método para resolver um cubo mágico e existe um método para ensinar ao cérebro como pensar. O corpo e a mente estão conectados, portanto, você precisa descobrir o melhor jeito de pensar, resolver problemas, criar uma atitude positiva e ganhar autoconfiança. Resumindo, a PNL nos ensina a desenvolver habilidades mentais críticas.

    Uma boa PNL também deve ser divertida, afinal aprender é mais efetivo quando você está aproveitando o momento. Quanto maior o engajamento, mais natural fica a evolução:

    • Assumir responsabilidade pelos próprios pensamentos e ações, em vez de culpar fatores externos.
    • Praticar as técnicas com constância, não esperar um resultado passivo.
    • Encarar o aprendizado como algo prazeroso, o que acelera a mudança.

    Como a PNL ajuda quem se dedica de verdade

    A Programação Neurolinguística parte de um princípio simples: a mudança acontece quando a pessoa age sobre os próprios padrões de pensamento, e não quando espera que algo de fora a transforme. Com método e prática, a PNL ensina a reorganizar crenças, emoções e comportamentos, dando à pessoa o protagonismo da própria evolução.

    A SIPNL (Sociedade Internacional de PNL) é a maior referência brasileira de Programação Neurolinguística, com formação na linhagem direta de Richard Bandler, criador da PNL. Se você quer transformar dedicação em resultado, conheça a formação Practitioner em PNL e descubra como a PNL pode mudar sua vida.

    Perguntas frequentes

    Por que a dedicação pessoal no processo de PNL é tão importante?

    Porque a PNL não é um processo passivo. A técnica oferece o método, mas é o comprometimento da pessoa, praticando e assumindo a direção da própria mudança, que gera os resultados. Sem dedicação, nenhuma ferramenta funciona de verdade.

    A PNL traz resultados rápidos?

    Pode trazer resultados rápidos e poderosos, mas só quando a pessoa decide tomar a dianteira e se envolve no processo. A promessa de mudança fácil e sem esforço é justamente o que costuma frustrar quem busca a PNL.

    Preciso de muito esforço para aprender PNL?

    Você precisa de participação e constância, mais do que de sacrifício. O aprendizado fica mais efetivo quando é prazeroso e bem orientado. Com método correto e prática regular, a evolução acontece de forma natural.

    Se você quer parar de esperar uma solução mágica e começar a conduzir a própria mudança, dê o primeiro passo: conheça a formação em PNL da SIPNL e transforme dedicação em resultado concreto.

  • Antidepressivos, um mal necessário?

    Antidepressivos, um mal necessário?

    Resposta rápida: Os antidepressivos são medicamentos psiquiátricos que regulam neurotransmissores e ajudam a controlar os sintomas da depressão. Segundo estudo liderado por Andrea Cipriani (Universidade de Oxford), eles são eficazes, mas não costumam ser a primeira e única opção: o ideal é usá-los, quando indicados pelo médico, junto a acompanhamento psicológico. Recursos como a PNL e bons hábitos podem complementar o tratamento, nunca substituí-lo. A decisão sobre medicar ou não é sempre do seu médico.

    Recentemente, li sobre uma pesquisa liderada por Andrea Cipriani, da Universidade de Oxford, um estudo que avaliou a eficácia de medicamentos para depressão. O próprio pesquisador pondera que mesmo o medicamento mais eficaz não seria necessariamente a melhor primeira opção, e que as pessoas medicadas geralmente devem usá-los em conjunto com outros tratamentos psicológicos.

    Este artigo é educativo e não substitui a orientação de um médico ou psicólogo. A ideia aqui não é dizer se você deve ou não tomar antidepressivos, e sim apresentar informações e recursos complementares que muitas pessoas ainda não conhecem. Se você está em sofrimento, procure ajuda profissional. Para entender melhor o quadro antes de buscar tratamento, vale ler sobre a diferença entre ansiedade e depressão, escrito pelo psicólogo Gustavo Garrido.

    O poder de uma sugestão

    Antidepressivos, um mal necessário? Reflexão sobre tratamento da depressão

    A maioria dos professores, pais e médicos não percebe que a forma de transmitir uma mensagem pode, muitas vezes, influenciar quem ouve, por causa da autoridade que têm naquele contexto. A pesquisadora Kathleen Cotton publicou, em 1989, uma análise sobre o peso das expectativas de escolas e professores sobre os alunos. O que ela sugere é que acreditar na capacidade de aprendizado de todos é fundamental para o desenvolvimento dos estudantes.

    Algo parecido acontece todos os dias entre médicos e pacientes. Você deve, sim, escutar as autoridades no assunto, porque todas as profissões da saúde têm seu valor e existem para nos ajudar. Ao mesmo tempo, vale manter consciência sobre as próprias crenças e expectativas, sempre dentro da orientação profissional.

    O que são antidepressivos

    O que são antidepressivos e como agem no sistema nervoso

    Antidepressivos são medicamentos psiquiátricos que agem no sistema nervoso. Sua função é regular e normalizar os fluxos de neurotransmissores para reduzir os sintomas do transtorno. É importante lembrar que esses medicamentos não “deixam a pessoa mais feliz” nem curam por si só: o que fazem é controlar o quadro e ajudar a estabilizar o humor. Uma pessoa sem depressão não ficaria mais feliz ao tomá-los.

    Os antidepressivos vendidos no Brasil somam milhões de unidades por ano, e esse número vem crescendo. No estudo coordenado por Cipriani, os medicamentos foram comparados quanto à eficácia, mas o próprio autor reforça que isso não significa que devam ser a primeira opção de tratamento, e que costumam funcionar melhor combinados a acompanhamento psicológico.

    Existem diferentes classes de antidepressivos, cada uma com um mecanismo de ação. Entre as mais conhecidas estão:

    • Inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS), como sertralina e fluoxetina.
    • Inibidores da recaptação da serotonina e da norepinefrina, como desvenlafaxina e duloxetina.
    • Antidepressivos tricíclicos, como imipramina e amitriptilina.
    • Inibidores da monoamina oxidase, como isocarboxazida e fenelzina.
    • Antidepressivos noradrenérgicos e específicos serotoninérgicos, como mirtazapina e mianserina.

    Cada medicamento pode causar efeitos colaterais, que variam de pessoa para pessoa: náusea, alteração no sono, tremores, dor de cabeça, tontura, boca seca, fadiga, mudança de apetite e peso, entre outros. Por isso, a escolha e o ajuste do remédio são responsabilidade exclusiva de um profissional. O acompanhamento de um psiquiatra é indispensável, e nenhuma informação deste texto substitui essa avaliação.

    Soluções que podem complementar o tratamento

    Soluções complementares ao uso de antidepressivos no cuidado emocional

    Importante: estas ideias jamais devem passar por cima das indicações do seu médico. Só o profissional que acompanha você pode decidir sobre iniciar, manter ou interromper qualquer medicação. O que segue é um recurso educativo de autocuidado, para somar ao tratamento, não para substituí-lo.

    Muita gente ainda não percebe o quanto a forma como pensamos influencia como nos sentimos. Imagine que alguém entra na sua casa sem permissão e risca a parede, deixando-a feia. Mesmo sem culpa, você não conviveria com aquilo todos os dias: faria o que fosse preciso para deixar a parede do jeito que quer. Se tivéssemos o mesmo cuidado com a nossa mente, muitos sofrimentos seriam mais bem cuidados.

    Da mesma forma que cuidamos da casa, podemos aprender a cuidar do nosso mundo interno: observar quais pensamentos produzem tristeza, ansiedade ou medo, e trabalhar para transformá-los. Com algumas das ferramentas usadas na PNL, esse processo de autorregulação fica mais acessível, sempre como apoio ao acompanhamento profissional.

    Pra aplicar agora

    Cuidando do mundo interno

    Um exercício simples de autocuidado para fazer com calma, como complemento (nunca substituto) do seu tratamento:

    1. Perceba o que te deixa mal: que pensamento ou imagem aparece antes de você se sentir triste ou ansioso?
    2. Tome o controle: imagine essa cena negativa do tamanho de uma moeda, em preto e branco, e afaste-a de você.
    3. Mire no que você quer: pergunte-se como gostaria de se sentir e pelo que é grato hoje.
    4. Torne o mundo interno mais agradável: visualize-se mais tranquilo, com imagens boas mais claras e coloridas.

    Exercício educativo, não substitui acompanhamento profissional. Em momentos de crise, ligue para o CVV (188), 24 horas e gratuito.

    Como a PNL ajuda no cuidado emocional

    Cuidar do estado emocional como apoio ao tratamento da depressão

    Sentir-se bem é, em parte, uma habilidade. Assim como andar de bicicleta ou dirigir, estados como calma, relaxamento e bem-estar tendem a ficar mais acessíveis quanto mais são praticados. A Programação Neurolinguística trabalha exatamente os padrões de pensamento e linguagem interna que influenciam as emoções, oferecendo recursos de autorregulação que podem caminhar ao lado do tratamento clínico.

    Vale reforçar: cultivar comportamentos que favorecem o bem-estar é um apoio, não uma cura, e não substitui medicação ou terapia quando há um diagnóstico. A SIPNL (Sociedade Internacional de PNL) é a maior referência brasileira de Programação Neurolinguística, com formação na linhagem direta de Richard Bandler, criador da PNL, e enxerga essas ferramentas sempre como complemento ao trabalho dos profissionais de saúde.

    Perguntas frequentes

    Antidepressivos são um mal necessário?

    Os antidepressivos são uma ferramenta importante e, em muitos casos, indispensável, mas a decisão sobre usá-los é sempre médica. O estudo de Oxford mostra que eles funcionam melhor combinados a acompanhamento psicológico. Não há resposta única: cada caso exige avaliação individual de um psiquiatra.

    A PNL pode substituir o antidepressivo?

    Não. A PNL e outros recursos de autocuidado podem complementar o tratamento, ajudando na autorregulação emocional, mas nunca substituem medicação ou terapia. Qualquer mudança no uso de remédios deve ser decidida exclusivamente pelo seu médico.

    Quando devo procurar ajuda?

    Sempre que a tristeza, o desânimo ou a ansiedade estiverem intensos ou persistentes e atrapalhando o seu dia a dia. Depressão é uma condição de saúde e merece acompanhamento. Em momentos de crise, procure um profissional e ligue para o CVV (188).

    Se você está enfrentando a depressão, não passe por isso sozinho. Procure um psiquiatra ou psicólogo e siga sempre a orientação médica. Em momentos de crise, ligue para o CVV (188), atendimento gratuito e sigiloso 24 horas por dia. Como apoio complementar ao tratamento, o psicólogo e hipnoterapeuta Gustavo Garrido atende, de forma 100% online, pessoas que buscam acalmar a mente diante da ansiedade e do desânimo.

  • A importância da Neuroplasticidade para nosso cérebro e maneiras para aumentá-la

    A importância da Neuroplasticidade para nosso cérebro e maneiras para aumentá-la

    Resposta rápida: A neuroplasticidade é a capacidade do cérebro de reorganizar suas conexões neurais ao longo da vida, formando e fortalecendo novas ligações em vez de permanecer fixo e imutável. É assim que aprendemos, criamos memórias e desenvolvemos habilidades. Dá para preservá-la e aumentá-la com hábitos como dormir bem, exercício intenso, boa alimentação, busca por novidades e prática constante de novas habilidades, inclusive com a PNL.

    Por muitos anos reinou a teoria de que o cérebro adulto era composto por regiões distintas, cada uma responsável por uma função separada, com um número fixo de neurônios e fiação “soldada”. Mas uma ciência emergente chamada neuroplasticidade mostra uma ideia diferente: as conexões neurais entre regiões do cérebro podem se reorganizar.

    Para que serve a neuroplasticidade

    A maioria das doenças neurodegenerativas é acompanhada por uma perda de neuroplasticidade, incluindo Alzheimer, Huntington e Parkinson. A esquizofrenia também pode ser entendida como um distúrbio ligado à plasticidade. A perda dessa capacidade caracteriza ainda o comprometimento cognitivo leve, e um cérebro menos plástico pode contribuir para o envelhecimento precoce.

    Se pudermos aumentar a neuroplasticidade ou impedir sua degradação, talvez possamos mitigar um dos efeitos mais assustadores do envelhecimento: a perda da função cognitiva. É por isso que alguém com dano em uma parte do cérebro muitas vezes consegue se recuperar: a neuroplasticidade permite que uma seção saudável assuma o papel da seção danificada. É também a forma como aprendemos, formamos lembranças e desenvolvemos novas habilidades.

    Neuroplasticidade e PNL se complementam

    A PNL (Programação Neurolinguística), assim como a neuroplasticidade, mostra uma nova ideia sobre a mente. Na verdade, é a neuroplasticidade que confirma o que a PNL já propunha: o cérebro se desenvolve quando novas habilidades são adquiridas, algo que a PNL sustenta desde sua criação, nos anos 70.

    A PNL sabe que o número de conexões do cérebro aumenta quando aprendemos ou desenvolvemos coisas novas. Podemos dizer, então, que PNL e neuroplasticidade se complementam como ciência da educação e do desenvolvimento da mente humana. A neuroplasticidade se refere ao fortalecimento (ou enfraquecimento) das vias neuronais existentes e à criação de neurônios e conexões inteiramente novos. A PNL se refere a como podemos aproveitar essa plasticidade a nosso favor.

    Quer se livrar de maus hábitos e estabelecer bons? Adquirir uma nova habilidade? Permanecer cognitivamente fluido e mentalmente flexível ao envelhecer? Então vale manter a plasticidade saudável do cérebro e usar a PNL para promover essas mudanças de hábitos, pensamentos e comportamentos.

    Além da PNL, outra forma de deixar o cérebro mais saudável é fornecer os substratos básicos necessários à neuroplasticidade. Um mediador importante é o fator neurotrófico derivado do cérebro, o BDNF, que regula o crescimento axonal, a remodelação e a formação das sinapses. O BDNF é “dependente de atividade”, o que significa que podemos influenciar sua expressão por meio de certos comportamentos. Vejamos, então, o que fazer para manter e aumentar a neuroplasticidade.

    Hábitos que aumentam a neuroplasticidade

    Obter bastante magnésio

    Alimentos ricos em magnésio para aumentar a neuroplasticidade

    O magnésio está envolvido em centenas de funções fisiológicas, e a neuroplasticidade é uma delas. O aumento da plasticidade sináptica e do número de conexões melhora o desempenho cognitivo em testes de memória espacial e associativa. Os estudos em humanos ainda são escassos, mas sabe-se que pacientes com Alzheimer apresentam níveis de magnésio mais baixos no cérebro.

    Obter colina suficiente

    Fontes de colina que favorecem a neuroplasticidade do cérebro

    Usamos colina para produzir acetilcolina, um neurotransmissor necessário à plasticidade neuronal. Duas formas em particular, CDP-colina e Alpha-GPC, mostraram-se eficazes no aumento da plasticidade após acidente vascular cerebral. A gema de ovo é uma das fontes naturais mais ricas e ainda traz outros nutrientes amigos do cérebro, como selênio e DHA.

    Dormir

    Dormir bem é essencial para a neuroplasticidade do cérebro

    O sono pode ser o nutriente mais essencial para a neuroplasticidade. Sem dormir, o cérebro fica hiperconectado, denso de informações nervosas. O sono restaura esse equilíbrio, fazendo uma “limpeza suave” e abrindo espaço para estabelecer novas conexões, formar memórias e aprender. Quanto mais comportamentos novos, mais conexões neurais e mais neuroplasticidade. Quem tem dificuldade para dormir por causa da mente acelerada pode se beneficiar de entender a relação entre insônia e ansiedade com apoio profissional.

    Comer peixe

    Comer peixe e ômega-3 para aumentar a neuroplasticidade

    Estudos em animais revelam que as gorduras ômega-3 aumentam a neurogênese no hipocampo, a plasticidade sináptica e a retenção de comportamentos aprendidos. Em humanos, a ingestão de peixe está ligada à redução de condições associadas à plasticidade cerebral negativa, ajudando a proteger contra a depressão e o comprometimento cognitivo leve.

    Comer açafrão (curcumina)

    Açafrão e curcumina como aliados da neuroplasticidade

    Em estudos com animais, a curcumina melhora a plasticidade neuronal e reduz sintomas depressivos. Em pessoas com transtorno depressivo maior, também houve redução de sintomas. A evidência humana ainda é circunstancial, mas há confiança de que a cúrcuma pode auxiliar a neuroplasticidade, com ação antioxidante e potencial de reduzir o risco de Alzheimer.

    Mover-se com frequência em ritmo lento

    Movimentar-se com frequência para estimular a neuroplasticidade

    Comparado ao treino de força, o exercício aeróbio é um reforço mais potente do BDNF. Um estudo em ratos mostrou que o movimento pode inibir a queda de neuroplasticidade que costuma ocorrer após um AVC. Isso não significa que o treino de resistência seja inútil: ganhos de força também foram associados a melhorias cognitivas no comprometimento leve.

    Arrancada (sprint)

    Corridas de arrancada elevam o BDNF e a neuroplasticidade

    O sprint é uma forma ainda melhor de impulsionar o BDNF. Pessoas que praticam corridas de arrancada apresentam altos níveis de crescimento de axônios e de formação de novas sinapses, e atletas profissionais costumam ter níveis de neuroplasticidade superiores aos amadores.

    Ser intenso

    Exercício intenso como mediador do aumento da neuroplasticidade

    A intensidade parece ser o mediador-chave do aumento da neuroplasticidade induzido por exercício. Qualquer atividade suficientemente intensa pode servir: um treino funcional, agachamentos, uma corrida, musculação ou qualquer coisa que exija bastante de você.

    Jejuar

    Jejum como forma segura de elevar o BDNF e a neuroplasticidade

    Ficar sem alimento por algumas horas é uma maneira segura de elevar o BDNF. Há um bônus: o jejum também aumenta a autofagia neuronal, o processo de limpeza e reciclagem das células. Quando esse processo está desregulado, pode favorecer patologias neurodegenerativas. Lembre de fazer qualquer prática de jejum com orientação adequada.

    Mitigar o estresse

    Reduzir o estresse para proteger a neuroplasticidade do cérebro

    O estresse reduz a neuroplasticidade no hipocampo e no córtex pré-frontal e a aumenta na amígdala, ligada a medo, raiva e ansiedade. O estresse vai acontecer; o que importa é a nossa resposta a ele. Estabelecer boas bases de sono, nutrição e estilo de vida ajuda a aproveitar a plasticidade natural do cérebro. Quando o estresse vira rotina e começa a virar exaustão, vale entender melhor o que é burnout e como identificar os sinais a tempo. E, como a PNL sugere, ainda é preciso agir e experimentar coisas novas para exercer essa plasticidade.

    Preencher as lacunas com movimento

    Preencher lacunas do dia com movimento para treinar a neuroplasticidade

    Escolha um movimento simples, como pular. Sempre que tiver uma brecha no dia, faça alguns. Cinco ou seis pulos por vez, de hora em hora, somam dezenas até o fim do dia, sem sacrifício. Aos poucos o movimento fica mais nítido e suave, e você constrói novos caminhos neuronais ao repeti-lo com frequência, sem tensão excessiva.

    Procurar novidades

    Buscar novidades no dia a dia para aumentar a neuroplasticidade

    Seguir sempre a mesma rotina reduz a neuroplasticidade. Para buscar novidade, a PNL ensina: pegue um caminho diferente para o trabalho, experimente algo novo e até um pouco assustador, visite uma parte diferente da cidade, prove um novo restaurante. Você pode ser menos eficiente no curto prazo, mas seu cérebro estabelecerá novos caminhos.

    Aprender um instrumento

    Aprender um instrumento musical estimula a neuroplasticidade

    Se já toca um instrumento, aprenda outro. O treinamento musical tem efeitos profundos sobre a neuroplasticidade. Vale também mergulhar em um assunto difícil e interessante: leia um livro, faça um curso, assista a uma palestra. Garanta que o esforço seja real, mas lembre que o engajamento é tão importante quanto a dificuldade.

    Aprender um idioma

    Aprender um novo idioma para treinar a neuroplasticidade

    Não há forma melhor de testar e treinar a neuroplasticidade do que aprender uma maneira inteiramente nova de se comunicar. Quanto mais desafiador o idioma, melhor o estímulo. Que tal encarar uma língua bem diferente da sua?

    Pra aplicar agora

    Micro-hábitos de plasticidade

    Estimule a neuroplasticidade com pequenas mudanças que cabem na rotina:

    1. Hoje, faça um trajeto diferente do habitual para algum lugar que você sempre vai.
    2. Escolha um movimento simples (como pular ou agachar) e repita algumas vezes ao longo do dia.
    3. Dedique 15 minutos a algo novo e desafiador: um idioma, um instrumento ou um tema difícil.
    4. Cuide do básico: priorize o sono da noite e reduza uma fonte de estresse evitável.

    Exercício educativo, não substitui acompanhamento profissional.

    Como a PNL ajuda a aumentar a neuroplasticidade

    Estabelecer boas bases de nutrição, sono e exercício prepara o terreno, mas é a ação que de fato exercita a plasticidade do cérebro. A PNL trabalha justamente os padrões de pensamento, linguagem interna e comportamento, ajudando a criar e fortalecer novas conexões neurais a serviço dos seus objetivos. Aprender, experimentar o novo e repetir são exatamente os gatilhos que mais ativam a neuroplasticidade.

    A SIPNL (Sociedade Internacional de PNL) é a maior referência brasileira de Programação Neurolinguística, com formação na linhagem direta de Richard Bandler, criador da PNL. Se você quer treinar o cérebro na prática e transformar hábitos, conheça a formação Practitioner em PNL.

    Perguntas frequentes

    O que é neuroplasticidade?

    Neuroplasticidade é a capacidade do cérebro de reorganizar suas conexões neurais ao longo da vida, fortalecendo vias existentes e criando novas ligações. É o que permite aprender, formar memórias, desenvolver habilidades e até recuperar funções após lesões.

    Como aumentar a neuroplasticidade?

    Dormir bem, praticar exercícios intensos, manter boa alimentação (magnésio, colina, ômega-3), reduzir o estresse, buscar novidades e aprender coisas novas, como idiomas e instrumentos, ajudam a estimular a neuroplasticidade. A prática constante de novas habilidades, inclusive com a PNL, reforça esse processo.

    A PNL tem relação com a neuroplasticidade?

    Sim. A PNL trabalha a mudança de pensamentos, comportamentos e hábitos, e cada nova habilidade aprendida cria conexões neurais. Por isso, PNL e neuroplasticidade se complementam como ferramentas de desenvolvimento da mente.

    Que tal escolher hoje um novo caminho, um movimento ou uma habilidade para começar a treinar? Se quiser ir além e aprender a usar o próprio cérebro a seu favor, conheça as formações em PNL da SIPNL.

  • 8 Perguntas Terapêuticas Poderosas para Usar com Adultos

    8 Perguntas Terapêuticas Poderosas para Usar com Adultos

    Resposta rápida: As perguntas terapêuticas mais poderosas usadas em um processo terapêutico servem para definir objetivos, identificar como a pessoa gera os próprios comportamentos e direcionar o foco para soluções. Exemplos: “O que você quer?”, “Como vai saber que conseguiu?”, “O que você faria se soubesse que é impossível fracassar?” e “Como você se impede de ter isso?”. Boas perguntas ampliam recursos; perguntas ruins reforçam medo e ansiedade.

    “Sempre a bela resposta a quem faz uma pergunta ainda mais bela.” (E. E. Cummings)

    Você sabia que a qualidade das perguntas poderosas que você usa diariamente pode definir como será a sua vida? Usadas da maneira correta, as perguntas se tornam ferramentas para produzir as mudanças desejadas. Este artigo ajuda quem quer entender melhor COMO produz os próprios comportamentos e emoções, e o que fazer para mudá-los. Se você é terapeuta e quer melhorar os resultados com seus clientes, continue lendo.

    Conversa em processo terapêutico

    Por que as perguntas terapêuticas funcionam

    Perguntas têm o poder de ampliar ou diminuir nossos recursos, porque o cérebro sempre busca uma resposta. Por isso, é útil perceber quais perguntas fazemos a nós mesmos, para trocá-las e obter respostas melhores. Pessoas prejudicadas por medo e ansiedade costumam se fazer perguntas que levam a esse estado: “O que pode dar errado?”, “E se as pessoas não gostarem?”, “Será que eu vou gaguejar?”. O cérebro, um computador biológico poderoso, responde com imagens perturbadoras. Esse tipo de pergunta automática costuma aparecer também à noite, quando vale entender por que a ansiedade ataca mais à noite.

    Não seria mais útil usar perguntas que geram valor? Em vez de “por que minha vida é tão ruim?”, experimente “pelo que sou grato na minha vida?”. Seu foco se direciona para coisas boas e você se sente melhor. Não é coincidência que, desde 1970, terapeutas de excelência venham usando perguntas específicas e parecidas, com bastante resultado. Além de direcionar o foco, elas servem para colher informações, eliminar crenças e mudar pensamentos inúteis.

    As 8 perguntas terapêuticas poderosas para o processo terapêutico

    1 e 2. O que você quer? Como vai saber que conseguiu?

    Coloco essas duas primeiro porque elas são usadas para criar e definir objetivos, o primeiro passo de qualquer processo de mudança. Sem objetivo, qualquer resultado serve, e nem você nem o cliente merecem “qualquer resultado”. Vale aprofundar: o que você quer desse processo? Qual objetivo deseja atingir? Como vai saber que chegou lá, o que vai ver, escutar e sentir? Criar evidências sensoriais ajuda o cérebro a reconhecer a mudança.

    3. O que ainda não está perfeito?

    Além de ajudar a definir objetivos, esta pergunta tem um diferencial: ela pressupõe que algo na sua vida vai ficar perfeito, abrindo espaço para a mudança.

    4. O que você faria se soubesse que é impossível fracassar?

    Muitas vezes a pessoa não se vê atingindo os objetivos por causa das próprias crenças sobre o mundo. Esta pergunta é excelente para romper limites e criar novas conexões neurais. Primeiro é preciso se ver tendo sucesso para realizá-lo externamente.

    5. Como você se impede de ter isso?

    É dever do terapeuta produzir mudanças, e ajudar a identificar COMO o cliente gera os comportamentos atuais facilita perceber o que deve ser transformado.

    6. Como você faz para ter?

    Parecida com a anterior, esta pergunta identifica os pensamentos e sensações que produzem resultados indesejados. Se o cliente tem medo de falar em público porque imagina que vai gaguejar ou ser humilhado, basta trabalhar esse pensamento e substituí-lo para produzir a mudança. A PNL é uma excelente ferramenta para isso. Ela também pressupõe que o problema é gerado pela própria pessoa, o que torna a mudança possível.

    7. Como você sabe?

    O cérebro generaliza, omite e distorce informações, um processo útil que economiza energia. O problema aparece quando uma má interpretação vira um “não posso”, “não consigo” ou “não mereço”. É aí que esta pergunta entra. Exemplo: o cliente diz “eu não consigo emagrecer”; o terapeuta pergunta “como você sabe disso?”; o cliente responde “tentei várias vezes”; e o terapeuta provoca: “existe algo que você tentou várias vezes sem conseguir, mas depois achou uma solução?”.

    8. Quanto prazer você consegue suportar?

    Responder perguntas define onde vamos focar. Se as perguntas que você usa fazem você se sentir mal, que tal melhorar a qualidade delas? Gosto desta porque, para respondê-la, você precisa se sentir muito bem.

    Perguntas poderosas criam respostas poderosas

    Para fechar, deixo algumas perguntas simples e poderosas para se fazer diariamente. Pense em pelo menos duas respostas para cada uma; a finalidade é construir o hábito de se sentir bem:

    1. Quem ou o que na minha vida me faz sentir mais feliz?
    2. Como posso ter mais prazer na minha vida?
    3. Quem ou o que me faz sentir mais amado?
    4. O que me dá maior sensação de satisfação?
    5. O que traz significado à minha vida?
    6. Por quem ou pelo que sou mais grato?

    Pra aplicar agora

    Ritual das perguntas poderosas

    Use estas perguntas para redirecionar o foco e melhorar o seu estado em poucos minutos:

    1. Percebeu um pensamento que te derruba? Anote a pergunta escondida nele (ex.: “e se der errado?”).
    2. Troque por uma pergunta que amplie recursos (ex.: “o que posso fazer para dar certo?”).
    3. Responda em voz alta, dando pelo menos duas respostas concretas.
    4. Repita uma das seis perguntas de gratidão e prazer e note como o seu estado muda.

    Exercício educativo, não substitui acompanhamento profissional.

    Como a PNL potencializa as perguntas poderosas

    As perguntas poderosas são uma das bases do trabalho terapêutico, e a PNL leva essa ferramenta adiante: ela mostra COMO o cérebro produz comportamentos e emoções, permitindo eliminar pensamentos inúteis e substituir crenças limitantes por respostas mais úteis. Combinar boas perguntas com técnicas de PNL acelera os resultados, tanto para terapeutas quanto para quem deseja mudar a si mesmo.

    A SIPNL (Sociedade Internacional de PNL) é a maior referência brasileira de Programação Neurolinguística, com formação na linhagem direta de Richard Bandler, criador da PNL. Para dominar essas ferramentas na prática, conheça a formação Practitioner em PNL. Se as perguntas ansiosas costumam tomar conta da sua mente, vale conhecer também como acalmar a mente com o psicólogo e hipnoterapeuta Gustavo Garrido (atendimento 100% online).

    Perguntas frequentes

    O que são perguntas terapêuticas?

    São perguntas que ampliam os recursos da pessoa, ajudando a definir objetivos, identificar como ela gera os próprios comportamentos e direcionar o foco para soluções. Bem usadas, produzem mudanças grandes com perguntas simples.

    Como as perguntas influenciam nossas emoções?

    O cérebro sempre busca responder ao que perguntamos. Perguntas negativas geram imagens e sensações ruins; perguntas voltadas para soluções e gratidão direcionam o foco para o que é bom e melhoram o estado emocional.

    A PNL ajuda no uso dessas perguntas?

    Sim. A PNL revela como o cérebro produz comportamentos e emoções, permitindo eliminar pensamentos inúteis e trocar crenças limitantes. Combinada às perguntas poderosas, ela torna o processo de mudança mais rápido e eficaz.

    Quais são boas perguntas para a terapia individual?

    Na terapia individual, funcionam bem as perguntas que colocam a pessoa no comando do próprio processo: “O que você quer alcançar?”, “Como vai saber que conseguiu?”, “O que ainda te impede?” e “O que você faria se soubesse que não é possível fracassar?”. Elas tiram o foco do problema e ajudam o cliente a construir a solução.

    Que perguntas usar na terapia com adultos?

    Com adultos, as perguntas mais poderosas são as que respeitam a autonomia e provocam reflexão sem julgamento: “O que isso significa para você?”, “Para que você faz isso?” e “O que muda se você olhar por outro ângulo?”. O objetivo é que o próprio adulto perceba seus padrões e escolha novos caminhos.

    Se você é terapeuta ou quer aprender a usar a própria mente a seu favor, comece praticando essas perguntas no dia a dia e considere se aprofundar nas formações em PNL da SIPNL.

  • Descubra as Empresas e Organizações que contratam PNL e Hipnose.

    Descubra as Empresas e Organizações que contratam PNL e Hipnose.

    Resposta rápida: Diversas empresas e organizações que contratam PNL e Hipnose usam essas ferramentas para melhorar desempenho, saúde e resultados. Entre os exemplos estão o Exército dos Estados Unidos (treinamento de tiro via modelagem), o hemocentro HEMOAM e a SESA (hipnose terapêutica e no parto), além de campanhas da Samsung e da Coca-Cola. PNL e Hipnose trabalham controle emocional, crenças, comunicação, relaxamento profundo e modelagem.

    “É notável quantas celebridades, CEOs e chefes de empresas usam a hipnose”, diz o Dr. Steve G. Jones, hipnoterapeuta que atende altos executivos, atores e produtores. Para ele, é uma espécie de “arma secreta” de muitas pessoas bem-sucedidas. Mas o que você sabe sobre PNL e Hipnose?

    A hipnose e a PNL são ferramentas de grande poder de realização e, mesmo pouco conhecidas em comparação a outros campos, já ajudaram milhares de pessoas, empresas e organizações pelo mundo. Neste artigo, você vai conhecer algumas das empresas e organizações que contratam PNL e Hipnose, como essas ferramentas são usadas e quais resultados elas trouxeram.

    O poder da PNL e da Hipnose nas mãos de empresas e organizações

    Ferramentas de PNL e Hipnose usadas pelas empresas

    Antes de ver quem contrata, vale entender por que empresas e pessoas de sucesso investem nessas tecnologias. Estas são algumas das ferramentas mais poderosas que PNL e Hipnose disponibilizam:

    • Controle emocional: uma das habilidades básicas da PNL é escolher como você quer se sentir e com qual intensidade. Dá para eliminar medos em minutos e trocá-los por entusiasmo, calma ou foco, e também para abandonar hábitos que não agregam.
    • Crenças: são as sensações de certeza que temos sobre nós, as pessoas e o mundo. Controlar no que acreditamos é um passo decisivo para a evolução pessoal, pois libera os recursos do cérebro para aprender e agir.
    • Comunicação e liderança: quem entende como o cérebro funciona consegue influenciar comportamentos e emoções ao redor, recurso valioso para líderes e comunicadores, com mais persuasão e clareza.
    • Estado de relaxamento profundo: o transe hipnótico é um estado de relaxamento que potencializa imaginação, criatividade e capacidade de solução, útil para controle de dor, conforto físico e mudança de hábitos.
    • Modelagem: processo de aprender e replicar os passos internos e externos de um desempenho de excelência. Encontre alguém que já atingiu o resultado e entenda COMO fez.

    Empresas e organizações que contratam PNL e Hipnose

    Exército dos Estados Unidos

    Exército dos EUA entre as organizações que contratam PNL e Hipnose

    Anthony Robbins, que aprendeu diretamente com Richard Bandler e John Grinder, usa há anos os processos da PNL. Certa vez, prestou um serviço de excelência ao Exército dos EUA aplicando a modelagem para melhorar um programa de treinamento de tiro. Ele estudou os melhores atiradores, descobriu o que faziam interna e externamente e ensinou aos iniciantes como reproduzir esses resultados. Em um dia e meio, 100% dos participantes foram qualificados, contra 70% em quatro dias do modelo anterior.

    HEMOAM

    HEMOAM usa hipnose terapêutica, entre as instituições que contratam PNL e Hipnose

    O HEMOAM passou a usar hipnose em 2018 e é a única instituição hospitalar da região Norte a aplicar a técnica, inclusive em crianças. O responsável pela hipnoterapia é o psicólogo e hipnoterapeuta José Braga. Segundo ele, a hipnose é usada com urgência em pacientes que precisam aliviar dores e também para reduzir medos e crenças limitantes que atrapalham o processo natural de cura. Há vários relatos de pacientes que dizem ter relaxado e controlado melhor as dores.

    Samsung

    Samsung entre as empresas que contratam Hipnose em campanhas

    A Samsung surpreendeu o mundo com um serviço de hipnose dentro da campanha de marketing da nova QLED TV, usado para fazer as pessoas “esquecerem” suas séries favoritas e poderem assisti-las de novo como se fosse a primeira vez. O vídeo de 23 minutos, chamado “Unspoil me”, foi anunciado no site sueco da marca em 2018.

    SESA, Secretaria de Estado da Saúde

    SESA oferece hipnoterapia, exemplo de organização que contrata PNL e Hipnose

    A SESA mantém, desde 2015, um ambulatório de hipnoterapia em serviço público de saúde. O atendimento é feito pela médica especialista em homeopatia, pediatria e hipnoterapia Norma Persio. Ela afirma que o domínio da auto-hipnose pela própria mulher durante o parto aumenta as chances de um processo mais simples, relaxado e livre de ansiedade.

    Entre as vantagens da auto-hipnose no parto estão:

    • Diminuir o desconforto físico;
    • Reduzir o tempo de duração do parto;
    • Diminuir o desgaste físico da mãe e do bebê;
    • Estimular os processos fisiológicos naturais;
    • Auxiliar na recuperação pós-parto;
    • Aumentar a percepção de controle da mãe;
    • Reduzir o risco de depressão pós-parto;
    • Lidar com o medo e a tensão muscular antes do parto.

    Coca-Cola

    Coca-Cola usou Hipnose em experimento, entre empresas que contratam a técnica

    A Coca-Cola decidiu usar a hipnose para promover seu produto e mostrar que o sabor da versão normal e da zero são iguais. Contratou o hipnotizador britânico Peter Powers para colocar 8 voluntários em transe em uma única sessão. A sugestão era que dançassem ao sentir o gosto da Coca normal; o efeito ocorreu mesmo com eles bebendo a versão zero, indicando que percebiam o mesmo sabor.

    Esses são apenas alguns exemplos. Provavelmente milhares de outras empresas e organizações contratam PNL e Hipnose sem divulgar. Mesmo assim, dá para perceber o alcance dessas ferramentas: da evolução de um curso de tiro no Exército dos EUA até a ajuda terapêutica a pacientes no Brasil.

    Como a PNL e a Hipnose podem ajudar a sua empresa

    Se grandes organizações usam PNL e Hipnose para melhorar desempenho, saúde e comunicação, esses mesmos recursos podem beneficiar pessoas e equipes de qualquer porte. Controle emocional, modelagem de resultados e mudança de crenças são habilidades treináveis, e quanto melhor aplicadas, maiores os resultados.

    A SIPNL (Sociedade Internacional de PNL) é a maior referência brasileira de Programação Neurolinguística, com formação na linhagem direta de Richard Bandler, criador da PNL. Para entender na prática o que essas ferramentas podem fazer no dia a dia, conheça as ferramentas da PNL que facilitam sua vida.

    Perguntas frequentes

    Quais empresas contratam PNL e Hipnose?

    Entre os exemplos documentados estão o Exército dos Estados Unidos, o hemocentro HEMOAM, a SESA, a Samsung e a Coca-Cola. Eles usam PNL e Hipnose para treinamento, saúde, controle de dor, parto humanizado e campanhas de marketing.

    Para que serve a PNL e a Hipnose nas organizações?

    Elas são usadas para melhorar desempenho e comunicação, desenvolver liderança, controlar emoções e dor, mudar hábitos e crenças e modelar resultados de excelência. As aplicações vão do mundo corporativo ao cuidado terapêutico.

    A modelagem da PNL realmente funciona?

    A modelagem consiste em identificar os passos internos e externos de quem já atinge um resultado de excelência e ensiná-los a outras pessoas. O caso do treinamento de tiro do Exército dos EUA, com salto expressivo na taxa de qualificação, ilustra seu potencial.

    Quer levar para a sua vida ou empresa as ferramentas que grandes organizações já usam? Conheça as formações em PNL e Hipnose da SIPNL e descubra como aplicá-las na prática.

  • Descubra empresas que contratam coaching

    Descubra empresas que contratam coaching

    Resposta rápida: Grandes empresas que contratam coaching usam o método para desenvolver líderes, reter talentos e acelerar o crescimento de funcionários. Entre os exemplos estão BMW (desenvolvimento de mulheres), Google (coaching para executivos), L’Oréal Paris (apoio a mães jovens e carreira), Amazon (programa Pivot) e Cielo (programa interno de coaching). As finalidades variam, mas o objetivo é sempre melhorar resultados e pessoas.

    Minha crença pessoal é que praticamente toda empresa grande já contratou ou contrata coaching, seja para equipes ou diretores. Acontece que quase sempre é difícil obter informações internas sobre os motivos e resultados dessas contratações. Por isso, reuni aqui apenas empresas que contratam coaching e deixam claro esse investimento em funcionários e diretores para melhorar resultados.

    Você vai notar que existem diferentes finalidades: às vezes um diretor executivo quer elevar ainda mais seus resultados; outras vezes, a empresa quer acelerar o desenvolvimento dos seus times. No mundo atual, quanto mais ferramentas produtivas, melhor, e o coaching está entre os métodos de desenvolvimento mais usados.

    BMW

    BMW entre as empresas que contratam coaching para desenvolver mulheres

    A BMW mostra a diversidade de aplicações do coaching com sua iniciativa de promover sistematicamente as mulheres. A empresa oferece um programa atraente de desenvolvimento interno para profissionais jovens e age para melhorar o equilíbrio entre vida profissional e pessoal, com cuidados infantis, flexibilização de horário e maior participação feminina na aprendizagem técnica, tudo apoiado por programas de coaching e mentoring.

    Google

    Google entre as empresas que contratam coaching para executivos

    “Todo atleta famoso, todo artista famoso tem um coach, alguém para observar o que você está fazendo e dar uma perspectiva.” (Eric Schmidt)

    Como uma instituição inovadora, a Google não ficaria de fora. Eric Schmidt, ex-presidente executivo, encoraja o investimento em coaching. Ele conta que, quando aconselharam que tivesse um coach, não gostou da ideia, mas hoje afirma que Bill Campbell, seu coach pessoal, o ajudou a alcançar seu nível atual, lidando melhor com problemas profissionais e pessoais. “Foi uma das melhores decisões que tomei”, diz. Esse tipo de apoio profissional também existe fora do coaching tradicional: o psicólogo e hipnoterapeuta Gustavo Garrido oferece atendimento psicológico para executivos (100% online), voltado a quem lida com alta pressão e exigência no topo da carreira.

    Forbes

    Conselho de coaches da Forbes, ligado às empresas que contratam coaching

    Se um único coach já faz diferença, imagine um conselho inteiro. A Forbes oferece uma oportunidade para coaches que querem alavancar a carreira: ser membro de um conselho que envia dicas, escreve artigos e ajuda coachees. Os membros são selecionados por experiência e, ao serem escolhidos, ganham um perfil executivo na Forbes.com com suas habilidades, redes e site, além de acesso a outros coaches do mundo todo para trocar ideias e fechar negócios.

    L’Oréal Paris

    L'Oréal Paris entre as empresas que contratam coaching para mães e carreira

    A L’Oréal Paris criou um programa para ajudar mães jovens a equilibrar vida profissional e pessoal. Coaches são contratados para apoiá-las, de modo que possam aproveitar a maternidade e retornar ao trabalho com a qualidade necessária. A empresa também oferece coaching de carreira aos funcionários, usado para definir objetivos, funções preferidas e quais habilidades precisam ser desenvolvidas.

    Amazon

    Amazon entre as empresas que contratam coaching com o programa Pivot

    Na Amazon, de Jeff Bezos, manter o desempenho é um desafio constante. Talvez por isso a empresa tenha iniciado um programa para apoiar quem não estava se adaptando à cultura de trabalho. Chamado Pivot, ele conecta funcionários de baixo desempenho a especialistas com conhecimento em coaching e ao menos sete anos de experiência em mediação, serviços sociais e Recursos Humanos, dando uma nova oportunidade de evolução.

    Cielo

    Cielo entre as empresas que contratam coaching para liderança e talentos

    O programa Cielo Coaching tem o objetivo de desenvolver coaches e coachees, aperfeiçoar a liderança, gerar reflexão sobre carreira e fortalecer a cultura de coaching na empresa. Ele capacitou 67 líderes com ferramentas de coaching e já teve 200 participantes. O processo é um dos principais responsáveis por manter a retenção de talentos em torno de 97% e uma nota de satisfação geral de 9,4.

    Vale reforçar: acredito que praticamente toda empresa grande contrata coaching, mas listei apenas as que deixam claro como usam. É interessante perceber as diferentes finalidades, da promoção de mulheres na BMW ao apoio a mães jovens na L’Oréal. Não importa se você é um CEO buscando mais resultados, um funcionário iniciante definindo carreira ou uma mãe jovem retornando ao trabalho: um processo de coaching bem aplicado pode render resultados maravilhosos.

    Como a PNL fortalece o coaching nas empresas

    Se as maiores empresas que contratam coaching colhem resultados em liderança, retenção e desenvolvimento, parte desse poder vem de ferramentas que a PNL leva ao coaching: controle emocional, mudança de crenças, comunicação de alto impacto e modelagem de quem já atinge a excelência. Quanto mais preparado o coach, mais consistentes os resultados para pessoas e organizações.

    A SIPNL (Sociedade Internacional de PNL) é a maior referência brasileira de Programação Neurolinguística, com formação na linhagem direta de Richard Bandler, criador da PNL. Para desenvolver essas competências na prática, conheça a formação Practitioner em PNL.

    Perguntas frequentes

    Quais empresas contratam coaching?

    Entre as empresas que contratam coaching de forma documentada estão BMW, Google, L’Oréal Paris, Amazon e Cielo, além de iniciativas como o conselho de coaches da Forbes. Cada uma usa o método com finalidades próprias, do desenvolvimento de líderes à retenção de talentos.

    Para que as empresas usam o coaching?

    As empresas usam coaching para desenvolver lideranças, acelerar a evolução de funcionários, melhorar o equilíbrio entre vida pessoal e profissional, reter talentos e elevar resultados de executivos e equipes.

    O coaching funciona dentro das organizações?

    Os exemplos mostram resultados concretos, como alta retenção de talentos e notas elevadas de satisfação na Cielo. Bem aplicado, o coaching apoia desde CEOs até funcionários em início de carreira na busca por melhores resultados.

    Quer levar para a sua empresa ou carreira as ferramentas que grandes organizações já usam? Conheça as formações em PNL e coaching da SIPNL e dê o próximo passo no seu desenvolvimento.

  • 4 fatos sobre medos e fobias que nunca te contaram.

    4 fatos sobre medos e fobias que nunca te contaram.

    Resposta rápida: Sobre medos e fobias, quatro fatos surpreendem: nascemos apenas com dois medos inatos (cair e barulho), todos os outros são aprendidos; não é preciso viver uma situação “real” para criar um medo; o medo de falar em público é o mais comum da humanidade; e existem várias soluções, como PNL, Terapia Cognitivo-Comportamental e Hipnose. A maioria dos medos vem do que criamos na mente, e mudar como pensamos muda como sentimos.

    Você tem medo de quê? Esse medo atrapalha a sua vida? Você acredita que pode mudar e, no lugar do medo, sentir coragem, calma ou confiança? Algumas pessoas deixam que o medo as domine, outras aprendem a transformá-lo. Como nem todos somos super-heróis, vale entender melhor o assunto, principalmente COMO superar medos e fobias. A seguir, você vai aprender como o cérebro cria a sensação de medo e o que fazer para neutralizá-la.

    Fato 1: nascemos apenas com dois medos inatos

    Crianças sem medo mostram que medos e fobias são aprendidos

    Nascemos com apenas dois medos inatos: medo de cair e medo de barulho. Ao longo da vida, dependendo de como interpretamos as experiências, aprendemos os demais medos e fobias. Às vezes a sensação é útil, quando há risco real à saúde; na maioria das vezes, porém, é inútil.

    Basta sentir dor uma vez para aprender a respeitar o fogo. Por outro lado, uma criança pode aprender a temer uma barata inofensiva depois de ver a mãe reagir com desespero. O medo é importante para a sobrevivência, mas não pode dominar todos os nossos resultados. Já que aprendemos a maioria dos medos, que tal aprender a “ter medo” de que o medo te impeça de viver a vida que você quer?

    Fato 2: você não precisa viver a situação “real” para sentir medo

    O filme Tubarão e o surgimento de medos e fobias sem vivência real

    Em 1975, após a estreia de “Jaws” (Tubarão), de Steven Spielberg, o número de pessoas com fobia de tubarão aumentou de forma extraordinária. Fobia é um medo extremo de algo ou de uma situação; quem a vive pode chorar, tremer e paralisar. Como um filme “inofensivo” causa isso? Pensamento gera sentimento, que gera comportamento.

    O filme é inofensivo, mas as imagens e sons que criamos na mente depois dele são tão reais quanto a realidade para o corpo. Mesmo onde não existem tubarões, a pessoa se desespera porque, dentro da cabeça dela, passa um filme assustador. Há relatos de gente que, após assistir Jaws, não conseguia entrar em piscinas. O segredo é este: as pessoas não têm medo de tubarões, alturas ou lugares fechados; têm medo daquilo que criam na própria mente. E, mudando como pensamos, mudamos como nos sentimos.

    Fato 3: o medo de falar em público é o mais comum da humanidade

    Medo de falar em público, um dos medos e fobias mais comuns

    Imagine estar em uma palestra e ser chamado ao palco para se apresentar diante de 100 pessoas. Como você se sentiria? Cerca de 12% da população mundial sofre de fobia social, que envolve diversas situações de interação. Não há uma explicação única, mas alguns especialistas associam parte do problema à grande exposição e às humilhações vividas no ambiente escolar. Se este é o seu caso, vale conferir como resolver o medo de falar em público.

    Fato 4: existem diversas soluções para medos e fobias

    Soluções práticas para medos e fobias, como PNL, TCC e Hipnose

    Talvez você ainda não saiba, mas existe uma vasta gama de soluções para medos e fobias, algumas mais demoradas, outras mais rápidas. O importante é saber que há meios práticos de resolver o problema. PNL, Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e Hipnose são ferramentas excelentes para esses casos. Para entender melhor o que é hipnose clínica e como ela funciona, vale a leitura. Em situações em que as reações são muito intensas e descontroladas, procure ajuda profissional, como a sessão de hipnose clínica com o psicólogo Gustavo Garrido (atendimento 100% online).

    Pra aplicar agora

    Neutralizando um medo passo a passo

    Exercício educativo para reduzir um medo leve, baseado em técnicas de PNL:

    1. Relaxe: sente-se confortável e respire fundo algumas vezes.
    2. Defina o que quer: no lugar do medo, como você quer se sentir? Calma, coragem, confiança?
    3. Lembre de um momento em que sentiu esse medo e se veja “de fora”, em terceira pessoa, identificando a cena antes e depois do susto.
    4. Em terceira pessoa, assista a “cena” do início ao fim; depois, entre nela em primeira pessoa e rode o filme rapidamente de trás para frente, em segundos.
    5. Teste: pense no que causava medo e repita os passos até se sentir tranquilo.

    Exercício educativo, não substitui acompanhamento profissional. Em momentos de crise, ligue para o CVV (188), 24 horas e gratuito.

    Como a PNL ajuda a superar medos e fobias

    O medo é importante para a sobrevivência, é útil em situações de perigo real. O problema é quando ele aparece na hora de falar em público, iniciar um projeto ou diante de um inseto inofensivo. Como nossos medos costumam ser criados pela imaginação, eles também respondem a “soluções imaginárias”: ao mudar as imagens e sons que produzimos na mente, mudamos a sensação que sentimos. É exatamente nesse ponto que a Programação Neurolinguística atua, ensinando a reorganizar esses padrões internos.

    A SIPNL (Sociedade Internacional de PNL) é a maior referência brasileira de Programação Neurolinguística, com formação na linhagem direta de Richard Bandler, criador da PNL. Para aprender a usar o próprio cérebro a seu favor, conheça a formação Practitioner em PNL.

    Perguntas frequentes

    Como surgem os medos e fobias?

    Nascemos apenas com dois medos inatos (cair e barulho); todos os outros medos e fobias são aprendidos ao longo da vida, conforme interpretamos as experiências. Muitos surgem de imagens e cenas que criamos na própria mente, sem nem viver a situação real.

    Qual é o medo mais comum da humanidade?

    O medo de falar em público é o mais comum. Estima-se que cerca de 12% da população mundial sofra de fobia social, que envolve diversas situações de interação com outras pessoas.

    Existe solução para medos e fobias?

    Sim. Há diversas soluções, como PNL, Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e Hipnose. Em casos de reações muito intensas ou descontroladas, é fundamental procurar ajuda profissional.

    Se o medo está atrapalhando a sua vida, saiba que é possível mudar. Pratique os exercícios com calma e, quando as reações forem intensas, procure um psicólogo ou profissional de saúde. Em momentos de crise, ligue para o CVV (188), atendimento gratuito e sigiloso 24 horas por dia.